Não há dúvida de que os Jogos Olímpicos são atualmente um dos eventos de grande importância no mundo desportivo. Mais do que isso, são dos poucos acontecimentos que conseguem congregar o universo humano num espaço de paz e concordância.
Não há dúvida de que os Jogos Olímpicos são atualmente um dos eventos de grande importância no mundo desportivo. Mais do que isso, são dos poucos acontecimentos que conseguem congregar o universo humano num espaço de paz e concordância.
O sofrimento não se mede por uma escala. Não há vidas mais e menos importantes. Mas não consigo negar o meu ensimesmamento diante de um mundo que me parece demasiado estranho. Venho de um país que vive numa bolha, de uma sociedade que desconhece o mundo em que habitamos. As campanhas de vacinação vão avançando em alguns países. Há quem levante a voz por uma distribuição global das vacinas mais igualitária. Mas quantos de nós em Portugal sequer ouvimos falar desse milhão de vidas que de um dia para o outro perderam tudo o que tinham?
Talvez mais do que a discussão histórica deste caso concreto, parece-me sobretudo importante refletir sobre a importância moral que este recente facto simbolicamente representa.
Este é um artigo condenado à nascença. Hoje em dia, fazer críticas à comunicação social ou aos jornalistas é um risco que só os “Trump”, nas suas lastimáveis contradições e populismo alcançado, ousam fazer.
“Viagens que contam histórias: conhecendo o Irão através das suas gentes” é o título da sessão que, nesta quarta-feira, 29 de Janeiro, decorre na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga (Rua São Paulo, 1), às 18h30, e que será protagonizada por Tomás Sopas Bandeira, médico e autor de Zahra.
Prevêem-se tempos difíceis, de muita destruição, que atingirão infelizmente uma grande maioria daqueles que menos responsabilidade tiveram na origem de tudo isto. Circunstâncias que talvez mudem um pouco somente quando todos aqueles que estão em baixo sofrerem as consequências na própria pele, o sentirem de verdade de forma crua e real, e se encontrarem numa situação em que nada mais têm a perder.
Zahra, a estreia de Tomás Melo Bandeira na ficção publicada, é “uma tentativa de responder” à pergunta sobre o que o autor viu em Outubro de 2017 no Sara Ocidental, ocupado por Marrocos. É “um grito de esperança porque são eles, os sarauis, que após tanto tempo são capazes ainda de a possuir e conservar”, diz o autor em entrevista ao 7MARGENS. O livro será apresentado na feira do Livro de Braga, neste domingo, 30 de Junho, às 19h30.
Não há dúvida de que os Jogos Olímpicos são atualmente um dos eventos de grande importância no mundo desportivo. Mais do que isso, são dos poucos acontecimentos que conseguem congregar o universo humano num espaço de paz e concordância.
O sofrimento não se mede por uma escala. Não há vidas mais e menos importantes. Mas não consigo negar o meu ensimesmamento diante de um mundo que me parece demasiado estranho. Venho de um país que vive numa bolha, de uma sociedade que desconhece o mundo em que habitamos. As campanhas de vacinação vão avançando em alguns países. Há quem levante a voz por uma distribuição global das vacinas mais igualitária. Mas quantos de nós em Portugal sequer ouvimos falar desse milhão de vidas que de um dia para o outro perderam tudo o que tinham?
Talvez mais do que a discussão histórica deste caso concreto, parece-me sobretudo importante refletir sobre a importância moral que este recente facto simbolicamente representa.
Este é um artigo condenado à nascença. Hoje em dia, fazer críticas à comunicação social ou aos jornalistas é um risco que só os “Trump”, nas suas lastimáveis contradições e populismo alcançado, ousam fazer.
“Viagens que contam histórias: conhecendo o Irão através das suas gentes” é o título da sessão que, nesta quarta-feira, 29 de Janeiro, decorre na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga (Rua São Paulo, 1), às 18h30, e que será protagonizada por Tomás Sopas Bandeira, médico e autor de Zahra.
Prevêem-se tempos difíceis, de muita destruição, que atingirão infelizmente uma grande maioria daqueles que menos responsabilidade tiveram na origem de tudo isto. Circunstâncias que talvez mudem um pouco somente quando todos aqueles que estão em baixo sofrerem as consequências na própria pele, o sentirem de verdade de forma crua e real, e se encontrarem numa situação em que nada mais têm a perder.
Zahra, a estreia de Tomás Melo Bandeira na ficção publicada, é “uma tentativa de responder” à pergunta sobre o que o autor viu em Outubro de 2017 no Sara Ocidental, ocupado por Marrocos. É “um grito de esperança porque são eles, os sarauis, que após tanto tempo são capazes ainda de a possuir e conservar”, diz o autor em entrevista ao 7MARGENS. O livro será apresentado na feira do Livro de Braga, neste domingo, 30 de Junho, às 19h30.
Livro em cinco línguas
“Diário Privado do Papa Francisco” revelado em novembro novidadeEm italiano, francês, espanhol, inglês e português: é nestas cinco línguas, para 94 países, que será editado a 24 de novembro o diário do Papa Francisco, anotado pelo cardeal Víctor Manuel Fernández, pela Editora do Vaticano.
Testemunho
O hinduísmo do meu pai, Narana Coissoró, e as minhas raízes novidadeNarana Coissoró (3/10/1931-29/098/2026), antigo professor universitário e deputado do CDS, hindu, no Templo de Shree Mangesh (Goa, Índia). Foto do arquivo da família.
[Metáforas vivas]
Das cantigas de amigo à vinha novidadeEste texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Entre Margens]
Jesus salva-nos de nós mesmos novidadeUma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].
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