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Pode um encontro internacional de jovens ser verdadeiramente sustentável? Agora sim

A Economia de Francisco começou em Assis

Pode um encontro internacional de jovens ser verdadeiramente sustentável? Agora sim

São mais de 1000 participantes, muitos deles tiveram de apanhar pelo menos um avião para chegar a Assis, e aqui vão conviver, trabalhar, comer, passear… durante os três dias do encontro A Economia de Francisco, que arrancou esta quinta-feira e termina no sábado, 24, dia em que também o Papa estará presente. Compensar o impacto ambiental de um evento internacional desta envergadura é difícil, mas não impossível, e o comité organizador, juntamente com a administração municipal da região italiana da Umbria, estão empenhados em tornar esse objetivo realidade.

Jovens portugueses em Assis, à procura do bem de todos

Encontro da Economia de Francisco

Jovens portugueses em Assis, à procura do bem de todos

Têm entre 23 e 44 anos, vêm de diferentes regiões do país, e estudam ou trabalham em áreas tão diversas como o direito, a comunicação, o serviço social ou a engenharia (e a economia, pois claro). São ao todo 19 os elementos do grupo português que acaba de chegar a Itália para participar no encontro internacional da Economia de Francisco, que arranca esta quinta-feira, 22, e se prolonga até sábado, na cidade de Assis  Une-os o desejo de colocar aquilo que são e sabem ao serviço de uma “economia diferente”, que cuide da casa comum e procure o bem de todos.

50 milhões de pessoas viviam em escravidão em 2021

Em cinco anos, número aumentou 10 milhões

50 milhões de pessoas viviam em escravidão em 2021

Cinquenta milhões de pessoas, ou seja, uma pessoa em cada 150, viviam em escravidão em 2021. E o trabalho forçado atingia outras 28 milhões, sendo que mais de 3,3 milhões eram crianças; outras 22 milhões de pessoas foram vítimas de casamento forçado. Estes dados constam do estudo Global Estimates of Modern Slavery, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado no início de setembro, e que pretende analisar as modernas formas de escravidão, entre as quais o trabalho e o casamento forçados, nomeadamente entre crianças.

Como 60 hortas biológicas estão a ajudar os pobres e doentes de sida no Malawi

Um projeto da Comunidade de Sant'Egidio

Como 60 hortas biológicas estão a ajudar os pobres e doentes de sida no Malawi

No Malawi, o pais mais pobre do continente africano segundo dados das Nações Unidas, uma iniciativa da Comunidade de Sant’Egidio está a fazer a diferença na vida de milhares de pessoas que viviam abaixo do nível de pobreza extrema, muitas delas infetadas com VIH. Trata-se do projeto DREAM, no âmbito do qual foram criadas 60 hortas biológicas que empregam cerca de 900 agricultores e cujos frutos servem para alimentar e ajudar a fortalecer o sistema imunológico de mais de cinco mil pessoas.

Férias — a alegoria das formigas

Férias — a alegoria das formigas

Hoje, e por estarmos no querido mês de Agosto, dou comigo a refletir sobre este lugar-comum da alegoria das formigas, que é o tempo de férias. Até temos a sorte de viver num país cuja esperança média de vida ronda os 80 anos; desses 80, somos forçosamente influenciados a trabalhar 48. E destes apenas três são tempo de férias.

“Nós Viemos”: a emigração  revisitada por José Vieira

Festival de Melgaço

“Nós Viemos”: a emigração revisitada por José Vieira

Toda a sua vida e preocupação enquanto cidadão e cineasta tem sido voltada para a emigração. Aos sete anos, sentiu na pele a miséria dos “bidonvilles” e, após tirar Sociologia, optou por  filmar o problema daqueles que partiram em busca de uma vida melhor. “Procuro contar a minha história pessoal e da família para lembrar o drama da emigração colectiva”, disse ao “Sete Margens” José Vieira, que nesta edição do MDOC trouxe “Nós Viemos” (2021). O filme foi bem recebido pela assistência e é um forte candidato ao prémio Jean-Loup Passek.

A longa viagem de uma identidade coletiva

“Rostos de uma Barragem”

A longa viagem de uma identidade coletiva

Rostos de uma Barragem reproduz um álbum de cerca de 200 fotografias, a preto e branco, na sua esmagadora maioria da autoria do Padre Telmo Ferraz e por ele legendadas. Retrata a realidade da barragem de Picote entre os inícios da sua construção e inauguração (anos 1954-1959). Irradiação de vida e de memória, configura um documento social e histórico, cujo texto introdutório de Henrique Manuel Pereira aqui reproduzimos.

Não é ilegal fazer reféns?

Não é ilegal fazer reféns?

