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Custo do palco da JMJ “magoou” responsáveis mas haverá novas conversas e pode ser reduzido

Igreja prevê gastar 80 milhões de euros à sua conta

Custo do palco da JMJ “magoou” responsáveis mas haverá novas conversas e pode ser reduzido

O custo anunciado de cinco milhões de euros para construir o palco principal da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023 “magoou” os responsáveis da Igreja e da iniciativa. A confissão foi do próprio bispo auxiliar de Lisboa Américo Aguiar, presidente da Fundação JMJ, que diz que agora é possível estudar soluções alternativas que reduzam os custos. Ao mesmo tempo, o mesmo responsável diz que estão orçamentados 80 milhões de euros para os custos de organização por parte da Igreja, relativos sobretudo ao acolhimento dos peregrinos – alimentação, alojamento e outros aspectos relacionados.

Cultivar caminhos para a JMJ

Cultivar caminhos para a JMJ

“É preciso rasgar com aquilo que é costume, e inovar, e arriscar o que é diferente” – propôs D. Américo Aguiar numa celebração na Sé Nova de Coimbra em Outubro de 2021.[1] É um excelente propósito para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Lisboa e, felizmente, já se vê algum caminho nesse sentido.

Governo destina 36,5 milhões à JMJ – além da segurança, mobilidade e saúde, cujos valores ficam à espera das inscrições

Conselho de Ministros decidiu

Governo destina 36,5 milhões à JMJ – além da segurança, mobilidade e saúde, cujos valores ficam à espera das inscrições

O Conselho de Ministros aprovou nesta quinta-feira, 13 de Outubro, um reforço da verba já anteriormente decidida para o grupo de projecto da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023. Agora, “a estimativa dos custos da responsabilidade do Governo” é de 36,5 milhões de euros, diz ao 7MARGENS fonte oficial do gabinete da ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares (MAAP). Mas “estas contas não incluem ainda custos com segurança, mobilidade, saúde”, entre outros factores. Até porque as inscrições para a participação na JMJ só abrem nas próximas semanas “e tudo dependerá do total de participantes”.

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“É preciso rasgar com aquilo que é costume, e inovar, e arriscar o que é diferente” – propôs D. Américo Aguiar numa celebração na Sé Nova de Coimbra em Outubro de 2021.[1] É um excelente propósito para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Lisboa e, felizmente, já se vê algum caminho nesse sentido.

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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