Uma conferência sobre pobres, pobreza e desigualdade decorre neste sábado, 22, no Centro Cultural Franciscano, em Lisboa (Largo da Luz), entre as 10h00 e as 13h00, promovida pela Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), da Igreja Católica.
Conferência em Lisboa
O que já se fez e o que falta fazer no combate à pobrezaUma conferência sobre pobres, pobreza e desigualdade decorre neste sábado, 22, no Centro Cultural Franciscano, em Lisboa (Largo da Luz), entre as 10h00 e as 13h00, promovida pela Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), da Igreja Católica.
IPSS criticam "subfinanciamento"
Cáritas de Évora avisa contra dificuldades “gritantes” no AlentejoO presidente da Cáritas de Évora, Luís Rodrigues, avisa que há populações a viver situações de dificuldades “gritantes” no Alentejo profundo, desafiando os políticos a que “cumpram o que prometem na campanha” e respondam às necessidades de uma população “idosa, doente, com falta de recursos”.
2021-2022, marcas do tempo (3)
A pandemia do nosso descontentamentoeste ano termina com a certeza de que a pandemia e as suas consequências são fenómenos que se vão prolongar no tempo. A fadiga causada por esta consciência acrescida ou, mais simplesmente, o sentimento de incapacidade e de impotência para vencer definitiva e rapidamente o vírus constitui um terreno propício a movimentos de cariz autoritário, xenófobo e populistas. A resiliência das democracias e as convicções democráticas das suas populações serão, assim, postas à prova em 2022.
O mundo nas nossas mãos (6)
Cuidarmos e sermos cuidados não tem fimA necessidade humana não tem fim. Não sei se terá sido por isso, também, que Jesus disse: “os pobres sempre os tereis entre vós”. Na minha vida tenho aprendido que muitas vezes a pobreza humana, seja material ou espiritual, está um pouco por todo o lado, até onde menos a esperava. Tenho-lhe dedicado uma boa parte do meu percurso, combatendo-a como sei e posso, a começar em mim próprio.
O mundo nas nossas mãos (4)
A arte do encontroEscrevi, há mais de ano e meio, um texto de opinião no 7MARGENS sobre a minha experiência dos tempos de quarentena; entre outras coisas, num projecto que dava os primeiros passos: uma cantina solidária que nascia no Colégio Luso-Internacional de Braga para dar resposta aos casos de emergência alimentar que se multiplicavam, um pouco por toda a cidade, ao mesmo tempo que várias respostas sociais se viam forçadas a fechar as portas por causa da pandemia. Se, no início, pensávamos que seria um projecto para durar o tempo do confinamento, quiçá mais umas semanas, enquanto as respostas que tinham encerrado se recompunham, rapidamente nos apercebemos de que não era bem assim…
A sociedade suíça é muitas vezes encarada como modelo de civilização, ordem, limpeza e harmonia. Este caso choca-nos porque denota a intenção de esconder a pobreza (sem a eliminar) como algo de indecoroso ou incómodo, que dá “mau aspeto”, como quem varre o lixo para não destruir essa suposta limpeza, ordem ou harmonia.
Francisco assinalou Dia Mundial
Papa critica quem diz que os pobres são responsáveis pela pobrezaPapa Francisco condenou a “hipocrisia” de quem diz “que são os pobres que são os responsáveis pela pobreza”.
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade, pelo P. António Pedro Monteiro | Domingo XXXIII do Tempo Comum B | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 13 de Novembro de 2021.
Conferência em Lisboa
O que já se fez e o que falta fazer no combate à pobrezaUma conferência sobre pobres, pobreza e desigualdade decorre neste sábado, 22, no Centro Cultural Franciscano, em Lisboa (Largo da Luz), entre as 10h00 e as 13h00, promovida pela Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), da Igreja Católica.
IPSS criticam "subfinanciamento"
Cáritas de Évora avisa contra dificuldades “gritantes” no AlentejoO presidente da Cáritas de Évora, Luís Rodrigues, avisa que há populações a viver situações de dificuldades “gritantes” no Alentejo profundo, desafiando os políticos a que “cumpram o que prometem na campanha” e respondam às necessidades de uma população “idosa, doente, com falta de recursos”.
2021-2022, marcas do tempo (3)
A pandemia do nosso descontentamentoeste ano termina com a certeza de que a pandemia e as suas consequências são fenómenos que se vão prolongar no tempo. A fadiga causada por esta consciência acrescida ou, mais simplesmente, o sentimento de incapacidade e de impotência para vencer definitiva e rapidamente o vírus constitui um terreno propício a movimentos de cariz autoritário, xenófobo e populistas. A resiliência das democracias e as convicções democráticas das suas populações serão, assim, postas à prova em 2022.
O mundo nas nossas mãos (6)
Cuidarmos e sermos cuidados não tem fimA necessidade humana não tem fim. Não sei se terá sido por isso, também, que Jesus disse: “os pobres sempre os tereis entre vós”. Na minha vida tenho aprendido que muitas vezes a pobreza humana, seja material ou espiritual, está um pouco por todo o lado, até onde menos a esperava. Tenho-lhe dedicado uma boa parte do meu percurso, combatendo-a como sei e posso, a começar em mim próprio.
O mundo nas nossas mãos (4)
A arte do encontroEscrevi, há mais de ano e meio, um texto de opinião no 7MARGENS sobre a minha experiência dos tempos de quarentena; entre outras coisas, num projecto que dava os primeiros passos: uma cantina solidária que nascia no Colégio Luso-Internacional de Braga para dar resposta aos casos de emergência alimentar que se multiplicavam, um pouco por toda a cidade, ao mesmo tempo que várias respostas sociais se viam forçadas a fechar as portas por causa da pandemia. Se, no início, pensávamos que seria um projecto para durar o tempo do confinamento, quiçá mais umas semanas, enquanto as respostas que tinham encerrado se recompunham, rapidamente nos apercebemos de que não era bem assim…
A sociedade suíça é muitas vezes encarada como modelo de civilização, ordem, limpeza e harmonia. Este caso choca-nos porque denota a intenção de esconder a pobreza (sem a eliminar) como algo de indecoroso ou incómodo, que dá “mau aspeto”, como quem varre o lixo para não destruir essa suposta limpeza, ordem ou harmonia.
Francisco assinalou Dia Mundial
Papa critica quem diz que os pobres são responsáveis pela pobrezaPapa Francisco condenou a “hipocrisia” de quem diz “que são os pobres que são os responsáveis pela pobreza”.
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade, pelo P. António Pedro Monteiro | Domingo XXXIII do Tempo Comum B | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 13 de Novembro de 2021.
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONUA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memóriaNo próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
[Arquipélago Jerusalém]
Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].
“Viola Lei”
Comissão da Liberdade Religiosa condena presença do patriarca em bênção de escola públicaA Comissão da Liberdade Religiosa considera que a presença do patriarca Rui Valério na cerimónia de inauguração de uma escola pública de Cascais onde estiveram o Presidente da República, primeiro-ministro e ministro da Educação “viola claramente” a Lei da Liberdade Religiosa” e o princípio da não confessionalidade”.
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