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Vida de palestinianos depende de “medidas urgentes”

Faixa de Gaza

Vida de palestinianos depende de “medidas urgentes”

Calcula-se que cerca de nove mil mulheres foram mortas por forças israelitas desde o início da guerra na Faixa de Gaza, há quase cinco meses, refere a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Género e a Capacitação das Mulheres (ONU Mulheres), que acredita que, sem o fim da violência, cerca de 63 mulheres poderão ser mortas a cada dia.

“Para a fome não há plano B”

Arcebispo de Madrid e injustiça climática

“Para a fome não há plano B”

Ao incentivar à participação na 65ª campanha contra a fome da organização Manos Unidas que decorre em Espanha durante todo este mês de fevereiro, o arcebispo de Madrid, cardeal José Combo, afirmou que “para a fome não existe plano B” sintetizando as duas mensagens daquela campanha: lutar contra a crise climática e a sua injustiça global é lutar contra a fome que ela faz crescer nos países do Sul.

No Tigré, depois da guerra, a ameaça da fome

Um milhão de refugiados

No Tigré, depois da guerra, a ameaça da fome

Há cada vez mais habitantes de Tigré, no norte da Etiópia, que estão sujeitos a esta dieta drástica: como única refeição diária, uma injera simples – um pão achatado feito de teff, um cereal local. Há já um acordo de paz, mas a realidade de uma população deslocada à força é a de uma fome iminente. Um milhão de pessoas estão retidas em Tigré.

Os 13 países onde as crianças mais precisam de ajuda em 2024

UNICEF apela à solidariedade

Os 13 países onde as crianças mais precisam de ajuda em 2024

Do Haiti à Palestina, passando pelo Sudão, pelo Afeganistão ou por Myanmar, chegamos a 2024 com “um número sem precedentes de pessoas a precisar de ajuda”, em particular crianças, assinala a UNICEF – Fundo da ONU para a Infância, nesta terça-feira, 2 de janeiro. A instituição diz ter “capacidade de levar ajuda às crianças em risco e necessitadas”, mas alerta que “a situação de fundos é sombria”, e apresenta a lista das 13 “crises que precisam de mais financiamento para o ano novo”.

ONU pede pausa humanitária no Sudão para evitar “fome catastrófica”

Situação sem precedentes

ONU pede pausa humanitária no Sudão para evitar “fome catastrófica”

As projeções feitas no verão eram desanimadoras, mas a realidade revelou-se ainda pior do que o previsto: cerca de 18 milhões de pessoas já enfrentam fome aguda no Sudão, um número que corresponde ao dobro do registado no mesmo período do ano anterior, e que supera a estimativa de 15 milhões feita na avaliação de agosto. O diretor nacional do Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU no Sudão, Eddie Rowe, apela a uma pausa humanitária e ao acesso irrestrito da ajuda para evitar uma catástrofe de fome no país.

Na faixa de Gaza ocupada, Israel usa a fome como arma de guerra

Human Rights Watch acusa

Na faixa de Gaza ocupada, Israel usa a fome como arma de guerra

O governo israelita está a utilizar a fome de civis como método de guerra na faixa de Gaza ocupada, o que é um crime de guerra, afirmou a Human Rights Watch em comunicado divulgado no dia 18 de dezembro. De acordo com aquela organização, “as forças israelitas estão a bloquear de forma deliberada o fornecimento de água, alimentos e combustível, enquanto arrasam áreas agrícolas e privam a população civil de bens indispensáveis ​​à sua sobrevivência”.

JMJ apela a peregrinos para partilharem os alimentos não consumidos

Parceria com Banco Alimentar Contra a Fome

JMJ apela a peregrinos para partilharem os alimentos não consumidos

“Não desperdices: partilha” é o lema da campanha que une a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023 e o Banco Alimentar Contra a Fome, apelando a todos os peregrinos para que coloquem os alimentos que não sejam consumidos, desde que embalados, em caixas especificamente concebidas para o efeito. Estas serão recolhidas pelo Banco Alimentar, que verificará se os alimentos estão próprios para consumo, e fá-las-á depois chegar a pessoas com carências alimentares comprovadas.

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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