Na sua forma mais simples, que até uma criança entende, ser solidário começa assim, neste imaginar-se na condição do outro, neste entender a sua dor, mesmo que não se saiba que a isso se chama empatia. Para uma criança, bastará. Mas à medida que crescemos, crescem as dores do mundo, e vamos percebendo que não basta a nossa empatia para as sossegar, muito menos para as curar. É preciso ação. E é neste sentido de urgência que emerge o voluntariado como uma das formas mais nobres e mais belas de expressar a nossa humanidade, de sermos verdadeiramente irmãos do Outro.












