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Será possível falar da guerra construindo a paz?

Será possível falar da guerra construindo a paz?

Falar da paz não é fácil. Nestes tempos conturbados e disruptivos, é bem mais fácil falar da guerra, é mais fácil tomar partido por um dos lados. Pelo menos no que toca às guerras mediaticamente interessantes, ou seja, onde haja interesses geoestratégicos em jogo, porque as muitas outras guerras e os seus mortos continuam esquecidas e condenadas ao silêncio.

Talentos pela paz

Talentos pela paz

Bernard Shaw, escritor irlandês, nobel da Literatura em 1925, disse «A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos.» E eu diria, de que nos fazemos ser. Somos produto da nossa história, mas não reféns ou vítimas dela, se assim não o permitirmos.

“Cessem o fogo! Parem!”, grita o Papa para o Médio Oriente

Oração do Ângelus

“Cessem o fogo! Parem!”, grita o Papa para o Médio Oriente

“Cessem o fogo! Parem, irmãos e irmãs. A guerra é sempre uma derrota, sempre”. Perante uma multidão que enchia a praça de São Pedro, e que aplaudiu fortemente o seu apelo, o Papa exclamou um pedido repetido à cessação de hostilidades entre Israel e o Hamas. “Que ninguém abandone a possibilidade de travar as armas. Cessem o fogo”, apelou.

Uma sombra de gente a olhar a morte

Uma sombra de gente a olhar a morte

Quando uma guerra se instala – seja em que parte for – falhamos todos. Falhamos enquanto espécie. Falhamos por acreditar que vivemos em linha recta quando negligenciamos a evidência dos ciclos.

Guerras de irmãos

Guerras de irmãos

Como o protagonista cinematográfico que torna inofensivo o engenho explosivo que tem perante si, Jonathan Sacks lê os textos bíblicos mais desabridos, particularmente aqueles que se centram na rivalidade fraterna (Caim e Abel, Isaac e Ismael, Jacob e Esaú, Lia e Raquel, José e os seus irmãos), interpretando-os de modo a extirpar-lhes o ressentimento e o ódio que suscitaram a animosidade entre judeus, cristãos e muçulmanos e a exemplificar como da hostilidade se pode evoluir até à reconciliação.

Papa convida todos a rezar juntos pela paz no dia 27 de outubro

Apelo ao mundo

Papa convida todos a rezar juntos pela paz no dia 27 de outubro

O Papa aproveitou a audiência geral desta quarta-feira, 18 de outubro, para reiterar o seu apelo à paz no mundo, e em particular na Terra Santa. Falando aos fiéis, pediu-lhes que “assumam apenas um lado nesse conflito: o da paz, não com palavras, mas com oração, com dedicação total”, e logo depois convidou todos a participarem num dia de jejum e oração, que convocou para 27 de outubro, sexta-feira da próxima semana.

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