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Ir ao restaurante – direito a escolher

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Quem escreve com regularidade procura estar atento ao mundo que o rodeia nas diversas áreas que o integram. Umas vezes, os estímulos são mais elaborados e menos acessíveis aos comuns mortais, que somos todos. Outras, são as simples ideias trocadas, em momentos mais ou menos frequentes, e que, sobretudo, saem espontâneas e próximas da banalidade. As que emanam do coração e, sem filtro, se deixam partilhar, não medindo consequências nem impactos.

Ir ao restaurante – direito a escolher

O inimaginável amanhã

“(…) A escrita favoreceu o aparecimento de poderosas entidades ficcionais que organizaram as vidas de milhões de pessoas e deram novas formas à realidade de rios, pântanos e crocodilos. Ao mesmo tempo a escrita fez com que fosse mais fácil para os homens acreditarem na existência de tais entidades ficcionais, porque acostumou as pessoas a experimentarem a realidade através da mediação de símbolos abstratos.” Diz isto Yuval Noah Harari, em Homo Deus, História Breve do Amanhã.

Ir ao restaurante – direito a escolher

Não fazias falta nenhuma (ténue é a memória do homem)

Muitas teorias se têm lançado acerca da utilidade ou, pelo menos, da pertinência do novo coronavírus. Muitos textos, dissertações, vídeos impressionantes se têm produzido a acompanhar os relatos idiossincráticos dos pensadores pela sua cabeça e dos pseudopensadores, plagiadores fanáticos do material alheio.

Ir ao restaurante – direito a escolher

Em tempo de Covid-19

Hesitei no título que haveria de dar a este artigo; pensei na alternativa: “Afinal quem é o homem do século XXI?” Poderia dizer: esse deslumbrado, contaminado pela pressa, controlador de tudo em nome da sua total autonomia, da liberdade que quer levar ao extremo, da autodestruição omnipotente, do ridículo sabor de querer ser Deus.

Ir ao restaurante – direito a escolher

A Baixa Pombalina vai ser dos turistas

Tem sido notícia que a Baixa Pombalina, em Lisboa, vai ficar quase sem carros, a não ser os dos residentes e pouco mais. Na verdade, ninguém contesta que o planeta tem de ser preservado, mas não com medidas pseudo-populistas ou apenas na moda, balofas e impensadas para a dimensão que têm.

Ir ao restaurante – direito a escolher

Ditadura da esperteza ou psicopatia

Vivemos na era do destemor e do medo; da aceleração e da lentidão; das raivas e das guerras, mas também do desejo de paz; da ambição de conhecimento e da real ignorância sem qualquer sabedoria.

Ir ao restaurante – direito a escolher

Vergonha da velhice ou omnipotência da juventude

Apesar de não estar muito na moda olhar para o lado ou em frente, já que, na verdade, olhamos essencialmente para baixo ou para cima, não é nestas direções que conseguimos ir buscar aprendizagens que nos tornam mais sábios.

Ir ao restaurante – direito a escolher

O barulho não faz bem

Nos últimos tempos, por razões diversas, algumas conversas têm-se dirigido maioritariamente para o facto de se habitar na cidade, suas comodidades e seus incómodos.

Ir ao restaurante – direito a escolher

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Quem escreve com regularidade procura estar atento ao mundo que o rodeia nas diversas áreas que o integram. Umas vezes, os estímulos são mais elaborados e menos acessíveis aos comuns mortais, que somos todos. Outras, são as simples ideias trocadas, em momentos mais ou menos frequentes, e que, sobretudo, saem espontâneas e próximas da banalidade. As que emanam do coração e, sem filtro, se deixam partilhar, não medindo consequências nem impactos.

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O inimaginável amanhã

“(…) A escrita favoreceu o aparecimento de poderosas entidades ficcionais que organizaram as vidas de milhões de pessoas e deram novas formas à realidade de rios, pântanos e crocodilos. Ao mesmo tempo a escrita fez com que fosse mais fácil para os homens acreditarem na existência de tais entidades ficcionais, porque acostumou as pessoas a experimentarem a realidade através da mediação de símbolos abstratos.” Diz isto Yuval Noah Harari, em Homo Deus, História Breve do Amanhã.

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Não fazias falta nenhuma (ténue é a memória do homem)

Muitas teorias se têm lançado acerca da utilidade ou, pelo menos, da pertinência do novo coronavírus. Muitos textos, dissertações, vídeos impressionantes se têm produzido a acompanhar os relatos idiossincráticos dos pensadores pela sua cabeça e dos pseudopensadores, plagiadores fanáticos do material alheio.

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Em tempo de Covid-19

Hesitei no título que haveria de dar a este artigo; pensei na alternativa: “Afinal quem é o homem do século XXI?” Poderia dizer: esse deslumbrado, contaminado pela pressa, controlador de tudo em nome da sua total autonomia, da liberdade que quer levar ao extremo, da autodestruição omnipotente, do ridículo sabor de querer ser Deus.

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A Baixa Pombalina vai ser dos turistas

Tem sido notícia que a Baixa Pombalina, em Lisboa, vai ficar quase sem carros, a não ser os dos residentes e pouco mais. Na verdade, ninguém contesta que o planeta tem de ser preservado, mas não com medidas pseudo-populistas ou apenas na moda, balofas e impensadas para a dimensão que têm.

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Apesar de não estar muito na moda olhar para o lado ou em frente, já que, na verdade, olhamos essencialmente para baixo ou para cima, não é nestas direções que conseguimos ir buscar aprendizagens que nos tornam mais sábios.

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Últimas Notícias

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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