A polémica estalou esta semana em Espanha, mais propriamente na diocese de Segóvia. Em Torrecaballeros, uma pequena localidade a cem quilómetros de Madrid, um padre recusou-se a dar a comunhão ao presidente do município, por este ser homossexual e viver publicamente em união de facto com outro homem. Pergunto-me: será que Judas, ou mesmo Pedro, tinham “condições objetivas de moralidade” para comungar, naquela Última Ceia? Não estará na altura de acabar com todas as exclusões que não têm justificação?











