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Santuário de Fátima já rescindiu contratos com 47 trabalhadores

Santuário de Fátima já rescindiu contratos com 47 trabalhadores

Entre acordos amigáveis de rescisão, “todos por iniciativa” dos trabalhadores, demissões de funcionários e não renovações de contratos a termo certo, “parte dos quais de estudantes” que trabalhavam a tempo parcial, o Santuário de Fátima ficou até agora sem 47 trabalhadores desde que, em Setembro, surgiram notícias de que haveria um plano de despedimentos para redução de custos com salários.  

Pandemia e bioética

Pandemia e bioética

O combate à pandemia do novo coronavírus suscita uma reflexão sobre várias questões relativas à bioética. Desde logo, a do primado do valor da vida humana sobre considerações de outro tipo, como as de ordem económica.

Força e fé perante o medo e a pandemia

Força e fé perante o medo e a pandemia

Na instituição em que trabalho, houve uma forte mobilização das equipas no sentido de se organizarem seguindo as orientações da Direção Geral da Saúde: fez-se o plano de contingência, prepararam-se as declarações de controlo de mobilidade para as deslocações ao serviço e houve também uma grande mobilização de apoio entre as chefias, psicólogos, médicos, enfermeiros, assistente social, terapeutas, auxiliares.

O princípio da incerteza

O princípio da incerteza

O sector da saúde também está na expectativa, sem saber quando virá uma segunda vaga da pandemia ou se ela chegará mesmo. Os meios religiosos vão mantendo os serviços de forma condicional, mas sem saber por quanto tempo ou o que virá. No fundo, todos os sectores da economia e da sociedade estão pendentes do que vier a suceder nos tempos mais próximos, da banca aos seguros, da indústria à agricultura e pescas, da educação à saúde e às religiões, e em tudo quanto diz respeito às famílias e aos indivíduos.

A máscara e o jogo da sociabilidade

A máscara e o jogo da sociabilidade

Pois é, os nossos sentidos detestam ser apressados, é preciso dar-lhes tempo. O que muitas vezes dizemos não ter. A memória, enamorada pelos sentidos, gosta de pormenores e não de vistas aéreas, exige-nos tempo. Byung-Chul Han, no seu livro A Sociedade do Cansaço, escreve: “Ao desaparecer a descontração, perde-se o ‘dom da escuta’ e desaparece a ‘comunidade capaz de escutar’.”

Interrogar a justeza e justiça dos modelos sociais

Interrogar a justeza e justiça dos modelos sociais

Será por vezes difícil entender isso de passar de estado de emergência a calamidade ou vice-versa. E até me dá urticária ouvir falar em confinados. Recuso-me a estar com finado ou com finados, antes desejo, procuro, quero estar com vivos. Mesmo no chamado Dia de Finados, prefiro pensar na festa dos vivos que por agora não vemos.

Santuário de Fátima já rescindiu contratos com 47 trabalhadores

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Entre acordos amigáveis de rescisão, “todos por iniciativa” dos trabalhadores, demissões de funcionários e não renovações de contratos a termo certo, “parte dos quais de estudantes” que trabalhavam a tempo parcial, o Santuário de Fátima ficou até agora sem 47 trabalhadores desde que, em Setembro, surgiram notícias de que haveria um plano de despedimentos para redução de custos com salários.  

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O combate à pandemia do novo coronavírus suscita uma reflexão sobre várias questões relativas à bioética. Desde logo, a do primado do valor da vida humana sobre considerações de outro tipo, como as de ordem económica.

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O sector da saúde também está na expectativa, sem saber quando virá uma segunda vaga da pandemia ou se ela chegará mesmo. Os meios religiosos vão mantendo os serviços de forma condicional, mas sem saber por quanto tempo ou o que virá. No fundo, todos os sectores da economia e da sociedade estão pendentes do que vier a suceder nos tempos mais próximos, da banca aos seguros, da indústria à agricultura e pescas, da educação à saúde e às religiões, e em tudo quanto diz respeito às famílias e aos indivíduos.

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Pois é, os nossos sentidos detestam ser apressados, é preciso dar-lhes tempo. O que muitas vezes dizemos não ter. A memória, enamorada pelos sentidos, gosta de pormenores e não de vistas aéreas, exige-nos tempo. Byung-Chul Han, no seu livro A Sociedade do Cansaço, escreve: “Ao desaparecer a descontração, perde-se o ‘dom da escuta’ e desaparece a ‘comunidade capaz de escutar’.”

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Será por vezes difícil entender isso de passar de estado de emergência a calamidade ou vice-versa. E até me dá urticária ouvir falar em confinados. Recuso-me a estar com finado ou com finados, antes desejo, procuro, quero estar com vivos. Mesmo no chamado Dia de Finados, prefiro pensar na festa dos vivos que por agora não vemos.

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