Pode um seminário ter vida quase três séculos após o início da sua construção? Acolher concertos, exposições, apresentações de livros, reuniões empresariais? Ter tanta gente nas missas de domingo que não caibam na igreja e se torne necessário celebrar nos seus jardins? E ainda ser um dos “spots” preferidos dos adolescentes da cidade para tirar fotos que de imediato “postam” com orgulho no seu perfil de Instagram? A resposta seria absolutamente negativa, não fosse o Seminário Maior de Coimbra a exceção que confirma a regra.












