Francisco disse-o aos jornalistas, em jeito de piada, quando regressava da Jornada Mundial da Juventude: “Irei a Marselha, mas à França… não!”. Falava a sério. Esta sexta-feira, 22 de setembro, o Papa viaja até Marselha, não para visitar a segunda mais populosa cidade de uma das maiores potências europeias, mas sim porque é ali, naquela localidade portuária, que estão a decorrer os Encontros Mediterrâneos – um festival que reúne 70 jovens de diferentes crenças e 70 líderes religiosos dos países que fazem fronteira com o Mediterrâneo, para refletir sobre uma das suas grandes preocupações: o drama dos migrantes.












