Dois episódios recentes vêm confirmar o que venho concluindo desde há algum tempo. É verdade que nalguns âmbitos as democracias liberais contemporâneas dão grande relevo à liberdade de expressão. Penso mesmo que esse relevo é nalguns aspetos excessivo, como se estivéssemos perante um direito absoluto, uma liberdade ilimitada, de teor individualista extremo. Mas também assistimos recentemente a graves afrontas a essa liberdade noutros âmbitos, afrontas que pareceriam impensáveis.




