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Quebeque: Bispos aplaudem proposta de não prescrição dos crimes de abuso sexual

Quebeque: Bispos aplaudem proposta de não prescrição dos crimes de abuso sexual

A ministra da Justiça do Quebeque, Sonia LeBel, apresentou recentemente um projeto de lei para alterar o código civil daquela província canadiana, de forma a garantir que as ações interpostas por crimes de abuso sexual e violência doméstica não prescrevam. A proposta conta com o apoio de todos os partidos, bem como da Assembleia dos Bispos Católicos do Quebeque.

Violência contra as Mulheres: origens

Violência contra as Mulheres: origens

Olhando para os dados neste contexto de pandemia, mais uma vez dei por mim a pensar de onde virá a persistência estrutural do fenómeno da violência doméstica e de género, esta violência que assenta num exercício de poder exacerbado, descontrolado, total, de alguns homens em relação às suas companheiras, em que elas não são mais do que um objeto de posse sobre o qual se pode tudo.

Combate pela dignidade humana: olhar de frente a violência doméstica

Combate pela dignidade humana: olhar de frente a violência doméstica

Os números não nos enganam. Segundo os dados que vão sendo publicados, a violência doméstica tem aumentado muito, nos últimos anos, no nosso país. Agora, com esta situação de confinamento a que todos estamos forçados, devido à pandemia de covid-19, sem sabermos ao certo quando terá o seu termo, os psiquiatras e psicólogos não se cansam de nos alertar para os múltiplos casos de violência entre casais, fruto da constante proximidade das pessoas, ao longo de tantos dias.

Papa reza pelas mulheres e adverte para risco de violência doméstica

Papa reza pelas mulheres e adverte para risco de violência doméstica

As palavras do Papa Francisco desta segunda-feira, dia 13, após a oração mariana do Regina Coeli, foram dedicadas às mulheres: recordou todas aquelas que estão na linha da frente do combate contra a pandemia de covid-19 e alertou para o facto de muitas vezes serem vítimas de violência.

Franciscanos cedem casa para vítimas de violência doméstica durante a pandemia

Franciscanos cedem casa para vítimas de violência doméstica durante a pandemia

Foi há pouco mais de uma semana que a Secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade (SECI) e a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) lançaram o apelo a algumas instituições católicas: precisavam rapidamente de um espaço onde pudesse ser montado um centro temporário de acolhimento de emergência para mulheres vítimas de violência doméstica, dados os receios de que este tipo de crime aumente no contexto da pandemia de covid-19. A resposta não se fez esperar da parte da Ordem dos Frades Menores (Franciscanos) de Portugal. Disseram de imediato que sim e em poucos dias preparam e disponibilizaram uma das suas casas para o efeito. O centro abriu esta segunda-feira, dia 6, e permanecerá aberto enquanto durar a pandemia.

Violência doméstica: “outra pandemia” a alastrar silenciosamente

Violência doméstica: “outra pandemia” a alastrar silenciosamente

Os telefones da Linha de Apoio à Vítima estão estranhamente silenciosos. Desde que foi decretado o estado de emergência, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) passou a receber “menos de metade das chamadas” que habitualmente recebia com pedidos de ajuda. Serão boas notícias? Daniel Cotrim, psicólogo da APAV, gostaria de acreditar que sim, mas confessa estar mais “assustado” que esperançoso. “Recebermos menos contactos é sinal de uma tranquilidade aparente”, afirma, temendo que, a par da pandemia de covid-19, também a “pandemia da violência doméstica” esteja a alastrar. E mais rapidamente do que antes, mas agora em silêncio.

A violência doméstica

A violência doméstica

No início da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, e em boa hora, a Comissão Ecuménica do Porto decidiu invocar que a violência doméstica não entre “nas nossas casas e todos vivam em paz”, por um amor livre e comprometido, gratuito e que sabe receber, intenso e equilibrado, apaixonado e consciente, mais entregue do que pedido, mais doado do que um direito.

Quebeque: Bispos aplaudem proposta de não prescrição dos crimes de abuso sexual

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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