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Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Perdoar, essa urgência do momento (2)

Na sequência do artigo que escrevi anteriormente sobre a temática do perdão, refletirei em seguida acerca de alguns aspetos que complementam a informação nele contida. Para que se torne explícito o conteúdo a refletir, seguirei um modelo mais esquemático do que literário, como, aliás, tinha feito anteriormente. [Texto de Margarida Cordo].

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Perdoar, essa urgência do momento (1)

Vivemos num mundo em que o conhecimento disponível duplica em intervalos cada vez mais curtos de tempo. Por isso precisamos também cada vez mais de sínteses, de silêncios, de paragens, de ativação dos cinco sentidos, para nos conectarmos com aquilo que nos rodeia e que é, verdadeiramente, essencial. [Texto de Margarida Cordo].

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

A cobardia do anonimato ou a proteção dos corajosos

Nem sempre os momentos para nada são inúteis. Por vezes precisamos de parar, apanhar sol, tomar um café, olhar para o rio e, sem excessiva curiosidade, estar atentos ao que acontece à nossa volta. Aliás, não há momentos para nada, pois, mesmo que, aparentemente, sejam inúteis, são bons só porque são vividos e porque podem tornar-se inspiradores. [Texto Margarida Cordo].

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Gente que não me apetece

Quando se escreve um texto em início de ano, espera-se que o seu conteúdo seja feito de esperança e/ ou de boas memórias. Neste Jubileu ainda mais se quer assim. A verdade é que, hoje mesmo, me apeteceu escrever sobre pessoas e daquelas que não dão mesmo vontade. [Texto de Margarida Cordo].

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Do outro lado do Mundo (II)

Após a publicação do primeiro texto de Margarida Cordo sobre o Japão, publicamos agora o segundo que complementa os conteúdos já partilhados, sem esquecer a reconstruída Hiroshima, um lugar de dor.

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Do outro lado do Mundo (I)

Este texto é o primeiro de dois de Margarida Cordo sobre a sua visita ao Japão. Em breve será publicado o segundo que dá sequência e complementa os conteúdos agora partilhados com os leitores do 7MARGENS.

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Ilustres desconhecidos para sempre

Há alguns dias fomos levados a refletir sobre florestas, mãos criminosas e heróis. Mãos criminosas daqueles que não se importam de destruir e de matar por dinheiro, por “vício”, por perturbação mental, por ausência total de culpa e de remorso, para servir interesses perversos e marginais. Heróis, os que doam horas, dias, semanas, meses das suas vidas para combater chamas; para impedir que muitos fiquem sem os seus pertences, o que nem sempre conseguem. [Texto de Margarida Cordo]

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Perdoar, essa urgência do momento (2)

Na sequência do artigo que escrevi anteriormente sobre a temática do perdão, refletirei em seguida acerca de alguns aspetos que complementam a informação nele contida. Para que se torne explícito o conteúdo a refletir, seguirei um modelo mais esquemático do que literário, como, aliás, tinha feito anteriormente. [Texto de Margarida Cordo].

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Perdoar, essa urgência do momento (1)

Vivemos num mundo em que o conhecimento disponível duplica em intervalos cada vez mais curtos de tempo. Por isso precisamos também cada vez mais de sínteses, de silêncios, de paragens, de ativação dos cinco sentidos, para nos conectarmos com aquilo que nos rodeia e que é, verdadeiramente, essencial. [Texto de Margarida Cordo].

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

A cobardia do anonimato ou a proteção dos corajosos

Nem sempre os momentos para nada são inúteis. Por vezes precisamos de parar, apanhar sol, tomar um café, olhar para o rio e, sem excessiva curiosidade, estar atentos ao que acontece à nossa volta. Aliás, não há momentos para nada, pois, mesmo que, aparentemente, sejam inúteis, são bons só porque são vividos e porque podem tornar-se inspiradores. [Texto Margarida Cordo].

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Gente que não me apetece

Quando se escreve um texto em início de ano, espera-se que o seu conteúdo seja feito de esperança e/ ou de boas memórias. Neste Jubileu ainda mais se quer assim. A verdade é que, hoje mesmo, me apeteceu escrever sobre pessoas e daquelas que não dão mesmo vontade. [Texto de Margarida Cordo].

Perdoar, essa urgência do momento  (2)

Do outro lado do Mundo (II)

Após a publicação do primeiro texto de Margarida Cordo sobre o Japão, publicamos agora o segundo que complementa os conteúdos já partilhados, sem esquecer a reconstruída Hiroshima, um lugar de dor.

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Do outro lado do Mundo (I)

Este texto é o primeiro de dois de Margarida Cordo sobre a sua visita ao Japão. Em breve será publicado o segundo que dá sequência e complementa os conteúdos agora partilhados com os leitores do 7MARGENS.

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“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

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A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

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Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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