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Presidente iraniano falou com o Papa e ambos concordam: cessar-fogo é urgente

Telefonema pela paz

Presidente iraniano falou com o Papa e ambos concordam: cessar-fogo é urgente

O Papa conversou este domingo, 5 de novembro, com o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, depois de este último ter manifestado interesse em que dialogassem sobre o o conflito Israel-Palestina. O telefonema reforçou o sentimento mútuo de que é urgente o cessar-fogo no Médio Oriente, assim como o compromisso da parte de ambos de que farão tudo aquilo que estiver ao seu alcance para conseguir que este se torne realidade.

A ativista que luta pelos direitos das mulheres no Irão… mesmo estando presa

Nobel da Paz para Narges Mohammadi

A ativista que luta pelos direitos das mulheres no Irão… mesmo estando presa

“Zan. Zendegi. Azadi”. Quando as três palavras em persa soaram, pausadamente, na manhã desta sexta-feira, 6 de outubro, a abrir o discurso de anúncio do Prémio Nobel da Paz 2023, muitos perceberam de imediato que a laureado seria uma iraniana. Essas mesmas palavras – que em português significam “mulher, vida, liberdade”, têm servido de slogan para as inúmeras manifestações contra a opressão das mulheres no Irão, na sequência da morte da jovem Mahsa Amini, há pouco mais de um ano. E correspondem a um “lema que expressa adequadamente a dedicação e trabalho de Narges Mohammadi”, a ativista de 51 anos premiada, que começou há mais de 30 a lutar pela liberdade das mulheres no país, e que não para de lutar, mesmo estando presa.

Irão usa inteligência artificial nas “fatwas”

Lei islâmica

Irão usa inteligência artificial nas “fatwas”

As autoridades governamentais do Irão querem utilizar inteligência artificial (IA) para ajudar os clérigos islâmicos a emitir fatwas, ou decisões da lei islâmica, a uma velocidade sem precedentes. Também o supremo líder iraniano, o aiatola Ali Khamenei, instou os clérigos a prestarem mais atenção às possibilidades que a IA oferece.

Comunidade Bahá’i denuncia “hipocrisia” e “desrespeito” do Presidente iraniano na ONU

Perseguição dura há 44 anos

Comunidade Bahá’i denuncia “hipocrisia” e “desrespeito” do Presidente iraniano na ONU

Quem ouvir o discurso que o Presidente iraniano, Ebrahim Raisi, fez na semana passada na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, mostrando o Alcorão, defendendo a igualdade e apelando ao respeito pelas religiões em todo o mundo e à não violência, poderá ser levado a pensar que o pais está finalmente no bom caminho quanto ao respeito pelas minorias religiosas. Infelizmente, não é o caso, alerta a Comunidade Bahá’i Internacional (BIC, na sigla inglesa), para quem “a hipocrisia de tirar o fôlego do governo iraniano deve ser denunciada. Se o governo iraniano acredita que todas as pessoas são iguais, porque tem perseguido sistematicamente a comunidade bahá’í do Irão durante os últimos 44 anos?”, questionam.

Pena de morte: Execuções atingiram número recorde em cinco anos

Relatório da Amnistia Internacional

Pena de morte: Execuções atingiram número recorde em cinco anos

Pelo menos 883 pessoas foram executadas em 2022, o número mais elevado dos últimos cinco anos e que representa um aumento de 53% face ao ano de 2021. Esta subida, “que não inclui as milhares de execuções que se acredita terem sido realizadas na China no ano passado”, foi liderada por países do Médio Oriente e do Norte de África, onde os números registados passaram de 520 para 825, denuncia a Amnistia Internacional (AI) num relatório divulgado esta terça-feira, 16 de maio.

“Dois pesos e duas medidas” nos direitos humanos fomentaram “impunidade e instabilidade” em 2022

Relatório Anual da Amnistia Internacional

“Dois pesos e duas medidas” nos direitos humanos fomentaram “impunidade e instabilidade” em 2022

O Relatório Anual da Amnistia Internacional (AI) referente a 2022 denuncia “a incapacidade da comunidade internacional de se unir de forma consistente na proteção dos valores universais” e “a existência de dois pesos e duas medidas em todo o mundo em matéria de direitos humanos”. O documento, divulgado esta terça-feira, 28 de março, conclui que, por esse motivo, “a impunidade e a instabilidade” aumentaram no ano passado e houve “mais sofrimento e devastação”.

Presidente iraniano falou com o Papa e ambos concordam: cessar-fogo é urgente

Telefonema pela paz

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O Papa conversou este domingo, 5 de novembro, com o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, depois de este último ter manifestado interesse em que dialogassem sobre o o conflito Israel-Palestina. O telefonema reforçou o sentimento mútuo de que é urgente o cessar-fogo no Médio Oriente, assim como o compromisso da parte de ambos de que farão tudo aquilo que estiver ao seu alcance para conseguir que este se torne realidade.

A ativista que luta pelos direitos das mulheres no Irão… mesmo estando presa

Nobel da Paz para Narges Mohammadi

A ativista que luta pelos direitos das mulheres no Irão… mesmo estando presa

“Zan. Zendegi. Azadi”. Quando as três palavras em persa soaram, pausadamente, na manhã desta sexta-feira, 6 de outubro, a abrir o discurso de anúncio do Prémio Nobel da Paz 2023, muitos perceberam de imediato que a laureado seria uma iraniana. Essas mesmas palavras – que em português significam “mulher, vida, liberdade”, têm servido de slogan para as inúmeras manifestações contra a opressão das mulheres no Irão, na sequência da morte da jovem Mahsa Amini, há pouco mais de um ano. E correspondem a um “lema que expressa adequadamente a dedicação e trabalho de Narges Mohammadi”, a ativista de 51 anos premiada, que começou há mais de 30 a lutar pela liberdade das mulheres no país, e que não para de lutar, mesmo estando presa.

Irão usa inteligência artificial nas “fatwas”

Lei islâmica

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Relatório da Amnistia Internacional

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Pelo menos 883 pessoas foram executadas em 2022, o número mais elevado dos últimos cinco anos e que representa um aumento de 53% face ao ano de 2021. Esta subida, “que não inclui as milhares de execuções que se acredita terem sido realizadas na China no ano passado”, foi liderada por países do Médio Oriente e do Norte de África, onde os números registados passaram de 520 para 825, denuncia a Amnistia Internacional (AI) num relatório divulgado esta terça-feira, 16 de maio.

“Dois pesos e duas medidas” nos direitos humanos fomentaram “impunidade e instabilidade” em 2022

Relatório Anual da Amnistia Internacional

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O Relatório Anual da Amnistia Internacional (AI) referente a 2022 denuncia “a incapacidade da comunidade internacional de se unir de forma consistente na proteção dos valores universais” e “a existência de dois pesos e duas medidas em todo o mundo em matéria de direitos humanos”. O documento, divulgado esta terça-feira, 28 de março, conclui que, por esse motivo, “a impunidade e a instabilidade” aumentaram no ano passado e houve “mais sofrimento e devastação”.

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