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A morte é uma doença da imaginação

A morte é uma doença da imaginação

Em si mesma, não sabemos o que é a morte. Sabemos apenas que a vida física, exterior, empírica, estiola e cessa, dissolvendo-se nos seus elementos bioquímicos. Um corpo, um organismo, deixa de funcionar, torna-se matéria sem unidade orgânica, sem identidade, pronta a ser dispersa e logo reaproveitada – porque na natureza, nada se perde, tudo se transforma. [Texto de Rúben Azevedo]

Ilustres desconhecidos para sempre

Ilustres desconhecidos para sempre

Há alguns dias fomos levados a refletir sobre florestas, mãos criminosas e heróis. Mãos criminosas daqueles que não se importam de destruir e de matar por dinheiro, por “vício”, por perturbação mental, por ausência total de culpa e de remorso, para servir interesses perversos e marginais. Heróis, os que doam horas, dias, semanas, meses das suas vidas para combater chamas; para impedir que muitos fiquem sem os seus pertences, o que nem sempre conseguem. [Texto de Margarida Cordo]

Visões da vida e da morte

A morte espelho da vida

Visões da vida e da morte

Onde há hoje a angústia da perda levanta-se possivelmente uma árvore. Mas que árvores de vida plantadas são essas que poderão abrigar ou atenuar a nossa definitiva tormenta? O tempo da morte, da minha e da tua, é certamente um Sábado pascal, o tempo do silêncio, a angústia de uma ausência que se planta no terceiro dia, dia de florescimento e de travessia. [Texto do Padre João Paulo Costa]

De braço dado com Jürgen Moltmann

De braço dado com Jürgen Moltmann

Jürgen Moltmann aprofundava o conceito de vida: pela teologia feminista, pela filosofia e «descoberta» do corpo e dos sentidos; trabalhou em grupos carismáticos, feministas e ecológicos; organizando finalmente um célebre seminário sobre «Espiritualidade e Ética da Criação» (1990-1991).

O que quer fazer antes de morrer? Pense e escreva-o neste mural

Iniciativa no Porto

O que quer fazer antes de morrer? Pense e escreva-o neste mural

“Ler 1000 livros”; “Perdoar a minha mãe”; “Ganhar a Champions”; “Ver os meus netos crescerem”, “Ter uma 2ª oportunidade”. Estes foram alguns dos desejos deixados no mural colocado pela associação Compassio no Cemitério da Foz, no Porto, há dois anos. Desde esta quarta-feira e até ao próximo dia 12 de junho, um novo mural que convida a completar a frase “Antes de morrer, eu quero…” está no mesmo local, com o mesmo objetivo: “relembrar a finitude e a importância de aproveitar bem a vida”. 

A morte é uma doença da imaginação

A morte é uma doença da imaginação

Em si mesma, não sabemos o que é a morte. Sabemos apenas que a vida física, exterior, empírica, estiola e cessa, dissolvendo-se nos seus elementos bioquímicos. Um corpo, um organismo, deixa de funcionar, torna-se matéria sem unidade orgânica, sem identidade, pronta a ser dispersa e logo reaproveitada – porque na natureza, nada se perde, tudo se transforma. [Texto de Rúben Azevedo]

Ilustres desconhecidos para sempre

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Há alguns dias fomos levados a refletir sobre florestas, mãos criminosas e heróis. Mãos criminosas daqueles que não se importam de destruir e de matar por dinheiro, por “vício”, por perturbação mental, por ausência total de culpa e de remorso, para servir interesses perversos e marginais. Heróis, os que doam horas, dias, semanas, meses das suas vidas para combater chamas; para impedir que muitos fiquem sem os seus pertences, o que nem sempre conseguem. [Texto de Margarida Cordo]

Visões da vida e da morte

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Onde há hoje a angústia da perda levanta-se possivelmente uma árvore. Mas que árvores de vida plantadas são essas que poderão abrigar ou atenuar a nossa definitiva tormenta? O tempo da morte, da minha e da tua, é certamente um Sábado pascal, o tempo do silêncio, a angústia de uma ausência que se planta no terceiro dia, dia de florescimento e de travessia. [Texto do Padre João Paulo Costa]

De braço dado com Jürgen Moltmann

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Jürgen Moltmann aprofundava o conceito de vida: pela teologia feminista, pela filosofia e «descoberta» do corpo e dos sentidos; trabalhou em grupos carismáticos, feministas e ecológicos; organizando finalmente um célebre seminário sobre «Espiritualidade e Ética da Criação» (1990-1991).

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Últimas Notícias

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória novidade

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se … novidade

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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