Os cerca de 13 mil migrantes que ficaram sem abrigo na sequência dos incêndios que destruíram, na semana passada, o campo de refugiados de Moria, na ilha grega de Lesbos, começaram esta quinta-feira, 17 de março, a ser levados para um novo “campo de emergência”, que tem estado a ser construído nas imediações do anterior. Diversas organizações humanitárias consideram que esta solução é “inaceitável”, “não responde às necessidades básicas dessas pessoas”, e equivale a colocá-las numa “prisão a céu aberto”. E apelam à União Europeia para que “finalmente”, inicie “um processo de redistribuição dos requerentes de asilo em cada um dos Estados-Membros”.











