Dossiês
Dossiês
90 anos em Portugal e 100 no mundo
Enquanto houver um jovem trabalhador explorado, a JOC vai continuar… mesmo com pouco apoio da Igreja
A Juventude Operária Católica (JOC) celebra 90 anos em Portugal – e 100 anos no mundo – num momento em que a precariedade laboral e a crise da habitação asfixiam os projetos de vida de uma nova geração. Em vésperas da celebração de mais um Dia do Trabalhador, o 7MARGENS ouviu o seu presidente nacional, Pedro Esteves, o assistente eclesiástico, padre Pedro Lima, e a antiga dirigente Maria João Martins.
As últimas palavras do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude
As últimas palavras do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude, já no voo de regresso a Roma, foram estas: “Recomendo que não vos esqueçais: Hermanito, Fratellino, o livro do migrante.” Procurei-o. Não existe ainda a versão traduzida para o português. Li-o então em espanhol.
A JMJ e a paz na Ucrânia
Uma das mais comoventes imagens da Jornada Mundial da Juventude que haveremos de reter na memória é a da multiplicidade de bandeiras dos mais diversos países, das mais familiares às mais desconhecidas, de países mais ou menos longínquos, ricos e pobres. Mais até do que o número de participantes, foi esta imagem de universalidade (que mostra como a mensagem do Evangelho chegou mesmo a todos os cantos da Terra, de um modo que só a ação de Deus pode explicar) que distinguiu este extraordinário evento.
Alegria com raízes – Raízes de alegria
A Alegria está quase omnipresente nos escritos do Papa Francisco, talvez por isso não seja de admirar que tenha desafiado os jovens reunidos em Lisboa à alegria e a perceberem onde é que ela está enraizada. Dos muitos desafios lançados pelo Papa, na Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, este parece-me particularmente provocatório, pelo que tem de exigência e pelo desafio que acarreta.
Ensaio
Entre Loisy e a Igreja de Francisco, na JMJ: sinais entre os fantasmas?
O fortíssimo impacto da JMJ levou-me a escrever este texto. Acedo ao que vejo como o problema de base da Igreja Católica, tão interessante quanto profundo, e que a JMJ obriga a enfrentar. Por tudo o que foi a Jornada, mas em especial pelas repetidas afirmações do Papa sobre “o que a Igreja é”. [Um ensaio de Maria de Lurdes Rosa]
“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”
O meu sonho de ser voluntária na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) começou em 2019, quando o Papa Francisco, no Panamá, anunciou que a edição seguinte seria em Portugal. Depois de ter participado como peregrina em duas JMJ – Madrid em 2011 e Cracóvia em 2016 – senti que tinha chegado o momento de contribuir de alguma forma para um evento que tanto me marcou.
A propósito da JMJ
A realização da JMJ e a presença do Papa em Lisboa são uma oportunidade para refletir sobre o lugar e a importância da religião na sociedade.
Continuamos a pensar a religião sobretudo a partir da pergunta “Deus existe?” e do conflito entre a religião e a ciência como fontes de conhecimento do mundo. A primeira, já o sabemos, é uma pergunta sem resposta de conhecimento e a segunda é uma questão sem sentido.
Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?
Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.
Papa trabalha com juízes e juízas nas Américas
Direitos sociais e ambientais passam a ter uma “associação privada de fiéis”
O Papa Francisco atribuiu o estatuto de associação privada de fieis de caráter internacional ao “Comité Pan-Americano de Juízes e Juízas para os Direitos Sociais e a Doutrina Franciscana” (COPAJU).
As últimas palavras do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude
As últimas palavras do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude, já no voo de regresso a Roma, foram estas: “Recomendo que não vos esqueçais: Hermanito, Fratellino, o livro do migrante.” Procurei-o. Não existe ainda a versão traduzida para o português. Li-o então em espanhol.
A JMJ e a paz na Ucrânia
Uma das mais comoventes imagens da Jornada Mundial da Juventude que haveremos de reter na memória é a da multiplicidade de bandeiras dos mais diversos países, das mais familiares às mais desconhecidas, de países mais ou menos longínquos, ricos e pobres. Mais até do que o número de participantes, foi esta imagem de universalidade (que mostra como a mensagem do Evangelho chegou mesmo a todos os cantos da Terra, de um modo que só a ação de Deus pode explicar) que distinguiu este extraordinário evento.
Alegria com raízes – Raízes de alegria
A Alegria está quase omnipresente nos escritos do Papa Francisco, talvez por isso não seja de admirar que tenha desafiado os jovens reunidos em Lisboa à alegria e a perceberem onde é que ela está enraizada. Dos muitos desafios lançados pelo Papa, na Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, este parece-me particularmente provocatório, pelo que tem de exigência e pelo desafio que acarreta.
Ensaio
Entre Loisy e a Igreja de Francisco, na JMJ: sinais entre os fantasmas?
O fortíssimo impacto da JMJ levou-me a escrever este texto. Acedo ao que vejo como o problema de base da Igreja Católica, tão interessante quanto profundo, e que a JMJ obriga a enfrentar. Por tudo o que foi a Jornada, mas em especial pelas repetidas afirmações do Papa sobre “o que a Igreja é”. [Um ensaio de Maria de Lurdes Rosa]
“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”
O meu sonho de ser voluntária na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) começou em 2019, quando o Papa Francisco, no Panamá, anunciou que a edição seguinte seria em Portugal. Depois de ter participado como peregrina em duas JMJ – Madrid em 2011 e Cracóvia em 2016 – senti que tinha chegado o momento de contribuir de alguma forma para um evento que tanto me marcou.
A propósito da JMJ
A realização da JMJ e a presença do Papa em Lisboa são uma oportunidade para refletir sobre o lugar e a importância da religião na sociedade.
Continuamos a pensar a religião sobretudo a partir da pergunta “Deus existe?” e do conflito entre a religião e a ciência como fontes de conhecimento do mundo. A primeira, já o sabemos, é uma pergunta sem resposta de conhecimento e a segunda é uma questão sem sentido.
Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?
Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.
Papa trabalha com juízes e juízas nas Américas
Direitos sociais e ambientais passam a ter uma “associação privada de fiéis”
O Papa Francisco atribuiu o estatuto de associação privada de fieis de caráter internacional ao “Comité Pan-Americano de Juízes e Juízas para os Direitos Sociais e a Doutrina Franciscana” (COPAJU).
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