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Para que serve a oração? Para nutrir o desejo

Para que serve a oração? Para nutrir o desejo

A Oração dos Cristãos – o Pai Nosso Comentado pelos Padres da Igreja, o novo livro de Isidro Lamelas, frade franciscano e professor na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, é uma proposta de renovação da experiência orante que nos transporta aos ritos de fundação dos Padres da Igreja para percebermos que “Jesus não ensinou quantas vezes ou quanto e quando, mas como se deve orar”. Terá uma apresentação pública no próximo sábado, 10, às 17h30, junto do pavilhão da Universidade Católica Editora na Feira do Livro de Lisboa.

Uma Guerra Mundial “em peças soltas” – a oportunidade de um livro

Papa Francisco

Uma Guerra Mundial “em peças soltas” – a oportunidade de um livro

A expressão de uma guerra “em peças soltas” é usada pelo Papa Francisco no prefácio do seu recente livro Contra a Guerra.[1] Constituem-no um conjunto de textos provenientes de diferentes acções decorridas no ano de 2022 – bem como em datas anteriores – onde se debruçou criticamente sobre este tema. Em todos esses escritos está presente aquilo a que o Papa designa como “cultura da solicitude,” [2] uma atitude que contrasta com a situação que hoje diariamente vivemos, onde a possibilidade de guerra mundial é uma constante.

O poeta viajante Hugo Mujica vem ao Porto

Padre e filósofo

O poeta viajante Hugo Mujica vem ao Porto

O poeta argentino Hugo Mujica, presbítero, filósofo e artista plástico vem a Portugal na próxima semana apresentar uma nova antologia da sua obra, com o título “Tudo o que arde morre iluminando”, numa edição bilingue da editora portuense Officium Lectionis, de José Rui Teixeira. 

Da impossibilidade da paz. A guerra molda a humanidade

Ensaio: Dois livros

Da impossibilidade da paz. A guerra molda a humanidade

A invasão da Ucrânia pela Rússia abre um capítulo novo na Europa do pós-Guerra. Pela primeira vez, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, um Estado soberano é invadido por outro, com o poder russo a pretender aniquilar o país vizinho – Vladimir Putin disse que “a Ucrânia moderna é uma criação da Rússia”. Este novo capítulo de guerra tem como principal consequência uma militarização acentuada da Europa. Um ensaio a partir de dois livros.

A presença de Simone Weil

A presença de Simone Weil

A Pessoa e o Sagrado, de Simone Weil, de 1943, acaba de ser publicada pela editora Guerra e Paz. A Moraes encomendou a M.S. Lourenço esta tradução, que não se concretizaria, não por discordâncias internas (ao contrário do que se pensou), mas por cautelas teológicas… Cabe explicar que, antes do Concílio, as autorizações eclesiásticas eram necessárias para obras de carácter religioso.

Exemplar e criativo encontro

Exemplar e criativo encontro

O mais recente livro de Pedro Guimarães situa a Igreja no centro do nosso mundo contemporâneo, acompanhando as suas dinâmicas e não ficando à parte como um ecossistema puro e perfeito, atemporal e acontextual, que não é. Pensar a comunicação na Igreja no tempo da sociedade da informação é entender que os desafios com que o mundo tem de lidar são prementes e são para todos. É evidente que a Igreja não pode deixar-se estar, mas deve estar andando.

As causas que sobrevivem às coisas

Crónicas portuguesas dos anos 80

As causas que sobrevivem às coisas

O Portugal de A Causa das Coisas e de Os Meus Problemas, publicados nos anos 80, fazem sentido neste século XXI? Miguel Esteves Cardoso ainda nos diz quem e o que somos nós? Haverá coisas que hoje se estranham, nomes fora de tempo, outras que já desapareceram ou caíram em desuso. Já as causas permanecem. Pretexto para uma revisitação a crónicas imperdíveis, agora reeditadas.

Para que serve a oração? Para nutrir o desejo

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Profecias apocalípticas e a esperança cristã

[Entre Margens]

Profecias apocalípticas e a esperança cristã

Com o alarme dos últimos dias, vindo dos grandes promotores da IA de fabrico americano, todos nos demos conta de que, tal como Ícaro, que queimou as asas por voar demasiado perto do sol, a mais recente criação da Humanidade, tanto poderá fazê-la voar mais alto, como poderá ser a sua perdição. [Texto de Joana Rigato].

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