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A escola renascida em Qaraqosh, depois da destruição

Iraque

A escola renascida em Qaraqosh, depois da destruição

Domingo, dia 1 de Maio, passou a ser um marco na vida da comunidade cristã de Qaraqosh, na Planície de Nínive (Iraque). Depois da destruição causada na cidade pelos jihadistas do Daesh, o autodenominado Estado Islâmico, as Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Siena conseguiram que a sua escola abrisse oficialmente as portas para a comunidade.

Uma jornada pela paz na Sexta-Feira Santa

Uma jornada pela paz na Sexta-Feira Santa

Vindas de todo o país, foram mais de 700 pessoas a tomar parte nesta jornada, dinamizada pelo impulso inquieto e empreendedor do padre Almiro Mendes, pároco de Canidelo e Afurada, na passada Sexta-Feira Santa. Teve o seu início junto do Santuário de Nossa Senhora da Urtiga, num largo emoldurado por cartazes alusivos à paz, com uma intervenção daquele presbítero em que sublinhou a necessidade de «tecer os caminhos novos do Amor, deixando ódios e violências». Estava dado o mote para o cantor Miguel Bandeirinha galvanizar a participação massiva dos caminhantes, executando de forma empolgante o cântico «É preciso renascer, deixai ódios, violências».

Entre a Solidariedade e o Esquecimento

Entre a Solidariedade e o Esquecimento

Agora olhamos para as vidas totalmente construídas que tudo deixaram para trás para salvar o corpo; conhecemos histórias de horror que podiam ser as nossas e se diluíram num abrir e fechar de olhos; compadecemo-nos e desabamos ao olhar imagens de tremenda violência que a todos ameaçam; queremos ajudar, o melhor que sabemos e podemos, a quantos, de algum modo, nos tocam mais de perto, “vá-se lá saber porquê”. Entretanto, o Estado e múltiplas organizações não governamentais vão criando soluções mais ou menos permanentes para os que tudo perderam, dizendo que não há limites para receber refugiados e para os apoiar, como se, atualmente, só estas pessoas em sofrimento existissem. 

O Desporto ao serviço do desenvolvimento e da paz

O Desporto ao serviço do desenvolvimento e da paz

Tocados pela guerra da Ucrânia, vivemos numa época de incertezas e de apelo à paz. Já percebemos que mesmo estando longe, esta guerra toca-nos e condiciona as nossas vidas. Sentimos, e percebemos, que só valorizamos um bem, ou um valor, quando estamos privados de o “saborearmos”. Em abril de 2022 esse valor chama-se paz! E é com o maior sentido que no dia 6 de abril se assinala o Dia Internacional do Desporto ao Serviço do Desenvolvimento e da Paz. Esta data foi escolhida pelas Nações Unidas, sinalizando o dia de início dos jogos olímpicos da era moderna, em Atenas, no ano de 1896, no sentido de valorizar o desporto como promotor da paz.  

Pobreza, uma palavra que dói

Pobreza, uma palavra que dói

Nos tempos que vivemos, com a pandemia ainda viva e os efeitos nefastos da guerra, provocada pela invasão da Rússia à Ucrânia, não há palavra mais salivada do que solidariedade. Sobretudo, quando nos referimos a cerca de dois milhões de ucranianos que, de mala na mão, tiveram que fugir das suas habitações confortáveis, rumo ao desconhecido.

Igrejas da Hungria e Roménia mobilizadas para ajudar os refugiados ucranianos

Terceira onda de fuga do país

Igrejas da Hungria e Roménia mobilizadas para ajudar os refugiados ucranianos

As igrejas locais da Hungria e da Roménia estão na linha da frente para ajudar os refugiados ucranianos, afirmaram o Conselho Ecuménico das Igrejas e a Aliança ACT (que congrega cerca de uma centena e meia de igrejas e organizações afiliadas de 120 países empenhadas em fornecer ajuda humanitária a pessoas carenciadas), numa conferência de imprensa realizada no dia 22 de março, após uma viagem recente à Hungria, Roménia e Ucrânia.

Amnistia Internacional Portugal realizou manifestação solidária com a Ucrânia

Frente à embaixada russa

Amnistia Internacional Portugal realizou manifestação solidária com a Ucrânia

A Amnistia Internacional (AI) Portugal  realiza este sábado, 19 de março, uma manifestação de solidariedade pela Ucrânia, que terá lugar frente à Embaixada da Rússia, em Lisboa, pelas 15h30. A organização visa “apelar ao fim da invasão russa, a um cessar-fogo imediato, à proteção das vidas de todos os civis na Ucrânia e ao restabelecimento da paz”, pode ler-se no comunicado enviado às redações.

Médicos Sem Fronteiras intensifica apoio à Ucrânia

"Corrida contra o tempo"

Médicos Sem Fronteiras intensifica apoio à Ucrânia

“Destruição, bombardeamentos, disparos de artilharia pesada, cidades cercadas, combates urbanos, pessoas a refugiarem-se em bunkers ou caves, falta de comida, de água e de electricidade, eis o que está a acontecer hoje na Ucrânia. E está cada vez pior”. O retrato que traça Anja Wolz, coordenadora de emergência dos Médicos Sem Fronteiras, instalada em Lviv, na Ucrânia, serve para “reportar a necessidade urgente de agir rapidamente para dar resposta à crise crescente na Ucrânia”.

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