Trago comigo (13)
Quando os livros nos trazem memórias de infância
Publicamos a seguir o décimo terceiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. O texto, de Dulce Vilas Boas, fala-nos de livros e de “Ernestina” de José Rentes de Carvalho.
Livro
A liberdade entre direito e responsabilidade
Em Liberdade: direito ou responsabilidade? Robert Nozick e o Pensamento Social Católico em confronto, Dina Matos Ferreira revisita uma das grandes questões da filosofia política: o que significa, afinal, ser livre? O mérito do livro está, desde logo, em colocar frente a frente duas tradições habitualmente lidas como inconciliáveis.
Livro de Irvin D. Yalom
Até que a morte nos junte
Marta Cerqueira partilha as suas impressões sobre um livro que, “apesar de falar sobre a morte, traz esperança” em relação a como se pode vencer o medo de morrer.
[Entre Margens]
Uma organização mafiosa no coração da Igreja?
“O Papa Leão XIV encontrou-se há dias com Gareth Gore, autor do livro ‘Opus. Engenharia financeira, tráfico humano e ascensão da extrema-direita no seio da Igreja Católica’. Por coincidência acabei de ler o livro muito recentemente, e fiquei com a impressão de que ele me veio aclarar muitas dúvidas e questões.” – Uma reflexão de Jorge Paulo
[todo o dia é véspera]
três semanas após o início da invasão do Irão, o debate que importa, no seu canal favorito.
Um poema de Luís Soares Barbosa, numa rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”.
[Moçambique, margem Sul]
Dos Templos aos Cadillacs: uma leitura crítica de “Moçambique, meu país”
“É um livro que pertence a todos. É revelador do modo como a independência deste país foi gerida, desde o seu início. Informa-nos sobre os protagonistas e o papel desempenhado, as dificuldades e as virtudes passadas. Mais do que isso, inspira para aquilo em que o país se deve tornar.” [Texto de Sara Jona Laísse]
“todo o dia é véspera”
“A nossa circunstância” em pequenos poemas mensais de Luís Soares Barbosa no 7MARGENS
“Tomo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para breves glosas da nossa circunstância”, diz Luís Soares Barbosa, poeta e professor na Universidade do Minho, que a partir deste dia 24 inicia no 7MARGENS uma colaboração com poemas que são, “uma espécie de comentários sobre a nossa circunstância portuguesa”.
[Entre Margens]
Duma escrita feita de telas onde tudo se pintou
Apeteceu-me escrever sobre António Lobo Antunes, mas achei que quase tudo o que é importante já foi dito. Resolvi fazer de outra maneira para não perder a oportunidade de falar de alguém que fazia da escrita as “telas onde se pintam” os sentimentos, as emoções, os factos e as interpretações deles, as dores, as humilhações, os desastres, as lógicas e as ilógicas, as injustiças, as assimetrias sociais… [Texto de Margarida Cordo].
Livros de João Paulo Costa
Habitar o desabrigo
Este livro, “Urdiduras Espaciais”, tece-se em torno da imagem do poeta enquanto habitante do mundo. Tema bem conhecido dos que amam a poesia de Hölderlin e seguem a exploração filosófica que Heidegger dele faz. Tema que nos situa no «problema da habitação», do título de um livro de Ruy Belo.
Livro
A liberdade entre direito e responsabilidade
Em Liberdade: direito ou responsabilidade? Robert Nozick e o Pensamento Social Católico em confronto, Dina Matos Ferreira revisita uma das grandes questões da filosofia política: o que significa, afinal, ser livre? O mérito do livro está, desde logo, em colocar frente a frente duas tradições habitualmente lidas como inconciliáveis.
Livro de Irvin D. Yalom
Até que a morte nos junte
Marta Cerqueira partilha as suas impressões sobre um livro que, “apesar de falar sobre a morte, traz esperança” em relação a como se pode vencer o medo de morrer.
[Entre Margens]
Uma organização mafiosa no coração da Igreja?
“O Papa Leão XIV encontrou-se há dias com Gareth Gore, autor do livro ‘Opus. Engenharia financeira, tráfico humano e ascensão da extrema-direita no seio da Igreja Católica’. Por coincidência acabei de ler o livro muito recentemente, e fiquei com a impressão de que ele me veio aclarar muitas dúvidas e questões.” – Uma reflexão de Jorge Paulo
[todo o dia é véspera]
três semanas após o início da invasão do Irão, o debate que importa, no seu canal favorito.
Um poema de Luís Soares Barbosa, numa rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”.
[Moçambique, margem Sul]
Dos Templos aos Cadillacs: uma leitura crítica de “Moçambique, meu país”
“É um livro que pertence a todos. É revelador do modo como a independência deste país foi gerida, desde o seu início. Informa-nos sobre os protagonistas e o papel desempenhado, as dificuldades e as virtudes passadas. Mais do que isso, inspira para aquilo em que o país se deve tornar.” [Texto de Sara Jona Laísse]
“todo o dia é véspera”
“A nossa circunstância” em pequenos poemas mensais de Luís Soares Barbosa no 7MARGENS
“Tomo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para breves glosas da nossa circunstância”, diz Luís Soares Barbosa, poeta e professor na Universidade do Minho, que a partir deste dia 24 inicia no 7MARGENS uma colaboração com poemas que são, “uma espécie de comentários sobre a nossa circunstância portuguesa”.
[Entre Margens]
Duma escrita feita de telas onde tudo se pintou
Apeteceu-me escrever sobre António Lobo Antunes, mas achei que quase tudo o que é importante já foi dito. Resolvi fazer de outra maneira para não perder a oportunidade de falar de alguém que fazia da escrita as “telas onde se pintam” os sentimentos, as emoções, os factos e as interpretações deles, as dores, as humilhações, os desastres, as lógicas e as ilógicas, as injustiças, as assimetrias sociais… [Texto de Margarida Cordo].
Livros de João Paulo Costa
Habitar o desabrigo
Este livro, “Urdiduras Espaciais”, tece-se em torno da imagem do poeta enquanto habitante do mundo. Tema bem conhecido dos que amam a poesia de Hölderlin e seguem a exploração filosófica que Heidegger dele faz. Tema que nos situa no «problema da habitação», do título de um livro de Ruy Belo.
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