A esperança tem andado nas bocas do mundo, mas em tom menor. Cada vez mais como que se grita: dêem-nos razões para não perder a esperança! O Sínodo e o problema global da Ucrânia são dois exemplos de como vivemos um tempo que abala as convicções.

Pode um encontro internacional de jovens ser verdadeiramente sustentável? Agora sim

A Economia de Francisco começou em Assis

Pode um encontro internacional de jovens ser verdadeiramente sustentável? Agora sim

São mais de 1000 participantes, muitos deles tiveram de apanhar pelo menos um avião para chegar a Assis, e aqui vão conviver, trabalhar, comer, passear… durante os três dias do encontro A Economia de Francisco, que arrancou esta quinta-feira e termina no sábado, 24, dia em que também o Papa estará presente. Compensar o impacto ambiental de um evento internacional desta envergadura é difícil, mas não impossível, e o comité organizador, juntamente com a administração municipal da região italiana da Umbria, estão empenhados em tornar esse objetivo realidade.

Jovens portugueses em Assis, à procura do bem de todos

Encontro da Economia de Francisco

Jovens portugueses em Assis, à procura do bem de todos

Têm entre 23 e 44 anos, vêm de diferentes regiões do país, e estudam ou trabalham em áreas tão diversas como o direito, a comunicação, o serviço social ou a engenharia (e a economia, pois claro). São ao todo 19 os elementos do grupo português que acaba de chegar a Itália para participar no encontro internacional da Economia de Francisco, que arranca esta quinta-feira, 22, e se prolonga até sábado, na cidade de Assis  Une-os o desejo de colocar aquilo que são e sabem ao serviço de uma “economia diferente”, que cuide da casa comum e procure o bem de todos.

50 milhões de pessoas viviam em escravidão em 2021

Em cinco anos, número aumentou 10 milhões

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Cinquenta milhões de pessoas, ou seja, uma pessoa em cada 150, viviam em escravidão em 2021. E o trabalho forçado atingia outras 28 milhões, sendo que mais de 3,3 milhões eram crianças; outras 22 milhões de pessoas foram vítimas de casamento forçado. Estes dados constam do estudo Global Estimates of Modern Slavery, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado no início de setembro, e que pretende analisar as modernas formas de escravidão, entre as quais o trabalho e o casamento forçados, nomeadamente entre crianças.

Como 60 hortas biológicas estão a ajudar os pobres e doentes de sida no Malawi

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No Malawi, o pais mais pobre do continente africano segundo dados das Nações Unidas, uma iniciativa da Comunidade de Sant’Egidio está a fazer a diferença na vida de milhares de pessoas que viviam abaixo do nível de pobreza extrema, muitas delas infetadas com VIH. Trata-se do projeto DREAM, no âmbito do qual foram criadas 60 hortas biológicas que empregam cerca de 900 agricultores e cujos frutos servem para alimentar e ajudar a fortalecer o sistema imunológico de mais de cinco mil pessoas.

Férias — a alegoria das formigas

Férias — a alegoria das formigas

Hoje, e por estarmos no querido mês de Agosto, dou comigo a refletir sobre este lugar-comum da alegoria das formigas, que é o tempo de férias. Até temos a sorte de viver num país cuja esperança média de vida ronda os 80 anos; desses 80, somos forçosamente influenciados a trabalhar 48. E destes apenas três são tempo de férias.

“Nós Viemos”: a emigração  revisitada por José Vieira

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Toda a sua vida e preocupação enquanto cidadão e cineasta tem sido voltada para a emigração. Aos sete anos, sentiu na pele a miséria dos “bidonvilles” e, após tirar Sociologia, optou por  filmar o problema daqueles que partiram em busca de uma vida melhor. “Procuro contar a minha história pessoal e da família para lembrar o drama da emigração colectiva”, disse ao “Sete Margens” José Vieira, que nesta edição do MDOC trouxe “Nós Viemos” (2021). O filme foi bem recebido pela assistência e é um forte candidato ao prémio Jean-Loup Passek.

A longa viagem de uma identidade coletiva

“Rostos de uma Barragem”

A longa viagem de uma identidade coletiva

Rostos de uma Barragem reproduz um álbum de cerca de 200 fotografias, a preto e branco, na sua esmagadora maioria da autoria do Padre Telmo Ferraz e por ele legendadas. Retrata a realidade da barragem de Picote entre os inícios da sua construção e inauguração (anos 1954-1959). Irradiação de vida e de memória, configura um documento social e histórico, cujo texto introdutório de Henrique Manuel Pereira aqui reproduzimos.

Não é ilegal fazer reféns?

Não é ilegal fazer reféns?

A esperança tem andado nas bocas do mundo, mas em tom menor. Cada vez mais como que se grita: dêem-nos razões para não perder a esperança! O Sínodo e o problema global da Ucrânia são dois exemplos de como vivemos um tempo que abala as convicções.

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