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Da ESPERANÇA

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A 4 de março, a Assembleia Geral das Nações Unidas instituiu 12 de julho como o Dia Internacional da Esperança, reconhecendo a própria ONU como produto da ESPERANÇA, hoje e aquando da redação da sua Carta. A deliberação foi tomada com 161 votos a favor, quatro abstenções e apenas um contra (o dos EUA). [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

Da ESPERANÇA

Uma Carta do Papa (4): A literatura importa aos discursos e práticas eclesiais? Deveria!

Como temos vindo a compreender, o Papa Francisco vê na literatura uma importante função, a de “ajuda[r] o leitor a quebrar os ídolos das linguagens autorreferenciais, falsamente autossuficientes, estaticamente convencionais, que por vezes correm o risco de contaminar até o nosso discurso eclesial, aprisionando a liberdade da Palavra” (n.º 42).

Da ESPERANÇA

Uma Carta do Papa (3): A Literatura é para todos? Pois claro!

Como vimos nos textos anteriores desta série (“Literatura para fins beatos? Nem pensar!” e “A Literatura e a leitura são polifónicas? Assim é!”), o leitor competente é um leitor interveniente, dotado de capacidade crítica; até porque compreender o que lê é também integrar o que cada nova leitura lhe traz na experiência de vida e no conhecimento do seu mundo. [Texto de Maria do Sameiro Pedro].

Da ESPERANÇA

Uma Carta do Papa (2): A literatura e a leitura são polifónicas? Assim é!

Não podemos ser papagaios. Sem dúvida, o contacto com a literatura contribui para nos definirmos como leitores. E esse é um contacto exigente, como nos lembra o Papa Francisco: “o leitor é muito mais ativo quando lê um livro. De certo modo, reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação.” [texto de Maria do Sameiro Pedro]

Da ESPERANÇA

Uma carta do Papa (1): Literatura para fins beatos? Nem pensar!

Desenganem-se os que creem que, neste verão, o Papa Francisco se deixou entusiasmar pela silly season e resolveu escrever sobre – imagine-se! – literatura. Efetivamente, a Carta do Santo Padre Francisco sobre o papel da literatura na educação é muito mais do que uma reflexão sobre formas edificantes de entretenimento. [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

Da ESPERANÇA

E a imaginação?

A diretora de comunicação dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2024 pediu desculpas aos escandalizados com a suposta representação da Última Ceia. O diretor artístico da cerimónia de abertura identificou o diálogo que estabeleceu com uma pintura que não a de Da Vinci. Para lá das obrigações de cortesia institucional, faz sentido um pedido de desculpas ou a identificação de um referente da pintura clássica aparentemente mais neutro nos dias de hoje? Há como ser neutro? [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

Da ESPERANÇA

“Também se pode rir de Deus?”

A Conferência Episcopal Francesa manifestou o seu desagrado por a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos ter incluído aquilo que designou como “cenas de escárnio e zombaria do cristianismo”: a suposta recriação da Última Ceia com Jesus e os discípulos, representados por drag queens. Confesso que não consigo entender o escândalo. Não somos todos humanos? Não somos todos filhos de Deus? [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS”

Entrevista à presidente da Associação Portuguesa

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS”

“Se não prepararmos melhor o nosso Serviço Nacional de Saúde do ponto de vista de cuidados paliativos, não há maneira de ter futuro no SNS”, pois estaremos a gastar “muitos recursos” sem “tratar bem os doentes”. Quem é o diz é Catarina Pazes, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) que alerta ainda para a necessidade de formação de todos os profissionais de saúde nesta área e para a importância de haver mais cuidados de saúde pediátricos.

Da ESPERANÇA

Da ESPERANÇA

A 4 de março, a Assembleia Geral das Nações Unidas instituiu 12 de julho como o Dia Internacional da Esperança, reconhecendo a própria ONU como produto da ESPERANÇA, hoje e aquando da redação da sua Carta. A deliberação foi tomada com 161 votos a favor, quatro abstenções e apenas um contra (o dos EUA). [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

Da ESPERANÇA

Uma Carta do Papa (4): A literatura importa aos discursos e práticas eclesiais? Deveria!

Como temos vindo a compreender, o Papa Francisco vê na literatura uma importante função, a de “ajuda[r] o leitor a quebrar os ídolos das linguagens autorreferenciais, falsamente autossuficientes, estaticamente convencionais, que por vezes correm o risco de contaminar até o nosso discurso eclesial, aprisionando a liberdade da Palavra” (n.º 42).

Da ESPERANÇA

Uma Carta do Papa (3): A Literatura é para todos? Pois claro!

Como vimos nos textos anteriores desta série (“Literatura para fins beatos? Nem pensar!” e “A Literatura e a leitura são polifónicas? Assim é!”), o leitor competente é um leitor interveniente, dotado de capacidade crítica; até porque compreender o que lê é também integrar o que cada nova leitura lhe traz na experiência de vida e no conhecimento do seu mundo. [Texto de Maria do Sameiro Pedro].

Da ESPERANÇA

Uma Carta do Papa (2): A literatura e a leitura são polifónicas? Assim é!

Não podemos ser papagaios. Sem dúvida, o contacto com a literatura contribui para nos definirmos como leitores. E esse é um contacto exigente, como nos lembra o Papa Francisco: “o leitor é muito mais ativo quando lê um livro. De certo modo, reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação.” [texto de Maria do Sameiro Pedro]

Da ESPERANÇA

Uma carta do Papa (1): Literatura para fins beatos? Nem pensar!

Desenganem-se os que creem que, neste verão, o Papa Francisco se deixou entusiasmar pela silly season e resolveu escrever sobre – imagine-se! – literatura. Efetivamente, a Carta do Santo Padre Francisco sobre o papel da literatura na educação é muito mais do que uma reflexão sobre formas edificantes de entretenimento. [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

Da ESPERANÇA

E a imaginação?

A diretora de comunicação dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2024 pediu desculpas aos escandalizados com a suposta representação da Última Ceia. O diretor artístico da cerimónia de abertura identificou o diálogo que estabeleceu com uma pintura que não a de Da Vinci. Para lá das obrigações de cortesia institucional, faz sentido um pedido de desculpas ou a identificação de um referente da pintura clássica aparentemente mais neutro nos dias de hoje? Há como ser neutro? [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

Da ESPERANÇA

“Também se pode rir de Deus?”

A Conferência Episcopal Francesa manifestou o seu desagrado por a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos ter incluído aquilo que designou como “cenas de escárnio e zombaria do cristianismo”: a suposta recriação da Última Ceia com Jesus e os discípulos, representados por drag queens. Confesso que não consigo entender o escândalo. Não somos todos humanos? Não somos todos filhos de Deus? [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

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“Se não prepararmos melhor o nosso Serviço Nacional de Saúde do ponto de vista de cuidados paliativos, não há maneira de ter futuro no SNS”, pois estaremos a gastar “muitos recursos” sem “tratar bem os doentes”. Quem é o diz é Catarina Pazes, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) que alerta ainda para a necessidade de formação de todos os profissionais de saúde nesta área e para a importância de haver mais cuidados de saúde pediátricos.

Últimas Notícias

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Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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