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Artigos de Luigino Bruni
ContrEconomia (1) – Era de fragilidade. E de consultores

A empresa, a sua organização e alguns contágios

ContrEconomia (1) – Era de fragilidade. E de consultores

Com o passar do milénio, passámos rapidamente do humanismo da imperfeição para o da busca da felicidade e do sucesso. A fragilidade, que marcava a luta das gerações anteriores contra o sofrimento, chegou à grande empresa e ultrapassou um limiar crítico. A crise desse universo moral tornou-se uma crise do universo produtivo. Os consultores chegaram às empresas, depois dos empresários e dos gestores. Depois da série O Mercado e o Templo, o 7MARGENS publica agora uma nova série de textos de Luigino Bruni, coordenador da iniciativa A Economia de Francisco. 

O mercado e o templo (19): E, com a dor das mulheres, o mercado tornou-se divino

O mercado e o templo (19): E, com a dor das mulheres, o mercado tornou-se divino

A Contra Reforma foi um tempo determinante também para a cultura económica e social da Itália e da Europa meridional. Nos conventos, as monjas eram reclusas vítimas de penitências extremas, protagonizando um imenso mercado da dor e do sofrimento. Para a Igreja e a sociedade, aquelas vidas, trancadas mas “produtivas”, tinham valor.

O mercado e o templo (16): Porque a economia de Adão não é a economia de Caim

O mercado e o templo (16): Porque a economia de Adão não é a economia de Caim

A propriedade privada é justa se é proteção da paz, garantindo Abel, isto é, defendendo, antes do “meu”, o “teu”, sobretudo no que respeita aos pobres. Um texto onde se fala também sobre o modo como o grande Duns Escoto lê a versão de “regra de ouro” dos Evangelhos como regra da socialidade económica.  

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A empresa, a sua organização e alguns contágios

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Com o passar do milénio, passámos rapidamente do humanismo da imperfeição para o da busca da felicidade e do sucesso. A fragilidade, que marcava a luta das gerações anteriores contra o sofrimento, chegou à grande empresa e ultrapassou um limiar crítico. A crise desse universo moral tornou-se uma crise do universo produtivo. Os consultores chegaram às empresas, depois dos empresários e dos gestores. Depois da série O Mercado e o Templo, o 7MARGENS publica agora uma nova série de textos de Luigino Bruni, coordenador da iniciativa A Economia de Francisco. 

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A Contra Reforma foi um tempo determinante também para a cultura económica e social da Itália e da Europa meridional. Nos conventos, as monjas eram reclusas vítimas de penitências extremas, protagonizando um imenso mercado da dor e do sofrimento. Para a Igreja e a sociedade, aquelas vidas, trancadas mas “produtivas”, tinham valor.

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A propriedade privada é justa se é proteção da paz, garantindo Abel, isto é, defendendo, antes do “meu”, o “teu”, sobretudo no que respeita aos pobres. Um texto onde se fala também sobre o modo como o grande Duns Escoto lê a versão de “regra de ouro” dos Evangelhos como regra da socialidade económica.  

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