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Das perguntas primitivas à consolação

[Metáforas vivas]

Das perguntas primitivas à consolação

Este texto corresponde à homilia de domingo, 20 de setembro, [domingo xxv do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix no Santuário de Nossa Senhora do Porto d’Ave, em Taíde, arciprestado da Póvoa de Lanhoso.

Regresso ao Natal

[Entre Margens]

Regresso ao Natal

Aos cinco anos, a minha filha viveu consciente o seu primeiro Natal. Consciente, porque foi o Natal em que fez perguntas recorrentes sobre essa data festiva. A primeira coisa que lhe chamou a atenção foi o movimento crescente no comércio. Nesse dia fui surpreendida pela sua aguçada atenção ao que se passava em redor: – Mamã, porque estão as pessoas a comprar tantos presentes? [Texto de Aldora Amaral].

Entre muros e grades

Esperar liberdade – O Natal de 5 reclusos (1)

Entre muros e grades

E como se vive o Natal para lá das grades de uma prisão? Sendo um dos universos que a sociedade portuguesa teima em estigmatizar e em não querer ver e conhecer, o 7MARGENS convidou cinco reclusos a testemunhar como é viver o Natal na condição de reclusão. J.V. escreve o primeiro.

1700 anos depois, os inúmeros reflexos da paz

[Entre Margens]

1700 anos depois, os inúmeros reflexos da paz

Da paz antiga à paz nova. Assim poderíamos abarcar o escopo desta primeira viagem apostólica do Papa Leão XIV. Raramente uma viagem papal terá concentrado tantas camadas de sentido, terá aberto tantas passagens do mundo antigo ao mundo contemporâneo e vice-versa. [Texto de Jorge Leandro Rosa].

Segundo a carne

[Metáforas vivas]

Segundo a carne

Este texto corresponde à homilia de domingo, 21 de dezembro, [Domingo iv do tempo do advento ― a ― 2025], proferida pelo P. Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

Em busca do rosto de Deus

[Entre Margens]

Em busca do rosto de Deus

Embora se passe um pouco por toda a Europa, incluindo Portugal, é no coração do continente onde é mais visível a acelerada descristianização das sociedades. Uma realidade que se impõe, se estranha e se lamenta, como se algo de essencial estivesse a desaparecer sem que consigamos impedi-lo. As celebrações de Natal são agora, muitas delas, rebatizadas como “festas de inverno”. Desaparece o sentido da Pessoa que as sustenta, esse Menino profundamente pobre, marginal e desvalido que depositou a sua confiança em nós. [Texto de Dina Matos Ferreira].

Regresso ao Natal

[Entre Margens]

Regresso ao Natal

Aos cinco anos, a minha filha viveu consciente o seu primeiro Natal. Consciente, porque foi o Natal em que fez perguntas recorrentes sobre essa data festiva. A primeira coisa que lhe chamou a atenção foi o movimento crescente no comércio. Nesse dia fui surpreendida pela sua aguçada atenção ao que se passava em redor: – Mamã, porque estão as pessoas a comprar tantos presentes? [Texto de Aldora Amaral].

Entre muros e grades

Esperar liberdade – O Natal de 5 reclusos (1)

Entre muros e grades

E como se vive o Natal para lá das grades de uma prisão? Sendo um dos universos que a sociedade portuguesa teima em estigmatizar e em não querer ver e conhecer, o 7MARGENS convidou cinco reclusos a testemunhar como é viver o Natal na condição de reclusão. J.V. escreve o primeiro.

1700 anos depois, os inúmeros reflexos da paz

[Entre Margens]

1700 anos depois, os inúmeros reflexos da paz

Da paz antiga à paz nova. Assim poderíamos abarcar o escopo desta primeira viagem apostólica do Papa Leão XIV. Raramente uma viagem papal terá concentrado tantas camadas de sentido, terá aberto tantas passagens do mundo antigo ao mundo contemporâneo e vice-versa. [Texto de Jorge Leandro Rosa].

Segundo a carne

[Metáforas vivas]

Segundo a carne

Este texto corresponde à homilia de domingo, 21 de dezembro, [Domingo iv do tempo do advento ― a ― 2025], proferida pelo P. Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

Em busca do rosto de Deus

[Entre Margens]

Em busca do rosto de Deus

Embora se passe um pouco por toda a Europa, incluindo Portugal, é no coração do continente onde é mais visível a acelerada descristianização das sociedades. Uma realidade que se impõe, se estranha e se lamenta, como se algo de essencial estivesse a desaparecer sem que consigamos impedi-lo. As celebrações de Natal são agora, muitas delas, rebatizadas como “festas de inverno”. Desaparece o sentido da Pessoa que as sustenta, esse Menino profundamente pobre, marginal e desvalido que depositou a sua confiança em nós. [Texto de Dina Matos Ferreira].

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