AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

A misericórdia triunfa sempre sobre o juízo

A misericórdia triunfa sempre sobre o juízo

O fresco do Julgamento Final, de Miguel Ângelo, pintado na parede da Capela Sistina, demonstra bem o drama dos que, nos finais dos tempos, irão ser confrontados por Jesus. Embora o tema desta magistral obra seja o julgamento – que tem como fundo a passagem do Evangelho de Mateus (25:32-46) – alguns críticos da obra de Miguel Ângelo veem na figura de Cristo alguém que vem com misericórdia.

O lugar da pobreza no Evangelho – um “texto político” de Alfredo Bruto da Costa

Pré-publicação

O lugar da pobreza no Evangelho – um “texto político” de Alfredo Bruto da Costa

O livro Que Fizeste do Teu Irmão? – Um olhar de fé sobre a pobreza no mundo, obra póstuma de Alfredo Bruto da Costa, será apresentado na tarde deste domingo, 17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. Numa edição da Cáritas Portuguesa, o livro faz um itinerário bíblico-teológico pela questão da pobreza, confrontando a realidade da pobreza no mundo com a perspectiva cristã (incluindo do magistério católico).

25 de abril: Assumir o passado, sem autojustificações nem autoflagelações

25 de abril: Assumir o passado, sem autojustificações nem autoflagelações

O Presidente da República (PR) alertou para a necessidade de assumir o passado do país, nomeadamente o colonial, “sem temores nem complexos” e “sem autojustificações ou autocontemplações globais indevidas, nem autoflagelações globais excessivas”. Marcelo Rebelo de Sousa falava nas comemorações do 47º aniversário da Revolução do 25 de Abril de 1974, que decorreram na Assembleia da República.

Condenado o homicida de George Floyd, falta superar o “racismo sistémico”

Condenado o homicida de George Floyd, falta superar o “racismo sistémico”

Foi com alívio, sentido de justiça e lágrimas que a condenação do polícia que matou George Floyd foi recebida. Pela comunidade negra, naturalmente, mas também por uma boa parte dos cidadãos norte-americanos, a começar pelo seu presidente e ainda os representantes de várias confissões religiosas. “Agora já podemos respirar!” – foi a frase emblemática de um familiar.

Falando de tudo menos do caso Marquês (que já cheira mal!)

Falando de tudo menos do caso Marquês (que já cheira mal!)

Afinal, o que é normal no funcionamento da justiça quando falamos de um estado de direito democrático? E o que não se compreende? Os procedimentos de investigação criminal e a função judicial contemplam um conjunto de processos, acções e diligências cuja lógica pode e deve ser encarada com toda a normalidade, embora esteja sempre na mão dos seus actores uma margem de apreciação e decisão, atendendo a uma certa natureza subjectiva, uma vez que a justiça é aplicada por seres humanos e não por máquinas ou entidades divinas.

A misericórdia triunfa sempre sobre o juízo

A misericórdia triunfa sempre sobre o juízo

O fresco do Julgamento Final, de Miguel Ângelo, pintado na parede da Capela Sistina, demonstra bem o drama dos que, nos finais dos tempos, irão ser confrontados por Jesus. Embora o tema desta magistral obra seja o julgamento – que tem como fundo a passagem do Evangelho de Mateus (25:32-46) – alguns críticos da obra de Miguel Ângelo veem na figura de Cristo alguém que vem com misericórdia.

O lugar da pobreza no Evangelho – um “texto político” de Alfredo Bruto da Costa

Pré-publicação

O lugar da pobreza no Evangelho – um “texto político” de Alfredo Bruto da Costa

O livro Que Fizeste do Teu Irmão? – Um olhar de fé sobre a pobreza no mundo, obra póstuma de Alfredo Bruto da Costa, será apresentado na tarde deste domingo, 17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. Numa edição da Cáritas Portuguesa, o livro faz um itinerário bíblico-teológico pela questão da pobreza, confrontando a realidade da pobreza no mundo com a perspectiva cristã (incluindo do magistério católico).

25 de abril: Assumir o passado, sem autojustificações nem autoflagelações

25 de abril: Assumir o passado, sem autojustificações nem autoflagelações

O Presidente da República (PR) alertou para a necessidade de assumir o passado do país, nomeadamente o colonial, “sem temores nem complexos” e “sem autojustificações ou autocontemplações globais indevidas, nem autoflagelações globais excessivas”. Marcelo Rebelo de Sousa falava nas comemorações do 47º aniversário da Revolução do 25 de Abril de 1974, que decorreram na Assembleia da República.

Condenado o homicida de George Floyd, falta superar o “racismo sistémico”

Condenado o homicida de George Floyd, falta superar o “racismo sistémico”

Foi com alívio, sentido de justiça e lágrimas que a condenação do polícia que matou George Floyd foi recebida. Pela comunidade negra, naturalmente, mas também por uma boa parte dos cidadãos norte-americanos, a começar pelo seu presidente e ainda os representantes de várias confissões religiosas. “Agora já podemos respirar!” – foi a frase emblemática de um familiar.

Falando de tudo menos do caso Marquês (que já cheira mal!)

Falando de tudo menos do caso Marquês (que já cheira mal!)

Afinal, o que é normal no funcionamento da justiça quando falamos de um estado de direito democrático? E o que não se compreende? Os procedimentos de investigação criminal e a função judicial contemplam um conjunto de processos, acções e diligências cuja lógica pode e deve ser encarada com toda a normalidade, embora esteja sempre na mão dos seus actores uma margem de apreciação e decisão, atendendo a uma certa natureza subjectiva, uma vez que a justiça é aplicada por seres humanos e não por máquinas ou entidades divinas.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.