Há uns anos – ainda era professora do ensino secundário –, uma pessoa amiga tinha duas filhas com personalidades muito diferentes. Foi chamada à escola do 1º ciclo do ensino básico. A professora disse-lhe que a filha mais nova não conseguira chegar aos objectivos propostos e que caberia a ela, mãe e responsável pela educanda, decidir se a filha deveria passar para o ano seguinte ou não.












