A igreja do Divino Salvador de Joane encheu com cerca de 200 pessoas que ouviram o arcebispo de Braga, José Cordeiro, dizer que a denúncia de abusos em Joane (Famalicão) e a consequente exposição mediática da comunidade é uma experiência que “pode contribuir para o aprofundamento de um processo de purificação” que a Arquidiocese de Braga está ainda a iniciar.












