AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Artigos de Manuel Mendes
Filmar o desejo como quem pinta

Filmar o desejo como quem pinta

Retrato da Rapariga em Chamas é um filme magnificamente feminino que coloca ao espectador – talvez ainda mais ao espectador crente – algumas questões que dão que pensar. Penso que não é um filme ideológico a fazer a apologia da homossexualidade feminina ou do aborto, mas um retrato sofrido, sobretudo das três protagonistas.

Aprender a falar com feijões

Aprender a falar com feijões

(Re)visto agora, a partir da janela do confinamento, este filme Uma Pastelaria em Tóquio ganha novos sabores, que é como quem diz, entranha-se em nós de uma maneira mais intensa.

A poesia é a verdade justa

A poesia é a verdade justa

“A coisa mais antiga de que me lembro é dum quarto em frente do mar dentro do qual estava, poisada em cima duma mesa, uma maçã enorme e vermelha”, escreve Sophia de Mello Breyner na sua Arte Poética III. Foi destas palavras que me lembrei ao ver o filme Poesia do sul coreano Lee Chang-dong, de 2010

A verdade não é tudo, mas é um bom princípio

A verdade não é tudo, mas é um bom princípio

O affaire Dreyfus, que abalou a França no final do século XIX, foi um momento provavelmente decisivo, por ser um marco – alguns dizem que um farol – do empenhamento público e político dos intelectuais.

Uma tragédia americana

Uma tragédia americana

No dia 27 de Julho de 1996, quando decorriam os Jogos Olímpicos, em Atlanta, durante um concerto musical, um segurança de serviço – Richard Jewel – tem a intuição de que uma mochila abandonada debaixo de um banco é uma bomba. Não é fácil convencer os polícias da sua intuição, mas ele é tão insistente que acaba por conseguir.

A esperança é uma coisa perigosa

A esperança é uma coisa perigosa

O título deste breve comentário ao filme 1917, de Sam Mendes, é uma frase dita, já quase no final, pelo general Mackenzie quando recebe – desiludido? – a informação para cancelar o ataque programado às linhas alemãs que, aparentemente, se tinham retirado. Afinal, tratava-se de uma cilada…

O quarto de brinquedos que é espelho do mundo

O quarto de brinquedos que é espelho do mundo

Toy Story/4 é uma metáfora da Humanidade que vale a pena ver devagar. Foram vários os críticos que não tiveram pudor em enunciar todas as lições de vida que tinham aprendido com este(s) filme(s).

Três rostos para a liberdade

Três rostos para a liberdade

De facto, para quem o sabe fazer, o cinema é mesmo uma arte muito simples: basta uma câmara, um ponto de partida e pessoas que se vão cruzando e dialogando. E temos um filme, quase sempre um magnífico filme. Vem isto a propósito do último trabalho do iraniano Jafar Panahi: Três Rostos.

Filmar o desejo como quem pinta

Filmar o desejo como quem pinta

Retrato da Rapariga em Chamas é um filme magnificamente feminino que coloca ao espectador – talvez ainda mais ao espectador crente – algumas questões que dão que pensar. Penso que não é um filme ideológico a fazer a apologia da homossexualidade feminina ou do aborto, mas um retrato sofrido, sobretudo das três protagonistas.

Aprender a falar com feijões

Aprender a falar com feijões

(Re)visto agora, a partir da janela do confinamento, este filme Uma Pastelaria em Tóquio ganha novos sabores, que é como quem diz, entranha-se em nós de uma maneira mais intensa.

A poesia é a verdade justa

A poesia é a verdade justa

“A coisa mais antiga de que me lembro é dum quarto em frente do mar dentro do qual estava, poisada em cima duma mesa, uma maçã enorme e vermelha”, escreve Sophia de Mello Breyner na sua Arte Poética III. Foi destas palavras que me lembrei ao ver o filme Poesia do sul coreano Lee Chang-dong, de 2010

A verdade não é tudo, mas é um bom princípio

A verdade não é tudo, mas é um bom princípio

O affaire Dreyfus, que abalou a França no final do século XIX, foi um momento provavelmente decisivo, por ser um marco – alguns dizem que um farol – do empenhamento público e político dos intelectuais.

Uma tragédia americana

Uma tragédia americana

No dia 27 de Julho de 1996, quando decorriam os Jogos Olímpicos, em Atlanta, durante um concerto musical, um segurança de serviço – Richard Jewel – tem a intuição de que uma mochila abandonada debaixo de um banco é uma bomba. Não é fácil convencer os polícias da sua intuição, mas ele é tão insistente que acaba por conseguir.

A esperança é uma coisa perigosa

A esperança é uma coisa perigosa

O título deste breve comentário ao filme 1917, de Sam Mendes, é uma frase dita, já quase no final, pelo general Mackenzie quando recebe – desiludido? – a informação para cancelar o ataque programado às linhas alemãs que, aparentemente, se tinham retirado. Afinal, tratava-se de uma cilada…

O quarto de brinquedos que é espelho do mundo

O quarto de brinquedos que é espelho do mundo

Toy Story/4 é uma metáfora da Humanidade que vale a pena ver devagar. Foram vários os críticos que não tiveram pudor em enunciar todas as lições de vida que tinham aprendido com este(s) filme(s).

Três rostos para a liberdade

Três rostos para a liberdade

De facto, para quem o sabe fazer, o cinema é mesmo uma arte muito simples: basta uma câmara, um ponto de partida e pessoas que se vão cruzando e dialogando. E temos um filme, quase sempre um magnífico filme. Vem isto a propósito do último trabalho do iraniano Jafar Panahi: Três Rostos.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Inteligência lógica e emocional

[Entre Margens]

Inteligência lógica e emocional novidade

Li uma vez que Paulo Freire (educador e filósofo brasileiro, 1921-1997) fez um tipo de desafio com camponeses chilenos, pois “todos” dizem que lavradores são ignorantes e os “letrados” são “oooh! Incríveis!”, os “sabe-tudo”. O desafio era: 10 coisas que os camponeses saberiam fazer e ele, Paulo Freire, não – e vice-versa. [Texto de Denise Sabino, Porto Alegre |Brasil].

“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidão

Missa na Praça da Concórdia

“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidão

Foi uma multidão eufórica que, neste sábado ao princípio da tarde, saudou o Papa Leão XIV, mal o papamóvel desembocou na rotunda do Arco do Triunfo, contornou o monumento e seguiu por uns Campos Elísios repletos de pessoas a agitar bandeirinhas. Demorou mais de meia hora até chegar à Praça da Concórdia, onde decorreu a celebração da Eucaristia.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest