Os jovens de Lisboa vão ter um novo local para aprender música, a partir do próximo dia 19 de abril: a Academia Skoola. As aulas vão decorrer em contentores, autocarros e salas de eventos do Village Underground Lisboa.
Os jovens de Lisboa vão ter um novo local para aprender música, a partir do próximo dia 19 de abril: a Academia Skoola. As aulas vão decorrer em contentores, autocarros e salas de eventos do Village Underground Lisboa.
São todos voluntários e querem ajudar a combater o isolamento dos mais velhos. Visitam-nos em casa e nos hospitais, organizam atividades lúdicas e culturais, colónias de férias e piqueniques. E nem a covid-19 os desfocou da sua missão. Em época de confinamento, fazem companhia pelo telefone.
Há quem lhe chame aldeia social, há quem as conheça como “casinhas autónomas.” Concebidas como alternativa aos lares, são dez casas pré-fabricadas de madeira, construídas no mesmo espaço, junto umas das outras, perto de um jardim e de um pinhal, em Mourisca do Vouga (Águeda, distrito de Aveiro). Ali habitam 19 idosos que encontraram, em liberdade, qualidade de vida e um saudável espírito de vizinhança.
A iniciativa foi de duas alentejanas, Ana Bettencourt e Mariana Medeiro, uma de Beja e outra de Serpa. “Sabíamos que já existiam bastantes grupos que realizavam este tipo de campos de férias católicos, e já tínhamos participado em peregrinações com esses grupos, mas não havia nenhum na nossa região.”
Há 10 anos, Peter Mendes deixou a ilha Brava, em Cabo Verde, com destino a Lisboa para fazer um transplante da válvula do coração. Precisou de apoio e foi então que conheceu a Associação Girassol Solidário, que presta apoio aos cabo-verdianos doentes enviados para Portugal para tratamento médico, ao abrigo do protocolo entre os dois países.
Quando o João nasceu, há 14 anos, parecia um bebé como qualquer outro. A mãe, Helena Sabino, tinha as rotinas organizadas como qualquer outra mãe de um recém-nascido. Mas aos 18 meses tudo mudou com o diagnóstico de autismo. “As minhas prioridades mudaram”, conta Helena, assistente social de profissão.
Há 11 anos, Ana Paulos chegou ao bairro Padre Cruz (em Carnide), o maior bairro social da Península Ibérica e o segundo maior da Europa. Levava um apito, uma bola e um projeto: usar o futebol de rua como estratégia de aproximação à população, sobretudo às crianças e jovens, e “trabalhar” as suas problemáticas individuais e sociais.
Os jovens de Lisboa vão ter um novo local para aprender música, a partir do próximo dia 19 de abril: a Academia Skoola. As aulas vão decorrer em contentores, autocarros e salas de eventos do Village Underground Lisboa.
São todos voluntários e querem ajudar a combater o isolamento dos mais velhos. Visitam-nos em casa e nos hospitais, organizam atividades lúdicas e culturais, colónias de férias e piqueniques. E nem a covid-19 os desfocou da sua missão. Em época de confinamento, fazem companhia pelo telefone.
Há quem lhe chame aldeia social, há quem as conheça como “casinhas autónomas.” Concebidas como alternativa aos lares, são dez casas pré-fabricadas de madeira, construídas no mesmo espaço, junto umas das outras, perto de um jardim e de um pinhal, em Mourisca do Vouga (Águeda, distrito de Aveiro). Ali habitam 19 idosos que encontraram, em liberdade, qualidade de vida e um saudável espírito de vizinhança.
A iniciativa foi de duas alentejanas, Ana Bettencourt e Mariana Medeiro, uma de Beja e outra de Serpa. “Sabíamos que já existiam bastantes grupos que realizavam este tipo de campos de férias católicos, e já tínhamos participado em peregrinações com esses grupos, mas não havia nenhum na nossa região.”
Há 10 anos, Peter Mendes deixou a ilha Brava, em Cabo Verde, com destino a Lisboa para fazer um transplante da válvula do coração. Precisou de apoio e foi então que conheceu a Associação Girassol Solidário, que presta apoio aos cabo-verdianos doentes enviados para Portugal para tratamento médico, ao abrigo do protocolo entre os dois países.
Quando o João nasceu, há 14 anos, parecia um bebé como qualquer outro. A mãe, Helena Sabino, tinha as rotinas organizadas como qualquer outra mãe de um recém-nascido. Mas aos 18 meses tudo mudou com o diagnóstico de autismo. “As minhas prioridades mudaram”, conta Helena, assistente social de profissão.
Há 11 anos, Ana Paulos chegou ao bairro Padre Cruz (em Carnide), o maior bairro social da Península Ibérica e o segundo maior da Europa. Levava um apito, uma bola e um projeto: usar o futebol de rua como estratégia de aproximação à população, sobretudo às crianças e jovens, e “trabalhar” as suas problemáticas individuais e sociais.
Portugueses no simpósio europeu
Uma Igreja sinodal não se fica pela consulta novidade“Uma Igreja verdadeiramente sinodal não é apenas uma Igreja que consulta, mas uma Igreja que, em comunhão, discerne caminhos e assume responsabilidades”, escrevem os quatro membros da Equipa Sinodal da Conferência Episcopal Portuguesa como balanço da sua participação no simpósio europeu que decorreu entre 14 e 17 de setembro de 2026, em Wels, cidade situada perto de Linz (Áustria).
Região marcada por violência
Padre assassinado a tiro no México, bispos exigem investigação novidadeO padre Román de la Cruz Hernández, pároco de Santa Cruz, em Huejutla, no estado mexicano de Hidalgo, foi assassinado a tiro, tendo o seu corpo sido encontrado junto a uma estrada, com ferimentos provocados por arma de fogo. A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM) manifestou “indignação e tristeza” com o sucedido e pediu uma investigação exaustiva para esclarecer o crime.
[Arquipélago Jerusalém]
Como matar um Dragão novidadeComeçam hoje, 18 de setembro, as eleições para a Duma russa, num país onde a guerra condiciona a vida política e onde o Kremlin procura impedir que o descontentamento se transforme em alternativa. Para situarmos estas eleições, nada melhor do que repetir uma anedota dos tempos soviéticos. [Texto de Mendo Castro Henriques].
No Movimento do Graal, tanto em Portugal como no âmbito internacional, a palavra “demanda” é estruturante para estarmos sintonizadas numa busca espiritual contínua e ativa “dos mistérios insondáveis de Deus”. Mesmo estando longe das pessoas com quem partilhei mais vivências nesta procura, sobretudo em Portugal, a dinâmica sobrevive e encontra sentido em novos contextos. [Texto de Marijke de Koning]
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