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Enquanto houver um jovem trabalhador explorado, a JOC vai continuar… mesmo com pouco apoio da Igreja

90 anos em Portugal e 100 no mundo

Enquanto houver um jovem trabalhador explorado, a JOC vai continuar… mesmo com pouco apoio da Igreja

A Juventude Operária Católica (JOC) celebra 90 anos em Portugal – e 100 anos no mundo – num momento em que a precariedade laboral e a crise da habitação asfixiam os projetos de vida de uma nova geração. Em vésperas da celebração de mais um Dia do Trabalhador, o 7MARGENS ouviu o seu presidente nacional, Pedro Esteves, o assistente eclesiástico, padre Pedro Lima, e a antiga dirigente Maria João Martins.

A JMJ e a paz na Ucrânia

A JMJ e a paz na Ucrânia

Uma das mais comoventes imagens da Jornada Mundial da Juventude que haveremos de reter na memória é a da multiplicidade de bandeiras dos mais diversos países, das mais familiares às mais desconhecidas, de países mais ou menos longínquos, ricos e pobres. Mais até do que o número de participantes, foi esta imagem de universalidade (que mostra como a mensagem do Evangelho chegou mesmo a todos os cantos da Terra, de um modo que só a ação de Deus pode explicar) que distinguiu este extraordinário evento.

Alegria com raízes – Raízes de alegria

Alegria com raízes – Raízes de alegria

A Alegria está quase omnipresente nos escritos do Papa Francisco, talvez por isso não seja de admirar que tenha desafiado os jovens reunidos em Lisboa à alegria e a perceberem onde é que ela está enraizada. Dos muitos desafios lançados pelo Papa, na Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, este parece-me particularmente provocatório, pelo que tem de exigência e  pelo desafio que acarreta.

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

O meu sonho de ser voluntária na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) começou em 2019, quando o Papa Francisco, no Panamá, anunciou que a edição seguinte seria em Portugal. Depois de ter participado como peregrina em duas JMJ – Madrid em 2011 e Cracóvia em 2016 – senti que tinha chegado o momento de contribuir de alguma forma para um evento que tanto me marcou.

A propósito da JMJ

A propósito da JMJ

A realização da JMJ e a presença do Papa em Lisboa são uma oportunidade para refletir sobre o lugar e a importância da religião na sociedade.
Continuamos a pensar a religião sobretudo a partir da pergunta “Deus existe?” e do conflito entre a religião e a ciência como fontes de conhecimento do mundo. A primeira, já o sabemos, é uma pergunta sem resposta de conhecimento e a segunda é uma questão sem sentido.

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.

A JMJ e a paz na Ucrânia

A JMJ e a paz na Ucrânia

Uma das mais comoventes imagens da Jornada Mundial da Juventude que haveremos de reter na memória é a da multiplicidade de bandeiras dos mais diversos países, das mais familiares às mais desconhecidas, de países mais ou menos longínquos, ricos e pobres. Mais até do que o número de participantes, foi esta imagem de universalidade (que mostra como a mensagem do Evangelho chegou mesmo a todos os cantos da Terra, de um modo que só a ação de Deus pode explicar) que distinguiu este extraordinário evento.

Alegria com raízes – Raízes de alegria

Alegria com raízes – Raízes de alegria

A Alegria está quase omnipresente nos escritos do Papa Francisco, talvez por isso não seja de admirar que tenha desafiado os jovens reunidos em Lisboa à alegria e a perceberem onde é que ela está enraizada. Dos muitos desafios lançados pelo Papa, na Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, este parece-me particularmente provocatório, pelo que tem de exigência e  pelo desafio que acarreta.

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

O meu sonho de ser voluntária na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) começou em 2019, quando o Papa Francisco, no Panamá, anunciou que a edição seguinte seria em Portugal. Depois de ter participado como peregrina em duas JMJ – Madrid em 2011 e Cracóvia em 2016 – senti que tinha chegado o momento de contribuir de alguma forma para um evento que tanto me marcou.

A propósito da JMJ

A propósito da JMJ

A realização da JMJ e a presença do Papa em Lisboa são uma oportunidade para refletir sobre o lugar e a importância da religião na sociedade.
Continuamos a pensar a religião sobretudo a partir da pergunta “Deus existe?” e do conflito entre a religião e a ciência como fontes de conhecimento do mundo. A primeira, já o sabemos, é uma pergunta sem resposta de conhecimento e a segunda é uma questão sem sentido.

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.

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