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É o 25 de Abril e isso nos basta!

É o 25 de Abril e isso nos basta!

O 25 de Abril anda escondido por detrás dos balanços que dele fazemos. Daquilo que depois dele conseguimos concretizar e do que não fomos capazes de realizar. Incluindo o que ainda hoje continua por resolver na nossa sociedade ou nela emerge para nossa desgraça.

A Poesia na Rua

A Poesia na Rua

“É preciso ajudar. Ajudar quem gostaria que a poesia estivesse na rua, que a alegria fosse um privilégio de todos. Ajudá-los contra os que lubrificam a máquina do cinismo e do ódio.” – A reflexão de Eduardo Jorge Madureira, na rubrica À Margem desta semana.

Serão os cristãos uns inúteis?

Serão os cristãos uns inúteis?

Para quem o quer ser verdadeiramente, ser cristão é lixado. Perdoem-me o vernáculo, mas é mesmo. De que serve ir à missa, se se sai da igreja e aquilo que lá dentro se experimenta não se repercute no modo de ser em família, no trabalho, na vida?

Perder a guerra, ganhar a paz

Perder a guerra, ganhar a paz

Estaremos já adormecidos pelas guerras? E os crentes, onde andam? Aproximamo-nos das eleições para o Parlamento Europeu. Essa chamada à escolha democrática deveria provocar já, das igrejas cristãs e das restantes comunidades religiosas um papel mais interveniente.

Se queres a guerra, despreza a paz

Se queres a guerra, despreza a paz

“A geração que hoje dirige o Ocidente dá a impressão de ter aprendido pouco ou nada do que a Europa e o mundo viveram na primeira metade do séc. XX, a ponto de começar a ser descabido ou mesmo perigoso procurar caminhos de paz.” A reflexão de Manuel Pinto, no À Margem desta semana.

O perigo dos ressentimentos

O perigo dos ressentimentos

No final dos anos 1960, o 25 Abril era ainda um sonho distante e Carlos fugiu para França por se negar a ir à tropa e por alguns problemas com a PIDE. Fez de Paris o refúgio, impedido de visitar Portugal. Era cuidadoso, desconfiado e evitava criar rotinas visíveis. Só depois do 25 de Abril abriu a porta de casa a alguns (poucos) amigos…

É o 25 de Abril e isso nos basta!

Sem consensos, graças a Deus

“O ‘confrontacionismo’ exacerbado que se instalou na vida pública em Portugal começa a mostrar-se tão irredutível como o que singra noutras sociedades ocidentais. O seu maior veneno radica nas minorias que não aceitam derrotas.” A reflexão de Jorge Wemans, no À Margem desta semana.

A Poesia na Rua

O ressentimento não melhora o país

“O ressentimento é hoje um sentimento amplamente partilhado. Experimentado por muitos, o ressentimento é também bastante fomentado e instrumentalizado, designadamente pelos que julgam poder obter benefícios políticos ao assanhar emoções – através das redes sociais, sobretudo – e devastar a concórdia cívica.” A reflexão de Eduardo Jorge Madureira, no À Margem desta semana.

É o 25 de Abril e isso nos basta!

É o 25 de Abril e isso nos basta!

O 25 de Abril anda escondido por detrás dos balanços que dele fazemos. Daquilo que depois dele conseguimos concretizar e do que não fomos capazes de realizar. Incluindo o que ainda hoje continua por resolver na nossa sociedade ou nela emerge para nossa desgraça.

A Poesia na Rua

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“É preciso ajudar. Ajudar quem gostaria que a poesia estivesse na rua, que a alegria fosse um privilégio de todos. Ajudá-los contra os que lubrificam a máquina do cinismo e do ódio.” – A reflexão de Eduardo Jorge Madureira, na rubrica À Margem desta semana.

Serão os cristãos uns inúteis?

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Para quem o quer ser verdadeiramente, ser cristão é lixado. Perdoem-me o vernáculo, mas é mesmo. De que serve ir à missa, se se sai da igreja e aquilo que lá dentro se experimenta não se repercute no modo de ser em família, no trabalho, na vida?

Perder a guerra, ganhar a paz

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Estaremos já adormecidos pelas guerras? E os crentes, onde andam? Aproximamo-nos das eleições para o Parlamento Europeu. Essa chamada à escolha democrática deveria provocar já, das igrejas cristãs e das restantes comunidades religiosas um papel mais interveniente.

Se queres a guerra, despreza a paz

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“A geração que hoje dirige o Ocidente dá a impressão de ter aprendido pouco ou nada do que a Europa e o mundo viveram na primeira metade do séc. XX, a ponto de começar a ser descabido ou mesmo perigoso procurar caminhos de paz.” A reflexão de Manuel Pinto, no À Margem desta semana.

O perigo dos ressentimentos

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No final dos anos 1960, o 25 Abril era ainda um sonho distante e Carlos fugiu para França por se negar a ir à tropa e por alguns problemas com a PIDE. Fez de Paris o refúgio, impedido de visitar Portugal. Era cuidadoso, desconfiado e evitava criar rotinas visíveis. Só depois do 25 de Abril abriu a porta de casa a alguns (poucos) amigos…

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Últimas Notícias

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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