É preciso manter e reavivar a actualidade do Presépio, defende o Papa numa carta dedicada à representação da Natividade. Um texto onde fala da humildade e da pobreza, bem como da imprevisibilidade de um Deus que se faz humano e que “dorme, mama ao peito da mãe, chora e brinca, como todas as crianças”.










