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Comunidades vivas de pessoas amadas

Que espero do Sínodo católico? (9)

Comunidades vivas de pessoas amadas

Sentimos a necessidade de comunidades capazes de saírem das vedações protegidas do hábito, para ir ao encontro do outro onde ele está, independentemente da sua condição socioeconómica, da origem, do status legal ou da orientação sexual. Uma Igreja que possa ser compreendida por todos, conforme ao Mestre. Pois, muitas vezes, as nossas palavras, os gestos e os rituais são de difícil compreensão para quem não pratica assiduamente. Estamos conscientes disto?

É possível a sinodalidade quando se perdeu a confiança? E a sinodalidade é um erro?

Assembleia começa no Vaticano

É possível a sinodalidade quando se perdeu a confiança? E a sinodalidade é um erro?

Perante uma centena e meia de outros jovens, Sara Paci, francesa de 20 anos, tem uma pergunta simples: “É possível a sinodalidade quando se perdeu a confiança?” Quatro dias depois, a pouca distância daquele local, outra centena e meia de pessoas, na maioria mais velhas, reúne-se para uma sessão em que o Sínodo que nesta quarta-feira, 4, se inicia em Roma e o Papa Francisco são o alvo das críticas.

Os participantes do Sínodo estão mais abertos, compreensivos e amigos… Ou pelo menos era essa a intenção do retiro que fizeram

Juntos durante três dias

Os participantes do Sínodo estão mais abertos, compreensivos e amigos… Ou pelo menos era essa a intenção do retiro que fizeram

Só faltou o Papa. De resto, todos os membros, delegados e convidados especiais para a XVI Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, que começa esta quarta-feira, 4 de outubro, estiveram juntos em retiro espiritual na Fraterna Domus, em Sacrofano, 32 km a norte de Roma. Chegaram na noite de 30 de setembro, depois de terem participado na vigília ecuménica que teve lugar na Praça de São Pedro e ficaram até ao final do dia desta terça-feira, 3 de outubro. O retiro incluiu missa diária, orações comunitárias e individuais, trabalhos de grupo e momentos de silêncio, mas o que mais marcou estes três dias foram as seis meditações guiadas pelo padre dominicano Timothy Radcliffe (a ele ‘encomendadas’ pelo Papa), que desafiou todos os participantes a libertarem-se dos medos e arriscarem fazer “amizades improváveis”. Nunca ninguém disse que seria fácil, mas neste dias Radcliff garantiu que vai valer a pena o esforço.

Cinco cardeais conservadores interpelam o Papa sobre questões presentes no Sínodo

Usando o processo de ‘dubia’

Cinco cardeais conservadores interpelam o Papa sobre questões presentes no Sínodo

Nas vésperas da assembleia sinodal (que se inicia a 4 de outubro), cinco cardeais da ala mais imobilista da Igreja Católica tornaram públicas as perguntas que enviaram ao Papa Francisco sob a forma de dubia. Homossexualidade, ordenação de mulheres e a própria autoridade da assembleia sinodal são alguns dos pontos sobre os quais, ao expor a sua perplexidade sobre o que vem sendo dito, os cardeais fizeram doutrina e pressionaram Francisco para lhes dar uma resposta do tipo “sim”, ou “não”. As respostas do Papa não se fizeram esperar e também já foram divulgadas no site do Dicastério para a Doutrina da Fé .

Sínodo de uma Igreja dividida?

Que espero do Sínodo católico? (7)

Sínodo de uma Igreja dividida?

Tenho a perceção que o mesmo irá decorrer no seio de uma Igreja Católica dividida. Dividida entre progressistas e conservadores. Dividida entre ecuménicos e aqueles que querem uma Igreja menos permeável e, se necessário, mais radical para combater outras confissões, outras religiões e costumes que consideram moralmente reprováveis.

Acabar com as exclusões que não têm justificação

Que espero do Sínodo católico? (6)

Acabar com as exclusões que não têm justificação

Há cerca de 30 anos, no âmbito de um curso para jovens, organizado pela Acção Católica Rural, tendo como alvo perto de 50 jovens de várias paróquias da diocese de vila Real, convidámos um casal de divorciados recasados, para nos falarem sobre as suas vivências como cristãos nessa concreta situação. Foram muito bem acolhidos e os jovens apreciaram os seus testemunhos.

Um rio de diferenças inundou a Praça de São Pedro com desejos de unidade e paz

“Together” juntou 30 mil no Vaticano

Um rio de diferenças inundou a Praça de São Pedro com desejos de unidade e paz

Refugiados, pessoas vulneráveis, freiras, jovens e participantes no Sínodo católico que na próxima semana se inicia em Roma, abriram um rio em plena Praça de São Pedro, no Vaticano. Na enxurrada provocada pelo rio, a sua água levava desejos de paz e unidade entre toda a família humana, compromissos pelo acolhimento da diversidade, apelos a quebrar fronteiras, desejos do fim das guerras.

Comunidades vivas de pessoas amadas

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Sentimos a necessidade de comunidades capazes de saírem das vedações protegidas do hábito, para ir ao encontro do outro onde ele está, independentemente da sua condição socioeconómica, da origem, do status legal ou da orientação sexual. Uma Igreja que possa ser compreendida por todos, conforme ao Mestre. Pois, muitas vezes, as nossas palavras, os gestos e os rituais são de difícil compreensão para quem não pratica assiduamente. Estamos conscientes disto?

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Há cerca de 30 anos, no âmbito de um curso para jovens, organizado pela Acção Católica Rural, tendo como alvo perto de 50 jovens de várias paróquias da diocese de vila Real, convidámos um casal de divorciados recasados, para nos falarem sobre as suas vivências como cristãos nessa concreta situação. Foram muito bem acolhidos e os jovens apreciaram os seus testemunhos.

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