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Lembrar o 1º de Maio, refletir e continuar a luta

Comunicado do MMTC

Lembrar o 1º de Maio, refletir e continuar a luta

“Lembrar, refletir e continuar a luta” é o título do comunicado do Movimento Mundial dos Trabalhadores Cristãos (MMTC) sobre o 1º de Maio, que este ano foi redigido pelo movimento da República Dominicana e que, além “da luta pelas condições de trabalho e de vida dos trabalhadores em todo o mundo”, recorda a importância de pôr termo “à destruição do planeta” e de conseguir “segurança no emprego, rendimento suficiente para a família, melhoria dos serviços de saúde e da Segurança Social”.

1º de Maio

Carvalho da Silva e o apelo da “Fratelli Tutti”

“Na encíclica Fratelli Tutti, o Papa Francisco, no capítulo ‘A política melhor’ alerta para cuidados a termos com o mercado enquanto ‘dogma de fé neoliberal’ e para não aceitarmos que a economia ‘assuma o poder real do Estado’.

Segunda leitura: O que é um proletário? [À volta do 1º de Maio]

Segunda leitura: O que é um proletário? [À volta do 1º de Maio]

Um proletário, portanto, é alguém que não tem nada de seu, nem terrenos, nem fortunas, nem heranças, nada, e que apenas vive de vender a força dos seus braços num qualquer trabalho, recebendo daí um salário para sobreviver. A única riqueza (que muitas vezes também acarreta até mais pobreza…) são os filhos. A única ‘coisa’ de seu, por assim dizer.

[À volta do 1º de Maio] Sozinhos nos querem? Solidários nos terão

[À volta do 1º de Maio] Sozinhos nos querem? Solidários nos terão

Em todo o mundo, surgem movimentos cada vez mais organizados de trabalhadores das plataformas digitais (gig workers). Em Portugal, nos últimos anos, plataformas de trabalhadores precários como os FERVe, Precários Inflexíveis, Movimento dos Trabalhadores em Arquitectura e movimentos de trabalhadores da cultura têm marcado a diferença nas formas de luta e nas conquistas de milhares de trabalhadores.

[À volta do 1º de Maio] Encruzilhadas da vida

[À volta do 1º de Maio] Encruzilhadas da vida

Tenho 45 anos e sou trabalhadora precária. A precariedade tem sido uma constante na minha vida desde que entrei no mercado de trabalho. Talvez esta situação seja fruto de decisões tomadas no passado. Da busca de realização profissional e pessoal em diferentes áreas do conhecimento. Ou será que não?
A minha primeira licenciatura foi em Engenharia do Ambiente pelo Instituto Superior Técnico (IST).

[À volta do 1º de Maio] É tempo de resgatar o trabalho digno

[À volta do 1º de Maio] É tempo de resgatar o trabalho digno

O respeito pela dignidade humana e pelo bem comum universal, são princípios fundamentais do Ensino Social da Igreja e devem prevalecer na organização do trabalho. As empresas têm a responsabilidade de criar empregos, de partilhar a riqueza, equitativamente, e favorecer a prosperidade de forma sustentável. Trata-se de uma responsabilidade social e ambiental, que nestes tempos de pandemia assume contornos ainda mais emergentes.

[À volta do 1º de Maio] Perder oito vezes o Natal para receber o salário mínimo

[À volta do 1º de Maio] Perder oito vezes o Natal para receber o salário mínimo

Um dia, comecei a despertar desta dormência. Sentia-me incomodado ou, até mesmo encurralado. Não iria ficar rico a receber dois ordenados mínimos. Em 10 anos perdi oito vezes o Natal e a passagem de ano a trabalhar. Seria este o máximo a que eu poderia aspirar? Durante alguns dias não conseguia pensar noutra coisa. Até que, durante uma pausa do trabalho, fiz a chamada telefónica que mudou tudo: falei com a minha esposa, e disse-lhe que poderia ficar no fundo de desemprego (sobre o que falarei mais à frente) e voltar a estudar para melhorar a minha condição.

Lembrar o 1º de Maio, refletir e continuar a luta

Comunicado do MMTC

Lembrar o 1º de Maio, refletir e continuar a luta

“Lembrar, refletir e continuar a luta” é o título do comunicado do Movimento Mundial dos Trabalhadores Cristãos (MMTC) sobre o 1º de Maio, que este ano foi redigido pelo movimento da República Dominicana e que, além “da luta pelas condições de trabalho e de vida dos trabalhadores em todo o mundo”, recorda a importância de pôr termo “à destruição do planeta” e de conseguir “segurança no emprego, rendimento suficiente para a família, melhoria dos serviços de saúde e da Segurança Social”.

1º de Maio

Carvalho da Silva e o apelo da “Fratelli Tutti”

“Na encíclica Fratelli Tutti, o Papa Francisco, no capítulo ‘A política melhor’ alerta para cuidados a termos com o mercado enquanto ‘dogma de fé neoliberal’ e para não aceitarmos que a economia ‘assuma o poder real do Estado’.

Segunda leitura: O que é um proletário? [À volta do 1º de Maio]

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Um proletário, portanto, é alguém que não tem nada de seu, nem terrenos, nem fortunas, nem heranças, nada, e que apenas vive de vender a força dos seus braços num qualquer trabalho, recebendo daí um salário para sobreviver. A única riqueza (que muitas vezes também acarreta até mais pobreza…) são os filhos. A única ‘coisa’ de seu, por assim dizer.

[À volta do 1º de Maio] Sozinhos nos querem? Solidários nos terão

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Em todo o mundo, surgem movimentos cada vez mais organizados de trabalhadores das plataformas digitais (gig workers). Em Portugal, nos últimos anos, plataformas de trabalhadores precários como os FERVe, Precários Inflexíveis, Movimento dos Trabalhadores em Arquitectura e movimentos de trabalhadores da cultura têm marcado a diferença nas formas de luta e nas conquistas de milhares de trabalhadores.

[À volta do 1º de Maio] Encruzilhadas da vida

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A minha primeira licenciatura foi em Engenharia do Ambiente pelo Instituto Superior Técnico (IST).

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Jesus salva-nos de nós mesmos

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