AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Artigos de Margarida Cordo
Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

2020 foi um ano em que, em boa parte, nos perdemos. Alguns arriscaram, mas, perante as consequências do destemor inicial, recuaram e reposicionaram a sua forma de vida. Outros não aprenderam nada e exibiram-se heróis, como se os riscos comprovados não existissem, como se as ameaças fossem coisa de fracos e de gente fora de moda. Pois é mesmo disso que tenho medo – de uma amnésia coletiva.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Boas notícias do tempo que passa

Se carregarmos os nossos pesos muito tempo, mais tarde ou mais cedo não seremos capazes de continuar, porque a carga vai-se tornando cada vez mais pesada. É preciso deixar o copo e descansar um pouco antes de o segurar novamente. Temos de deixar, periodicamente, a carga de lado. Isto alivia-nos e torna-nos capazes de continuar. Esta é a forma de aproveitar a vida.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

A pedagogia da aceitação

Era uma vez… Uma vida prevista, preparada para a evolução natural, também prevista; organizada para o presente e o futuro, também previsto; estruturada de acordo com os conhecimentos hiperdesenvolvidos sobre quase tudo, também previstos.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

“Coisificação” do Homem (ou ser consumido pelo Fogo)

Vamos falar do homem no Séc. XXI. Que ser é este? Não tenho a certeza de saber responder à pergunta. Encontro frequentemente alguém que tem acesso a tudo, para quem quase nada é impossível, mas com um volume de insatisfações que tanto o desgosta… São inúmeras as queixas que dele escutamos, embora possamos distinguir algumas mesmo muito frequentes

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

O paradoxo do silêncio (ou acautelar a ingenuidade)

É por demais sabido que o silêncio é o maior aliado do medo. Enquanto calamos as ameaças que nos invadem por dentro, umas vezes com razão e outras sem sequer terem pretexto, elas crescem, avolumam-se e, a dado momento, incapacitam-nos.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Podem, por favor, desligar o telemóvel?

A consciência dos três tempos do nosso tempo de que gosto de falar, responsabiliza-nos por aprender com o passado, para que ele, por deixar de ser pensado em excesso, não se transforme em depressão; aprender com o presente, para que ele, por deixar de ser vivido em turbilhão, não se transforme em stresse; e aprender com o futuro, para que ele, por também deixar de ser sentido como uma violenta catadupa de ameaças, não se transforme em ansiedade.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Estranho Mundo

Chegou o Verão. Como todos os anos apetece ir de férias, descansar, parar, encontrar os que nem sempre estão perto, cruzar corações que se querem bem, quem sabe, até viajar.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Ir ao restaurante – direito a escolher

Quem escreve com regularidade procura estar atento ao mundo que o rodeia nas diversas áreas que o integram. Umas vezes, os estímulos são mais elaborados e menos acessíveis aos comuns mortais, que somos todos. Outras, são as simples ideias trocadas, em momentos mais ou menos frequentes, e que, sobretudo, saem espontâneas e próximas da banalidade. As que emanam do coração e, sem filtro, se deixam partilhar, não medindo consequências nem impactos.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

2020 foi um ano em que, em boa parte, nos perdemos. Alguns arriscaram, mas, perante as consequências do destemor inicial, recuaram e reposicionaram a sua forma de vida. Outros não aprenderam nada e exibiram-se heróis, como se os riscos comprovados não existissem, como se as ameaças fossem coisa de fracos e de gente fora de moda. Pois é mesmo disso que tenho medo – de uma amnésia coletiva.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Boas notícias do tempo que passa

Se carregarmos os nossos pesos muito tempo, mais tarde ou mais cedo não seremos capazes de continuar, porque a carga vai-se tornando cada vez mais pesada. É preciso deixar o copo e descansar um pouco antes de o segurar novamente. Temos de deixar, periodicamente, a carga de lado. Isto alivia-nos e torna-nos capazes de continuar. Esta é a forma de aproveitar a vida.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

A pedagogia da aceitação

Era uma vez… Uma vida prevista, preparada para a evolução natural, também prevista; organizada para o presente e o futuro, também previsto; estruturada de acordo com os conhecimentos hiperdesenvolvidos sobre quase tudo, também previstos.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

“Coisificação” do Homem (ou ser consumido pelo Fogo)

Vamos falar do homem no Séc. XXI. Que ser é este? Não tenho a certeza de saber responder à pergunta. Encontro frequentemente alguém que tem acesso a tudo, para quem quase nada é impossível, mas com um volume de insatisfações que tanto o desgosta… São inúmeras as queixas que dele escutamos, embora possamos distinguir algumas mesmo muito frequentes

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

O paradoxo do silêncio (ou acautelar a ingenuidade)

É por demais sabido que o silêncio é o maior aliado do medo. Enquanto calamos as ameaças que nos invadem por dentro, umas vezes com razão e outras sem sequer terem pretexto, elas crescem, avolumam-se e, a dado momento, incapacitam-nos.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Podem, por favor, desligar o telemóvel?

A consciência dos três tempos do nosso tempo de que gosto de falar, responsabiliza-nos por aprender com o passado, para que ele, por deixar de ser pensado em excesso, não se transforme em depressão; aprender com o presente, para que ele, por deixar de ser vivido em turbilhão, não se transforme em stresse; e aprender com o futuro, para que ele, por também deixar de ser sentido como uma violenta catadupa de ameaças, não se transforme em ansiedade.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Estranho Mundo

Chegou o Verão. Como todos os anos apetece ir de férias, descansar, parar, encontrar os que nem sempre estão perto, cruzar corações que se querem bem, quem sabe, até viajar.

Euforia, esperança ou amnésia coletiva

Ir ao restaurante – direito a escolher

Quem escreve com regularidade procura estar atento ao mundo que o rodeia nas diversas áreas que o integram. Umas vezes, os estímulos são mais elaborados e menos acessíveis aos comuns mortais, que somos todos. Outras, são as simples ideias trocadas, em momentos mais ou menos frequentes, e que, sobretudo, saem espontâneas e próximas da banalidade. As que emanam do coração e, sem filtro, se deixam partilhar, não medindo consequências nem impactos.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Sínodo não tem princípio nem fim

[Entre Margens]

Sínodo não tem princípio nem fim

O caminho sinodal não se limita a um momento específico, mas constitui um processo contínuo de escuta, empenhamento e participação. A Igreja permanece sempre em caminho, procurando reconhecer, à luz do Evangelho, os desafios do presente e as respostas que o Espírito Santo lhe inspira. [Texto de Joaquim Armindo].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest