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Igreja e comunicação social – aliados na busca da verdade

[Debate 7M: A Igreja e os média–5]

Igreja e comunicação social – aliados na busca da verdade

Poucos casos servem melhor para medir a relação entre a Igreja e os media do que a crise global de abusos sexuais praticados sobre menores por elementos do clero. Esta crise é a maior que a Igreja Católica tem enfrentado nas últimas décadas, e embora haja sinais de que a situação está bastante melhor agora, pelo menos no mundo ocidental, podemos ter a certeza de que irá continuar a gerar manchetes e polémica durante muito tempo ainda.

Saber falar com os média

[Debate 7M: A Igreja e os média–4]

Saber falar com os média

Há muitos, muitos anos, quando comecei a ser jornalista, não havia on-line, nem computadores, nem telemóveis, nem redes sociais. Não havia nada disso. Mas havia, em cada redacção dos grandes meios de comunicação social, um especialista em Igreja. Eram normalmente homens e sempre jornalistas seniores.

Comunicar, o verbo que urge conjugar

[Debate 7M: A Igreja e os Média–3]

Comunicar, o verbo que urge conjugar

É urgente (sim, é esta a palavra certa) que a Igreja – a sua hierarquia, os seus múltiplos departamentos – entenda que, para manter a sua respeitabilidade não pode furtar-se ao escrutínio da comunicação social, não pode fechar-se na sua concha. Tem de comunicar, comunicar com todos, esclarecer sempre que questionada, com a rapidez e a linguagem dos tempos que correm.

Igreja precisa mais dos média do que o contrário

[Debate 7M: A Igreja e os média-1]

Igreja precisa mais dos média do que o contrário

Quando se pergunta se em Portugal a relação da Igreja com os média e os jornalistas é boa, uma resposta simplista é sempre uma má resposta, principalmente porque estamos a falar de uma instituição, a Igreja Católica, que por si só é uma multiplicidade de realidades. Para ser honesto, prefiro responder que não há uma resposta, mas muitas respostas, tantas quanto as instituições ou os serviços que constituem a Igreja portuguesa.

Rádios católicas assumem papel “absolutamente essencial” em África

Rádios católicas assumem papel “absolutamente essencial” em África

Não têm televisão, nem acesso a jornais ou revistas, e muito menos Internet, até porque muitas vezes também não têm luz: há uma parte substancial da população africana para quem o único meio de comunicação social disponível é a rádio. É através das estações de rádio, na sua maioria apoiadas por instituições católicas, que mensagens de prevenção, aulas, missas, catequeses ou peças de teatro chegam a inúmeras comunidades rurais. E se o papel das rádios locais em África já era determinante antes da pandemia de covid-19, agora tornou-se “absolutamente essencial”.

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[Debate 7M: A Igreja e os média–5]

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Há muitos, muitos anos, quando comecei a ser jornalista, não havia on-line, nem computadores, nem telemóveis, nem redes sociais. Não havia nada disso. Mas havia, em cada redacção dos grandes meios de comunicação social, um especialista em Igreja. Eram normalmente homens e sempre jornalistas seniores.

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É urgente (sim, é esta a palavra certa) que a Igreja – a sua hierarquia, os seus múltiplos departamentos – entenda que, para manter a sua respeitabilidade não pode furtar-se ao escrutínio da comunicação social, não pode fechar-se na sua concha. Tem de comunicar, comunicar com todos, esclarecer sempre que questionada, com a rapidez e a linguagem dos tempos que correm.

Igreja precisa mais dos média do que o contrário

[Debate 7M: A Igreja e os média-1]

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Quando se pergunta se em Portugal a relação da Igreja com os média e os jornalistas é boa, uma resposta simplista é sempre uma má resposta, principalmente porque estamos a falar de uma instituição, a Igreja Católica, que por si só é uma multiplicidade de realidades. Para ser honesto, prefiro responder que não há uma resposta, mas muitas respostas, tantas quanto as instituições ou os serviços que constituem a Igreja portuguesa.

Rádios católicas assumem papel “absolutamente essencial” em África

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Não têm televisão, nem acesso a jornais ou revistas, e muito menos Internet, até porque muitas vezes também não têm luz: há uma parte substancial da população africana para quem o único meio de comunicação social disponível é a rádio. É através das estações de rádio, na sua maioria apoiadas por instituições católicas, que mensagens de prevenção, aulas, missas, catequeses ou peças de teatro chegam a inúmeras comunidades rurais. E se o papel das rádios locais em África já era determinante antes da pandemia de covid-19, agora tornou-se “absolutamente essencial”.

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória novidade

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se … novidade

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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