A reflexão sobre o tema dos abusos deve, em meu entender, ter como premissa a realidade eclesial portuguesa; caso contrário, poderá tornar-se um ensaio meramente retórico, alheado da realidade concreta da esmagadora maioria das comunidades cristãs portuguesas – a maior parte das quais se situa, geograficamente, no território apelidado carinhosamente, pelos urbanos, como província.












