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Artigos de Marta Saraiva
“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

Pensava que não voltaria aqui tão cedo, mas continuo às voltas com o tema do lugar das mulheres na Igreja. Seria fácil assumir o papel de demolidora passiva, não propor nada, e mascarar a minha inércia com uma aparente e plácida ponderação. Fui bem-ensinada a desconfiar da afeição a temas difíceis, que acaba por nos domar e toldar o horizonte e, além disso, quem não quer marcar pontos de moderação nestes tempos desbragados? (Marta Saraiva)

Livres e ressuscitadas (II)

Mulheres impertinentes

Livres e ressuscitadas (II)

A etapa anterior da minha decantação espiritual terminou num trio de perguntas suspensas, e com o palpite de que há muitas mulheres em posições de liderança na Igreja. Além disso, andarão por aí muitas visionárias espirituais e serão, umas e outras, reconhecidas e elogiadas. No entanto, a irritação e a insatisfação persistem e é esse o ponto de partida deste troço.

Livres e ressuscitadas (I)

Livres e ressuscitadas (I)

É às mulheres que Jesus confia o anúncio da Sua ressurreição, e a quem confia igualmente as indicações que os onze devem receber, que devem regressar à Galileia. E elas, mesmo sem perceber inteiramente ou até não percebendo de todo, acreditam e fazem o que Jesus lhes diz, sem hesitações.

Nós (alguns apontamentos sobre o Relatório)

Nós (alguns apontamentos sobre o Relatório)

Não será já, mas chegará, assim o espero, o momento de nos olharmos ao espelho – Igreja instituição e Igreja Povo de Deus – e dizermos com toda a verdade: isto somos nós. Podemos não gostar, mas é isto que somos.

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

Adultos. Com A grande, sff. (II)

O primeiro propósito deste texto está cumprido: citar os Capitão Fausto. Não garanto que cumpra o segundo, ou seja, perceber como olhamos hoje para a idade adulta no chamado Ocidente.

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

Um dia igual aos outros

Os olhos vão chegando ao final do Verão carregados de paisagem. Lagos, montes, desertos e um oásis pelo meio, as planícies e praias de sempre, o Douro – fruto literal da videira e do trabalho do Homem –, e um sem número de lugares. E a Cidade Santa. Jerusalém. Monte das Oliveiras, final da tarde.

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

“Como a si mesmo”: XXI, o século do desamor (1) 

Onde esta autora se permite aventurar, com a audácia dos ignorantes, em variados campos da vida e do saber que não domina, num possível exercício de psico-espiritualidade chinfrim. Arriscando o merecido espalhanço em grande estilo, mas sem por isso dar a jornada por perdida.

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

Adultos. Com A grande, sff. (I)

Vivendo este tempo sem medo, descobrimos uma beleza desconfortável nessa marca de água da contradição: promete fracturas, e revela possibilidades. E morde, morde muito. No limite, a beleza está no convite exigente a posicionarmo-nos perante o que acontece no mundo e nos nossos pequenos mundos quotidianos e, com toda a radicalidade, perante nós próprios e perante Deus. É uma imensa porta para a esperança, basta querermos abri-la.

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

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Pensava que não voltaria aqui tão cedo, mas continuo às voltas com o tema do lugar das mulheres na Igreja. Seria fácil assumir o papel de demolidora passiva, não propor nada, e mascarar a minha inércia com uma aparente e plácida ponderação. Fui bem-ensinada a desconfiar da afeição a temas difíceis, que acaba por nos domar e toldar o horizonte e, além disso, quem não quer marcar pontos de moderação nestes tempos desbragados? (Marta Saraiva)

Livres e ressuscitadas (II)

Mulheres impertinentes

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A etapa anterior da minha decantação espiritual terminou num trio de perguntas suspensas, e com o palpite de que há muitas mulheres em posições de liderança na Igreja. Além disso, andarão por aí muitas visionárias espirituais e serão, umas e outras, reconhecidas e elogiadas. No entanto, a irritação e a insatisfação persistem e é esse o ponto de partida deste troço.

Livres e ressuscitadas (I)

Livres e ressuscitadas (I)

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Nós (alguns apontamentos sobre o Relatório)

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Não será já, mas chegará, assim o espero, o momento de nos olharmos ao espelho – Igreja instituição e Igreja Povo de Deus – e dizermos com toda a verdade: isto somos nós. Podemos não gostar, mas é isto que somos.

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

Adultos. Com A grande, sff. (II)

O primeiro propósito deste texto está cumprido: citar os Capitão Fausto. Não garanto que cumpra o segundo, ou seja, perceber como olhamos hoje para a idade adulta no chamado Ocidente.

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

Um dia igual aos outros

Os olhos vão chegando ao final do Verão carregados de paisagem. Lagos, montes, desertos e um oásis pelo meio, as planícies e praias de sempre, o Douro – fruto literal da videira e do trabalho do Homem –, e um sem número de lugares. E a Cidade Santa. Jerusalém. Monte das Oliveiras, final da tarde.

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Vinte e cinco anos depois

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