Não sei quantos habitantes terá, mas presumo que não chega aos duzentos. No verão são mais, vindos sobretudo de França e da Suíça, e partem no fim de agosto, quando a luz e o calor esmorecem e tudo se conjuga numa (in)explicável nostalgia. Alguns ficaram e tiveram energia para criar uma associação cultural e desportiva, construir uma piscina e courts de ténis, bungalows, um lar de terceira idade, dinamizar atividades para os mais jovens.












