O último caso tarda em chegar. Também sei que será difícil que venhamos a ver o último caso. É mais um desejo, quase uma utopia, do que uma realidade que possa acontecer.
[O flagelo que não acaba – IV]
Rupnik e Anatrella: Um antes e um depois na realidade dos abusos?O último caso tarda em chegar. Também sei que será difícil que venhamos a ver o último caso. É mais um desejo, quase uma utopia, do que uma realidade que possa acontecer.
Obras do artista “incomodam”
Jesuítas “seguram” padre Rupnik em Roma por causa de novos casos de abusosO padre Marko Ivan Rupnik, acusado (e, em parte, julgado pelo Vaticano) por abusar de freiras, foi intimado pela Companhia de Jesus, de que é membro, a não se afastar da região de Roma, enquanto decorrerem inquéritos preliminares relativos a denúncias por parte de novas vítimas.
Roma
Universidade Gregoriana cortou vínculo com o padre RupnikO reitor da Pontifícia Universidade Gregoriana anunciou nesta última semana, numa reunião académica, o fim da colaboração do padre jesuíta Marco Ivan Rupnik, na sequência da vinda a público de vários casos de agressões sexuais e abusos de poder relativamente a mulheres consagradas, que foram já parcialmente objeto de apreciação pelo Vaticano.
Arcebispo Charles Scicluna
“A Igreja deixa no escuro as vítimas de abusos que ousam denunciar”O Vaticano não está num “um ponto ideal” no que diz respeito ao acompanhamento das vítimas de abusos na Igreja, o que faz com que este assunto seja “algo que precisa de ser desenvolvido”. Quem o afirma é o arcebispo de Malta, Charles Scicluna, uma figura da Igreja Católica que mais larga experiência de casos de abusos do clero tem, primeiro como funcionário da então Congregação para a Doutrina da Fé (2002-2012) e, depois, também como bispo. Desde 2018, Scicluna ocupa o cargo de secretário-adjunto do Dicastério para a Doutrina da Fé.
[O flagelo que não acaba – iii]
Nem tudo é abuso sexual (há mais)O abuso de poder, temo-lo repetido e continuaremos a insistir nisso, é a origem de todas as outras formas de abuso na Igreja. O abuso de poder é a principal fonte da maldade moral e da corrupção moral. É o uso pervertido e ilegítimo do poder para fazer dano a alguém.
Cardeal de Roma tomou posição
Abuso de mulheres por Rupnik: Cúria Romana continua em silêncioO caso dos abusos espirituais, sexuais e de poder do padre jesuíta Marko Rupnik, de nacionalidade eslovena e carreira desenvolvida em Roma, na proximidade com a Cúria do Vaticano, é provavelmente o mais dramático de uma nova etapa dos abusos na Igreja: aqueles em que as vítimas são “pessoas vulneráveis”, sobretudo mulheres consagradas.
Criaram e-mail e equipa de apoio
Jesuítas querem que as vítimas do padre Rupnik se manifestemA Companhia de Jesus convidou as pessoas que se considerem vítimas de abuso por parte do padre Marko Yvan Rupnik a contactar aquela ordem, tendo disponibilizado um endereço de correio para esse fim. Ao mesmo tempo que os Jesuítas abriam a conta de e-mail, na expectativa de que as vítimas do padre Rupnik se apresentem a denunciá-lo, uma destas vítimas, de nome fictício Anna, dava uma longa entrevista ao jornal italiano Domani em que escancarava a sua história de abusos físicos, de consciência e sexuais e o modo como se comportaram figuras relevantes da Igreja, quando ela se dispôs a denunciar a situação.
Geral dos Jesuítas reconhece
Padre Rupnik foi excomungado e perdoado a seguir, num segundo caso de abusoAdensam-se as perguntas em torno do caso dos abusos atribuídos ao padre e artista jesuíta Marko Rupnik. O superior geral da Companhia de Jesus, padre Arturo Sosa, reconheceu esta quinta-feira que o mundialmente conhecido especialista de arte cristã já tinha sido condenado em 2020 pelo Dicastério da Doutrina da Fé (DDF) por um dos delitos mais graves do direito canónico, o de absolvição de um(a) cúmplice em confissão.
[O flagelo que não acaba – IV]
Rupnik e Anatrella: Um antes e um depois na realidade dos abusos?O último caso tarda em chegar. Também sei que será difícil que venhamos a ver o último caso. É mais um desejo, quase uma utopia, do que uma realidade que possa acontecer.
