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Dois personagens, um espaço, uma exposição

“O valor simbólico da sacristia”

Dois personagens, um espaço, uma exposição

O Museu Nacional Machado de Castro continua apostado em ancorar algumas das propostas que nos faz «nas “funções fundamentais dos museus”[2], como sejam a preservação do património, a investigação|estudo dos acervos, a comunicação (interpretação e disseminação ativa do conhecimento sobre as coleções) e a educação». Propõe-nos, desta vez, e até 31 de dezembro, uma revisitação d’O Valor Simbólico da Sacristia, centrando o olhar no conjunto de painéis sobre madeira que Simão Rodrigues executou, nos alvores do século XVII, para a nova sacristia da Sé Velha, mandada construir havia poucos anos por D. Afonso de Castelo Branco, então bispo de Coimbra. (João Marujo)

Jesuítas: evangelização, ciência e globalização

Exposição até domingo, em Coimbra

Jesuítas: evangelização, ciência e globalização

Podemos olhar para um azulejo e ver nele a ilustração ou, mesmo, uma página de um livro. O conjunto de azulejos que ainda se podem ver, até ao próximo domingo, 25 de Setembro, na exposição A Companhia de Jesus – Evangelização e Ciência (Museu Nacional de Machado de Castro, Coimbra) é isso mesmo que traduz, ilustrando operações de geometria ou matemática, ou conceitos de astronomia, por exemplo.

Iconografias [s]em reserva[s] no Machado de Castro

Olhar o espólio do museu

Iconografias [s]em reserva[s] no Machado de Castro

“Resgatar a compreensão do universo complexo das ordens religiosas” é um dos objectivos da exposição “Resgatar a Ordem. Iconografias [s]em reserva[s]”, patente no Museu Nacional de Machado de Castro (MNMC), em Coimbra, desde 1 de Abril até 19 de Junho, um primeiro olhar de conjunto sobre as reservas do MNMC. A mostra, segundo um comunicado de imprensa, resgata ainda “a clareza possível das peças submetidas a um processo de conservação preventiva” e “a leitura dos objetos que permaneciam inertes e descontextualizados nas reservas do MNMC e que ganham agora os contornos de inteligibilidade que lhes assiste”.

Mãos cheias de ouro, um canudo e uma intensa criatividade

Mãos cheias de ouro, um canudo e uma intensa criatividade

Na manhã de 7 de Julho, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) inscreveu o Convento de Mafra, o santuário do Bom Jesus de Braga e o Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, na sua lista de sítios de Património Mundial. Curta viagem escrita e alguns percursos falados, como forma de convite à viagem para conhecer ou redescobrir os três novos lugares portugueses do Património da Humanidade.

Dois personagens, um espaço, uma exposição

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O Museu Nacional Machado de Castro continua apostado em ancorar algumas das propostas que nos faz «nas “funções fundamentais dos museus”[2], como sejam a preservação do património, a investigação|estudo dos acervos, a comunicação (interpretação e disseminação ativa do conhecimento sobre as coleções) e a educação». Propõe-nos, desta vez, e até 31 de dezembro, uma revisitação d’O Valor Simbólico da Sacristia, centrando o olhar no conjunto de painéis sobre madeira que Simão Rodrigues executou, nos alvores do século XVII, para a nova sacristia da Sé Velha, mandada construir havia poucos anos por D. Afonso de Castelo Branco, então bispo de Coimbra. (João Marujo)

Jesuítas: evangelização, ciência e globalização

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Podemos olhar para um azulejo e ver nele a ilustração ou, mesmo, uma página de um livro. O conjunto de azulejos que ainda se podem ver, até ao próximo domingo, 25 de Setembro, na exposição A Companhia de Jesus – Evangelização e Ciência (Museu Nacional de Machado de Castro, Coimbra) é isso mesmo que traduz, ilustrando operações de geometria ou matemática, ou conceitos de astronomia, por exemplo.

Iconografias [s]em reserva[s] no Machado de Castro

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“Resgatar a compreensão do universo complexo das ordens religiosas” é um dos objectivos da exposição “Resgatar a Ordem. Iconografias [s]em reserva[s]”, patente no Museu Nacional de Machado de Castro (MNMC), em Coimbra, desde 1 de Abril até 19 de Junho, um primeiro olhar de conjunto sobre as reservas do MNMC. A mostra, segundo um comunicado de imprensa, resgata ainda “a clareza possível das peças submetidas a um processo de conservação preventiva” e “a leitura dos objetos que permaneciam inertes e descontextualizados nas reservas do MNMC e que ganham agora os contornos de inteligibilidade que lhes assiste”.

Mãos cheias de ouro, um canudo e uma intensa criatividade

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Últimas Notícias

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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