Opinião
Opinião
[Entre Margens]
Da vulnerabilidade da Click to Pray às alternativas éticas
Estava a reler alguns números da Magnifica Humanitas, em particular sobre a necessidade de promovermos uma «ecologia da comunicação» que, entre outras coisas, proteja os dados pessoais (MH n.º 137), quando, noutra janela, recebo um alerta de uma publicação de BobDaHacker, uma especialista em cibersegurança. [Texto de Hermano Filipe].
[Dicionário particular]
“g” de gordo: uma palavra com excesso de peso
É preciso normalizar a palavra gordo, é preciso que os gordos voltem a poder ser gordos porque o que é certo é cada um ser como é: gordo ou magro, alto ou baixo, mais ou menos inteligente, tudo é válido. [Texto de Júlia Costa].
Uma estória de Vida e de Morte
Alguém sem fé defendeu que os cristãos são demasiado focados na morte de Cristo, em vão, e que deveriam concentrar-se antes na sua vida, essa sim, cheia de significado. Será mesmo assim? Então o que faz a diferença? O que nos salva? A morte ou a vida de Jesus Cristo? [Texto de José Brissos-Lino].
Os planos do Papa Francisco para reformar a Igreja estão vivos e de boa saúde
Foi por um triz, mas a saída de Francisco do Hospital Gemelli garante que a concretização dos objectivos do Sínodo sobre a Sinodalidade durará mais do que ele. [Texto de Phyllis Zagano].
[Moçambique, Margem Sul]
Esguelhas da alma: o outro lado da vida
Li “Esguelhas da alma” avisada de que quem não tem informação sobre alguma coisa não a deve criticar, deve procurar conhecê-la, antes. Ou seja, há um conselho: não fales sobre o que não sabes, pergunta. [A crónica de Sara Jona Laisse sobre um livro de Virgílio Sitole]
Quedas
Estamos praticamente no final da Quaresma. Amo tanto este caminho tortuoso e não linear que nos leva à plena Ressurreição de Cristo. Na tradicional Via Sacra Jesus cai por três vezes. Na 3ª estação Jesus cai pela primeira vez – a consciência da vulnerabilidade absoluta, as chicotadas que se derramam no seu corpo, o tropeço inesperado que o faz cair sob o peso da cruz. [Texto de Teresa Vasconcelos].
O Ridículo e o decente
O exercício era fazer rir. Não contar piadas, não preparar graças, não preparar o que quer que fosse. Era fazer rir, querer ser gostado, procurar muito, muito, ser gostado. E sempre, olhar, perceber as reações e respeitar o público. Foi um Workshop de Clown, num grupo de Teatro Universitário. Tão importante que foi. [Texto de Inês Patrício, Berlim]
[Crónica da Europa]
Será possível fazer outro boneco? (2)
Entram Trump e sequazes e instalaram a insensatez. O trumpismo é um Super-Brexit em que a América corta com o mundo e quer uma nova ordem política já anunciado em 2016 e mesmo desde o Tea Party. É um movimento de direita radical que consegue a fusão entre a “fuga adiante” rumo à globalização de sinal menos e a “fuga para trás”, para as fronteiras estatais, ao mesmo tempo que alimenta o negacionismo climático e promove a singularidade digital. [Texto de Mendo Castro Henriques].
[À Margem]
A maldade de um homem contra o mundo – onde a empatia?
Não se trata de um conflito comercial. É o reflexo da maldade e falta de empatia que habita o coração de um homem (haverá coração ali?). A imposição de tarifas é uma guerra contra o mundo, disse o actual presidente americano. Mistério incompreensível, o da maldade.
[Dicionário particular]
“g” de gordo: uma palavra com excesso de peso
É preciso normalizar a palavra gordo, é preciso que os gordos voltem a poder ser gordos porque o que é certo é cada um ser como é: gordo ou magro, alto ou baixo, mais ou menos inteligente, tudo é válido. [Texto de Júlia Costa].
Uma estória de Vida e de Morte
Alguém sem fé defendeu que os cristãos são demasiado focados na morte de Cristo, em vão, e que deveriam concentrar-se antes na sua vida, essa sim, cheia de significado. Será mesmo assim? Então o que faz a diferença? O que nos salva? A morte ou a vida de Jesus Cristo? [Texto de José Brissos-Lino].
Os planos do Papa Francisco para reformar a Igreja estão vivos e de boa saúde
Foi por um triz, mas a saída de Francisco do Hospital Gemelli garante que a concretização dos objectivos do Sínodo sobre a Sinodalidade durará mais do que ele. [Texto de Phyllis Zagano].
[Moçambique, Margem Sul]
Esguelhas da alma: o outro lado da vida
Li “Esguelhas da alma” avisada de que quem não tem informação sobre alguma coisa não a deve criticar, deve procurar conhecê-la, antes. Ou seja, há um conselho: não fales sobre o que não sabes, pergunta. [A crónica de Sara Jona Laisse sobre um livro de Virgílio Sitole]
Quedas
Estamos praticamente no final da Quaresma. Amo tanto este caminho tortuoso e não linear que nos leva à plena Ressurreição de Cristo. Na tradicional Via Sacra Jesus cai por três vezes. Na 3ª estação Jesus cai pela primeira vez – a consciência da vulnerabilidade absoluta, as chicotadas que se derramam no seu corpo, o tropeço inesperado que o faz cair sob o peso da cruz. [Texto de Teresa Vasconcelos].
O Ridículo e o decente
O exercício era fazer rir. Não contar piadas, não preparar graças, não preparar o que quer que fosse. Era fazer rir, querer ser gostado, procurar muito, muito, ser gostado. E sempre, olhar, perceber as reações e respeitar o público. Foi um Workshop de Clown, num grupo de Teatro Universitário. Tão importante que foi. [Texto de Inês Patrício, Berlim]
[Crónica da Europa]
Será possível fazer outro boneco? (2)
Entram Trump e sequazes e instalaram a insensatez. O trumpismo é um Super-Brexit em que a América corta com o mundo e quer uma nova ordem política já anunciado em 2016 e mesmo desde o Tea Party. É um movimento de direita radical que consegue a fusão entre a “fuga adiante” rumo à globalização de sinal menos e a “fuga para trás”, para as fronteiras estatais, ao mesmo tempo que alimenta o negacionismo climático e promove a singularidade digital. [Texto de Mendo Castro Henriques].
[À Margem]
A maldade de um homem contra o mundo – onde a empatia?
Não se trata de um conflito comercial. É o reflexo da maldade e falta de empatia que habita o coração de um homem (haverá coração ali?). A imposição de tarifas é uma guerra contra o mundo, disse o actual presidente americano. Mistério incompreensível, o da maldade.
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