Obras do artista “incomodam”
Jesuítas “seguram” padre Rupnik em Roma por causa de novos casos de abusosO padre Marko Ivan Rupnik, acusado (e, em parte, julgado pelo Vaticano) por abusar de freiras, foi intimado pela Companhia de Jesus, de que é membro, a não se afastar da região de Roma, enquanto decorrerem inquéritos preliminares relativos a denúncias por parte de novas vítimas.
Roma
Universidade Gregoriana cortou vínculo com o padre RupnikO reitor da Pontifícia Universidade Gregoriana anunciou nesta última semana, numa reunião académica, o fim da colaboração do padre jesuíta Marco Ivan Rupnik, na sequência da vinda a público de vários casos de agressões sexuais e abusos de poder relativamente a mulheres consagradas, que foram já parcialmente objeto de apreciação pelo Vaticano.
Arcebispo Charles Scicluna
“A Igreja deixa no escuro as vítimas de abusos que ousam denunciar”O Vaticano não está num “um ponto ideal” no que diz respeito ao acompanhamento das vítimas de abusos na Igreja, o que faz com que este assunto seja “algo que precisa de ser desenvolvido”. Quem o afirma é o arcebispo de Malta, Charles Scicluna, uma figura da Igreja Católica que mais larga experiência de casos de abusos do clero tem, primeiro como funcionário da então Congregação para a Doutrina da Fé (2002-2012) e, depois, também como bispo. Desde 2018, Scicluna ocupa o cargo de secretário-adjunto do Dicastério para a Doutrina da Fé.
[O flagelo que não acaba – iii]
Nem tudo é abuso sexual (há mais)O abuso de poder, temo-lo repetido e continuaremos a insistir nisso, é a origem de todas as outras formas de abuso na Igreja. O abuso de poder é a principal fonte da maldade moral e da corrupção moral. É o uso pervertido e ilegítimo do poder para fazer dano a alguém.
Cardeal de Roma tomou posição
Abuso de mulheres por Rupnik: Cúria Romana continua em silêncioO caso dos abusos espirituais, sexuais e de poder do padre jesuíta Marko Rupnik, de nacionalidade eslovena e carreira desenvolvida em Roma, na proximidade com a Cúria do Vaticano, é provavelmente o mais dramático de uma nova etapa dos abusos na Igreja: aqueles em que as vítimas são “pessoas vulneráveis”, sobretudo mulheres consagradas.
Criaram e-mail e equipa de apoio
Jesuítas querem que as vítimas do padre Rupnik se manifestemA Companhia de Jesus convidou as pessoas que se considerem vítimas de abuso por parte do padre Marko Yvan Rupnik a contactar aquela ordem, tendo disponibilizado um endereço de correio para esse fim. Ao mesmo tempo que os Jesuítas abriam a conta de e-mail, na expectativa de que as vítimas do padre Rupnik se apresentem a denunciá-lo, uma destas vítimas, de nome fictício Anna, dava uma longa entrevista ao jornal italiano Domani em que escancarava a sua história de abusos físicos, de consciência e sexuais e o modo como se comportaram figuras relevantes da Igreja, quando ela se dispôs a denunciar a situação.
Geral dos Jesuítas reconhece
Padre Rupnik foi excomungado e perdoado a seguir, num segundo caso de abusoAdensam-se as perguntas em torno do caso dos abusos atribuídos ao padre e artista jesuíta Marko Rupnik. O superior geral da Companhia de Jesus, padre Arturo Sosa, reconheceu esta quinta-feira que o mundialmente conhecido especialista de arte cristã já tinha sido condenado em 2020 pelo Dicastério da Doutrina da Fé (DDF) por um dos delitos mais graves do direito canónico, o de absolvição de um(a) cúmplice em confissão.
EUA
Arquidiocese no Missouri leva práticas do ICE a tribunalA arquidiocese de St. Louis, no Missouri (EUA), intentou uma ação contra o Governo federal por ver os seus padres impedidos de distribuir a comunhão e ouvir em confissão os detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, no acrónimo em inglês) internados no Centro de Detenção do Condado de Ste. Genevieve.
[Lugar (in)comum]
“Depressa passas de bestial a besta”“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]
[Entre Margens]
A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saberCom efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].
Mensagem da CEP
Bispos querem uma “nova era missionária” e apontam Portugal como “terra de missão”A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) considera que o centenário do Dia Mundial das Missões, que a Igreja celebrará no próximo dia 18 de outubro, deve ser ocasião para renovar o compromisso missionário e reconhecer que a missão não acontece apenas em terras distantes.
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