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A bondade da criação

A bondade da criação

Associa-se habitualmente a bondade da criação à flora e à fauna, aos rios e às montanhas. Mas importa também associá-la ao corpo humano. Vêm-se sucedendo notícias sobre as implicações da ideologia do género em vários âmbitos da sociedade: da cultura, da educação, da medicina, do desporto, etc. (Opinião de Pedro Vaz Patto, presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz).

O presépio cósmico é o convívio fraterno

O presépio cósmico é o convívio fraterno

No tempo dos Reis Magos é altura de desfazer o presépio e guardá-lo para o ano seguinte. Este ano, porém, vejam bem!, comecei a pensar na “humanidade animalesca” que ele encerra e como nós cristãos e cristãs podemos pedir perdão pela forma desastrosa como tratamos os animais – os seres viventes não-humanos, como ousamos classificá-los. (Opinião de Joaquim Armindo)

O que Deus uniu…

[Olhar de teóloga]

O que Deus uniu…

O que Deus uniu… Como podemos permitir que esta frase seja usada quase exclusivamente no ritual do casamento? Deus nos une em tudo porque nos une na vida e para a vida. Estar unidos por e em Deus significa que temos uma origem comum que é o seu amor em criar-nos; significa também que temos um destino comum.

Os jacarandás já estão em flor

[Nas margens da filosofia – XLV]

Os jacarandás já estão em flor

Nos noticiários que diariamente nos informam da guerra não vemos campos de trigo nem flores – vemos feridos, famílias destroçadas, crianças e adolescentes que viajam sozinhos. Um dos meus netos que foi à Ucrânia buscar refugiados levou-os à praia, quando chegaram a Portugal. Vou sugerir que os leve a ver os jacarandás em flor pois, como diz o poeta (que traduzo livremente), “tudo quanto é belo é uma fonte perene de alegria.”

A palavra que falta explicitar no “cuidar da criação”

A palavra que falta explicitar no “cuidar da criação”

No dia 1 de setembro começou o Tempo da Criação para diversas Igrejas Cristãs. Nesse dia, o Papa Francisco, o Patriarca Bartolomeu e o Arcebispo de Canterbury Justin assinaram uma “Mensagem Conjunta para a Protecção da Criação” (não existe – ainda – tradução em português). Talvez tenha passado despercebida, mas vale a pena ler.

Contos do Belo

A beleza da criação, do amor e da Liberdade

Contos do Belo

A ideia destes Contos surgiu-me de um necessário diálogo do nosso olhar sobre O Belo, da importância desse olhar ao longo da história da humanidade e de sentir quanto pode ajudar a criar o Amanhã em, ou após, pandemia(s).

A Justiça livra da morte

A Justiça livra da morte

É muitas vezes a fraqueza, a impotência e a frustração por não conseguirmos fazer aquilo que realmente queremos, que nos conduz ao mal. Queremos ser heróis, conquistar uma glória qualquer, ser absolutamente livres, e não compreendemos que o maior dos heroísmos não é o do impulso de uma hora, mas o de todas as horas em que tentamos adequar a nossa ação ao nosso juízo mais justo. Mesmo que doa, mesmo que a solidão pese, mesmo que a angústia prevaleça.

A bondade da criação

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No tempo dos Reis Magos é altura de desfazer o presépio e guardá-lo para o ano seguinte. Este ano, porém, vejam bem!, comecei a pensar na “humanidade animalesca” que ele encerra e como nós cristãos e cristãs podemos pedir perdão pela forma desastrosa como tratamos os animais – os seres viventes não-humanos, como ousamos classificá-los. (Opinião de Joaquim Armindo)

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Os jacarandás já estão em flor

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A palavra que falta explicitar no “cuidar da criação”

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No dia 1 de setembro começou o Tempo da Criação para diversas Igrejas Cristãs. Nesse dia, o Papa Francisco, o Patriarca Bartolomeu e o Arcebispo de Canterbury Justin assinaram uma “Mensagem Conjunta para a Protecção da Criação” (não existe – ainda – tradução em português). Talvez tenha passado despercebida, mas vale a pena ler.

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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