Como português que sou senti-me um pouco comprometido em Simulambuco, quando visitei Cabinda no mês passado. Portugal falhou aos cabindas talvez porque o que tem de ser tem muita força. É o caso do petróleo.
Como português que sou senti-me um pouco comprometido em Simulambuco, quando visitei Cabinda no mês passado. Portugal falhou aos cabindas talvez porque o que tem de ser tem muita força. É o caso do petróleo.
A prestigiada revista americana fundada por Billy Graham em 1956 defendeu, a 19 de Dezembro passado, a destituição de Donald Trump, uma atitude inédita que está a provocar algum desconforto nos meios evangélicos.
Há uma tendência geral para considerar a viragem para um novo ano como uma espécie de dobradiça da história. Por isso se formulam tantas intenções no início de cada unidade de tempo a que chamamos ano, mas que, regra geral, não resistem mais do que duas ou três semanas, no regresso às rotinas do costume.
Mesmo abstraindo-nos das trocas de presentes, das reuniões de família na Consoada, e de mais algum folclore natalício, a verdade é que a quadra desperta um conjunto de sentimentos positivos nas pessoas em geral e sobretudo nas crianças.
O que é que o dramaturgo Samuel Beckett tem que ver com o Advento? Talvez nada. Ou talvez tudo. Depende de quem ou do que estamos à espera.
Ainda estamos a tempo de aprender que nenhuma teocracia é melhor do que a outra. Não importa se é islâmica, judaica, cristã ou outra qualquer. Definitivamente, não.
Jorge Jesus, treinador do Flamengo, o mais falado clube nos últimos dias, afirmou: “No Brasil aprendi a dizer amor… Em Portugal é uma complicação para dizer amor. Quero desfrutar desse amor”. Sim, mas porque será tão difícil aos portugueses dizê-lo?
Chamemos-lhe jornalismo “criativo”, em vez de fake news ou jornalismo de fabricação, tabloide ou mesmo de sofreguidão. Independentemente da nomeação, é coisa que não nos interessa. De todo.
Como português que sou senti-me um pouco comprometido em Simulambuco, quando visitei Cabinda no mês passado. Portugal falhou aos cabindas talvez porque o que tem de ser tem muita força. É o caso do petróleo.
A prestigiada revista americana fundada por Billy Graham em 1956 defendeu, a 19 de Dezembro passado, a destituição de Donald Trump, uma atitude inédita que está a provocar algum desconforto nos meios evangélicos.
Há uma tendência geral para considerar a viragem para um novo ano como uma espécie de dobradiça da história. Por isso se formulam tantas intenções no início de cada unidade de tempo a que chamamos ano, mas que, regra geral, não resistem mais do que duas ou três semanas, no regresso às rotinas do costume.
Mesmo abstraindo-nos das trocas de presentes, das reuniões de família na Consoada, e de mais algum folclore natalício, a verdade é que a quadra desperta um conjunto de sentimentos positivos nas pessoas em geral e sobretudo nas crianças.
O que é que o dramaturgo Samuel Beckett tem que ver com o Advento? Talvez nada. Ou talvez tudo. Depende de quem ou do que estamos à espera.
Ainda estamos a tempo de aprender que nenhuma teocracia é melhor do que a outra. Não importa se é islâmica, judaica, cristã ou outra qualquer. Definitivamente, não.
Jorge Jesus, treinador do Flamengo, o mais falado clube nos últimos dias, afirmou: “No Brasil aprendi a dizer amor… Em Portugal é uma complicação para dizer amor. Quero desfrutar desse amor”. Sim, mas porque será tão difícil aos portugueses dizê-lo?
Chamemos-lhe jornalismo “criativo”, em vez de fake news ou jornalismo de fabricação, tabloide ou mesmo de sofreguidão. Independentemente da nomeação, é coisa que não nos interessa. De todo.
Encontro no Vaticano
Seguro e Leão XIV em sintonia na defesa da paz: “Os problemas resolvem-se à mesa e não num campo de batalha”António José Seguro e o Papa Leão XIV estão de acordo na necessidade de pôr fim às guerras e procurar soluções para os conflitos através do diálogo. A conclusão resulta do encontro que o Presidente da República manteve esta quinta-feira, 24 de setembro, com o Papa, no Vaticano, e que António José Seguro relatou aos jornalistas como tendo sido uma conversa “muito importante e muito profunda”, centrada na paz, na dignidade humana e na esperança.
“Tomo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para breves glosas da nossa circunstância”, diz Luís Soares Barbosa, poeta e professor na Universidade do Minho, que a 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal, publica um poema que é, “uma espécie de comentário sobre a nossa circunstância portuguesa”.
Tradição e memória
De Mafra a Roma, o novo manto de Nossa Senhora da Soledade recebe a bênção de Leão XIVO novo manto de Nossa Senhora da Soledade de Mafra foi benzido pelo Papa Leão XIV, no Vaticano, depois de dois anos de trabalho para reproduzir fielmente a peça histórica que durante gerações cobriu a imagem.
Escola de Segunda Oportunidade de Matosinhos
Mobilidades não deferidas pela primeira vez em 19 anos!A Escola de Segunda Oportunidade de Matosinhos é a iniciativa fundadora da medida 2O (Segunda Oportunidade), em Portugal, tendo aberto portas em 2008 e trabalhado ininterruptamente desde essa data com cerca de 1200 jovens em abandono precoce e em risco de exclusão social com resultados muito positivos, traduzidos em 80% de saídas positivas. [Texto de Luís Mesquita | Presidente da AE2O].
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