“Temos muitas cicatrizes – mortes, perdas, feridas, casas destruídas, infraestruturas, traumas psicológicos, mas na nossa alma não somos vítimas”. Quem o assegura é Mila Leonova, responsável pelas relações externas da Cáritas Ucrânia. E isto porque, desde a escalada do conflito no país a 24 de fevereiro de 2022, organizações como a própria Cáritas, mas também a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) ou o Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS), têm trabalhado incansavelmente para fornecer ajuda humanitária àqueles que sofrem as consequências da guerra.












