Na parábola que Jesus contou a semente pode cair em diferentes locais e isso determina o seu futuro, isto é, os casos em que vai gerar vida nova ou ficar simplesmente pelo caminho, sem cumprir o propósito para o qual foi lançada à terra.
Na parábola que Jesus contou a semente pode cair em diferentes locais e isso determina o seu futuro, isto é, os casos em que vai gerar vida nova ou ficar simplesmente pelo caminho, sem cumprir o propósito para o qual foi lançada à terra.
Depois das ondas de choque iniciais com a apresentação pública do relatório da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica Portuguesa, há muita matéria para repensar.
Tudo vem do planeta, da terra ou do mar, seja madeira, alimentação, pedra e metais, petróleo e gás. E mesmo as substâncias compostas, manipuladas pela mão do homem, partem do que a Natureza oferece, o que aumenta a nossa responsabilidade pelo equilíbrio do planeta e nos obriga a uma economia sustentável e a uma mordomia responsável pela sua preservação.
Apesar de muitos confundirem os dois conceitos, a verdade é que ser crente no Deus dos cristãos é muito diferente de ser um discípulo de Jesus Cristo. Vejamos alguns contrastes entre ambos.
De acordo com a filosofia do nosso tempo ninguém quer aparecer como fracassado ou falhado perante a sociedade. A miragem do sucesso predomina, mas a vida é sempre feita de sucessos e fracassos.
Afastada do espírito original, a Marcha para Jesus no Brasil transformou-se em palanque para disputa política, para atacar adversários e para promoção pessoal. Portanto, reduziu-se agora a uma marcha sem Jesus uma vez que Ele não é cabo eleitoral de ninguém.
Dois casos relativamente recentes provocaram indignação e revolta em muita gente. O primeiro foi o episódio de um conhecido fotógrafo suíço, René Robert, de 86 anos, que caiu inanimado numa rua do centro de Paris e morreu de hipotermia. O segundo foi o caso do primeiro-ministro inglês, acusado de ter permitido resgatar do Afeganistão 200 cães e gatos, mas deixado pessoas para morrer.
Vivemos em tempos que nos convocam ao equilíbrio. Estamos rodeados de desequilíbrio por todo o lado, tanto nos discursos como nas atitudes, por parte de muitos protagonistas na vida pública. Basta pensarmos na arena política (populismos de esquerda e direita), no desporto ou mesmo no campo das artes, mas também na vida privada, se considerarmos a violência doméstica e tantos outros crimes sociais. As sociedades necessitam de equilíbrio emocional, relacional, económico-financeiro e também espiritual.
Na parábola que Jesus contou a semente pode cair em diferentes locais e isso determina o seu futuro, isto é, os casos em que vai gerar vida nova ou ficar simplesmente pelo caminho, sem cumprir o propósito para o qual foi lançada à terra.
Depois das ondas de choque iniciais com a apresentação pública do relatório da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica Portuguesa, há muita matéria para repensar.
Tudo vem do planeta, da terra ou do mar, seja madeira, alimentação, pedra e metais, petróleo e gás. E mesmo as substâncias compostas, manipuladas pela mão do homem, partem do que a Natureza oferece, o que aumenta a nossa responsabilidade pelo equilíbrio do planeta e nos obriga a uma economia sustentável e a uma mordomia responsável pela sua preservação.
Apesar de muitos confundirem os dois conceitos, a verdade é que ser crente no Deus dos cristãos é muito diferente de ser um discípulo de Jesus Cristo. Vejamos alguns contrastes entre ambos.
De acordo com a filosofia do nosso tempo ninguém quer aparecer como fracassado ou falhado perante a sociedade. A miragem do sucesso predomina, mas a vida é sempre feita de sucessos e fracassos.
Afastada do espírito original, a Marcha para Jesus no Brasil transformou-se em palanque para disputa política, para atacar adversários e para promoção pessoal. Portanto, reduziu-se agora a uma marcha sem Jesus uma vez que Ele não é cabo eleitoral de ninguém.
Dois casos relativamente recentes provocaram indignação e revolta em muita gente. O primeiro foi o episódio de um conhecido fotógrafo suíço, René Robert, de 86 anos, que caiu inanimado numa rua do centro de Paris e morreu de hipotermia. O segundo foi o caso do primeiro-ministro inglês, acusado de ter permitido resgatar do Afeganistão 200 cães e gatos, mas deixado pessoas para morrer.
Vivemos em tempos que nos convocam ao equilíbrio. Estamos rodeados de desequilíbrio por todo o lado, tanto nos discursos como nas atitudes, por parte de muitos protagonistas na vida pública. Basta pensarmos na arena política (populismos de esquerda e direita), no desporto ou mesmo no campo das artes, mas também na vida privada, se considerarmos a violência doméstica e tantos outros crimes sociais. As sociedades necessitam de equilíbrio emocional, relacional, económico-financeiro e também espiritual.
Missa na Praça da Concórdia
“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidão novidadeFoi uma multidão eufórica que, neste sábado ao princípio da tarde, saudou o Papa Leão XIV, mal o papamóvel desembocou na rotunda do Arco do Triunfo, contornou o monumento e seguiu por uns Campos Elísios repletos de pessoas a agitar bandeirinhas. Demorou mais de meia hora até chegar à Praça da Concórdia, onde decorreu a celebração da Eucaristia.
Primeiro discurso em Paris
Leão XIV pede a França que nunca se resigne à guerra e alerta para os riscos de um “paraíso das máquinas”Num discurso que durou 22 minutos e terminou com os presentes no Palácio do Eliseu, em Paris, a aplaudir de pé, Leão XIV iniciou a sua visita a França pedindo ao país que “nunca” se resigne à perspetiva de uma guerra, e apelando ao diálogo e à diplomacia para construir a paz.
UNICEF revela
Mais de 35.900 crianças mortas ou mutiladas por armas explosivas em cinco anosMais de 35.900 crianças foram mortas ou mutiladas por armas explosivas entre 2021 e 2025, segundo uma nova análise da UNICEF, que alerta para o agravamento dos efeitos da guerra sobre a infância. A proporção de crianças vítimas deste tipo de armamento passou de 54% em...
Encontro no Vaticano
Seguro e Leão XIV em sintonia na defesa da paz: “Os problemas resolvem-se à mesa e não num campo de batalha”António José Seguro e o Papa Leão XIV estão de acordo na necessidade de pôr fim às guerras e procurar soluções para os conflitos através do diálogo. A conclusão resulta do encontro que o Presidente da República manteve esta quinta-feira, 24 de setembro, com o Papa, no Vaticano, e que António José Seguro relatou aos jornalistas como tendo sido uma conversa “muito importante e muito profunda”, centrada na paz, na dignidade humana e na esperança.
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