Além dos concertos em igrejas e outros espaços públicos, a época de Natal é também tempo de criações ou recriações musicais. Com temas novos ou adaptando outros existentes, com pequenos filmes originais ou retomando ideias anteriores.
Além dos concertos em igrejas e outros espaços públicos, a época de Natal é também tempo de criações ou recriações musicais. Com temas novos ou adaptando outros existentes, com pequenos filmes originais ou retomando ideias anteriores.
Começa já nesta sexta-feira a edição 2019 dos concertos de Natal em Lisboa, promovidos pela EGEAC. O concerto de abertura será na Igreja de São Roque, sexta, dia 6, às 21h30, com a Orquestra Orbis a executar obras de Vivaldi e Verdi, entre outros.
António Zambujo, André Sardet e Luís Travassos (e ainda Ricardo J. Dias, André Dias e Ni Ferreirinha) juntam-se nesta terça-feira, 19 de Novembro, em Coimbra, num concerto solidário em Coimbra, destinado a recolher fundos para apoio de estudantes universitários com dificuldades.
É um dos momentos altos do concerto: no ecrã do palco, passam imagens de João Manuel Serra – o “senhor do adeus” que estava diariamente na zona do Saldanha, em Lisboa, a acenar a quem passava – e a canção dá o tom à digressão de Espiritual, de Pedro Abrunhosa, com o músico a convidar cada espectador a olhar para dentro de si.
Mal se chega, ouve-se um canto. Nesta manhã fresca, depois de atravessar o corredor, o som leva-nos à igreja do Convento de São Domingos, em Lisboa. O canto, na sonoridade das vozes, traz-nos uma construção melódica, transporta-nos para algo novo, sem deixar de ser familiar. Estão cerca de vinte pessoas na igreja: professores, organizadores e participantes no LabOratório rezam a oração de laudes, ou oração de manhã.
LabOratório propõe-se criar música para ambientes litúrgicos; orações, conferências e concertos são de entrada livre. Entre 1 e 8 de Setembro, em Lisboa.
As manifestações que, desde 9 de Junho, se realizam em Hong Kong, em protesto contra a governadora Carrie Lam, considerada próximo do regime de Pequim, e o projecto de uma lei de extradição, têm sido marcadas por um canto cristão: Sing Hallelujah to the Lord, em português Canta Aleluia ao Senhor.
O Kronos Quartet, um grupo de vanguarda da criação musical contemporânea, encerra neste sábado, 6 de Julho, a edição de 2019 do festival Terras sem Sombra, com um concerto no Centro das Artes de Sines (21h30).
Além dos concertos em igrejas e outros espaços públicos, a época de Natal é também tempo de criações ou recriações musicais. Com temas novos ou adaptando outros existentes, com pequenos filmes originais ou retomando ideias anteriores.
Começa já nesta sexta-feira a edição 2019 dos concertos de Natal em Lisboa, promovidos pela EGEAC. O concerto de abertura será na Igreja de São Roque, sexta, dia 6, às 21h30, com a Orquestra Orbis a executar obras de Vivaldi e Verdi, entre outros.
António Zambujo, André Sardet e Luís Travassos (e ainda Ricardo J. Dias, André Dias e Ni Ferreirinha) juntam-se nesta terça-feira, 19 de Novembro, em Coimbra, num concerto solidário em Coimbra, destinado a recolher fundos para apoio de estudantes universitários com dificuldades.
É um dos momentos altos do concerto: no ecrã do palco, passam imagens de João Manuel Serra – o “senhor do adeus” que estava diariamente na zona do Saldanha, em Lisboa, a acenar a quem passava – e a canção dá o tom à digressão de Espiritual, de Pedro Abrunhosa, com o músico a convidar cada espectador a olhar para dentro de si.
Mal se chega, ouve-se um canto. Nesta manhã fresca, depois de atravessar o corredor, o som leva-nos à igreja do Convento de São Domingos, em Lisboa. O canto, na sonoridade das vozes, traz-nos uma construção melódica, transporta-nos para algo novo, sem deixar de ser familiar. Estão cerca de vinte pessoas na igreja: professores, organizadores e participantes no LabOratório rezam a oração de laudes, ou oração de manhã.
LabOratório propõe-se criar música para ambientes litúrgicos; orações, conferências e concertos são de entrada livre. Entre 1 e 8 de Setembro, em Lisboa.
As manifestações que, desde 9 de Junho, se realizam em Hong Kong, em protesto contra a governadora Carrie Lam, considerada próximo do regime de Pequim, e o projecto de uma lei de extradição, têm sido marcadas por um canto cristão: Sing Hallelujah to the Lord, em português Canta Aleluia ao Senhor.
O Kronos Quartet, um grupo de vanguarda da criação musical contemporânea, encerra neste sábado, 6 de Julho, a edição de 2019 do festival Terras sem Sombra, com um concerto no Centro das Artes de Sines (21h30).
[Entre Margens]
Guerras e mudanças de regimeJá muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].
EUA
Arquidiocese no Missouri leva práticas do ICE a tribunalA arquidiocese de St. Louis, no Missouri (EUA), intentou uma ação contra o Governo federal por ver os seus padres impedidos de distribuir a comunhão e ouvir em confissão os detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, no acrónimo em inglês) internados no Centro de Detenção do Condado de Ste. Genevieve.
[Lugar (in)comum]
“Depressa passas de bestial a besta”“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]
[Entre Margens]
A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saberCom efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].
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