A recente encíclica papal já foi considerada como o testamento político de Francisco, por constituir uma síntese do seu pensamento.
A recente encíclica papal já foi considerada como o testamento político de Francisco, por constituir uma síntese do seu pensamento.
A Encíclica Papal, hoje universalmente divulgada, é um grito brutal e, ao mesmo tempo, a expressão de um poder mobilizador como nenhum dos sucessivos documentos do Papa Francisco. Em duas palavras, de uma coragem ilimitada.
Estamos provavelmente perante o testamento político-social do Papa Francisco: se a Laudato Si’, sobre o cuidado da casa comum, é talvez o texto mais inovador do seu pontificado, na proposta que faz à Igreja Católica e ao mundo no âmbito da ecologia integral, a nova encíclica Fratelli Tutti, ontem assinada em Assis e que foi divulgada pouco antes das 11h30 deste domingo, 4 de Outubro, é uma síntese do pensamento do Papa argentino acerca da fraternidade e da amizade social.
A Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), da Igreja Católica, considera que o “apelo à abertura universal da fraternidade” se confronta “hoje com o reforço, um pouco por todo o lado, de correntes inspiradas num nacionalismo de exclusão”.
Um recomeço na história. É deste modo que o juiz Mohamed Mahmoud Abdel Salam, conselheiro do Grande Imã de Al-Azhar, xeque Ahmad Al-Tayyeb, caracteriza a importância da nova encíclica do Papa Francisco, Fratelli Tutti, a par do documento sobre a Fraternidade Humana, que ambos assinaram há ano e meio em Abu Dhabi.
Num momento em que, em múltiplos fóruns, se tem vindo a discutir as consequências do advento da quinta geração da Internet móvel – tema de capa, por exemplo, do mais recente número da revista francesa L’Obs –, o Papa Francisco manifesta a necessidade de maior proximidade humana e de menor relacionamento com ecrãs: mais comunicação, menos tecnologia, portanto. É o que ele defende na carta encíclica Fratelli Tutti (Todos irmãos), sobre a fraternidade e a amizade social, agora tornada pública.
O Papa Francisco assinou neste sábado, 3 de Outubro, em Assis, a sua terceira encíclica, Fratelli Tutti (Todos Irmãos), que se torna o 299.º documento do género na história da Igreja Católica. A carta do Papa sobre a fraternidade e a amizade social será divulgada neste domingo, pouco depois do meio-dia de Roma (11h em Lisboa), após a oração do Angelus na Praça de São Pedro. Logo a seguir, o 7MARGENS publicará vários textos sobre o novo documento papal, incluindo um comentário do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
O nome não deixa margem para dúvidas: “Fratelli tutti” (ou “Todos irmãos”), é uma carta do Papa aos fiéis sobre a fraternidade. Trata-se da sua terceira encíclica (depois da publicação de “Lumen Fidei”, em 2013, e “Laudato Si’”, em 2015), e Francisco decidiu assiná-la na cidade de Assis, no próximo dia 3 de outubro, precisamente a véspera da festa de São Francisco, que nasceu na pequena cidade italiana.
A recente encíclica papal já foi considerada como o testamento político de Francisco, por constituir uma síntese do seu pensamento.
A Encíclica Papal, hoje universalmente divulgada, é um grito brutal e, ao mesmo tempo, a expressão de um poder mobilizador como nenhum dos sucessivos documentos do Papa Francisco. Em duas palavras, de uma coragem ilimitada.
Estamos provavelmente perante o testamento político-social do Papa Francisco: se a Laudato Si’, sobre o cuidado da casa comum, é talvez o texto mais inovador do seu pontificado, na proposta que faz à Igreja Católica e ao mundo no âmbito da ecologia integral, a nova encíclica Fratelli Tutti, ontem assinada em Assis e que foi divulgada pouco antes das 11h30 deste domingo, 4 de Outubro, é uma síntese do pensamento do Papa argentino acerca da fraternidade e da amizade social.
A Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), da Igreja Católica, considera que o “apelo à abertura universal da fraternidade” se confronta “hoje com o reforço, um pouco por todo o lado, de correntes inspiradas num nacionalismo de exclusão”.
Um recomeço na história. É deste modo que o juiz Mohamed Mahmoud Abdel Salam, conselheiro do Grande Imã de Al-Azhar, xeque Ahmad Al-Tayyeb, caracteriza a importância da nova encíclica do Papa Francisco, Fratelli Tutti, a par do documento sobre a Fraternidade Humana, que ambos assinaram há ano e meio em Abu Dhabi.
Num momento em que, em múltiplos fóruns, se tem vindo a discutir as consequências do advento da quinta geração da Internet móvel – tema de capa, por exemplo, do mais recente número da revista francesa L’Obs –, o Papa Francisco manifesta a necessidade de maior proximidade humana e de menor relacionamento com ecrãs: mais comunicação, menos tecnologia, portanto. É o que ele defende na carta encíclica Fratelli Tutti (Todos irmãos), sobre a fraternidade e a amizade social, agora tornada pública.
O Papa Francisco assinou neste sábado, 3 de Outubro, em Assis, a sua terceira encíclica, Fratelli Tutti (Todos Irmãos), que se torna o 299.º documento do género na história da Igreja Católica. A carta do Papa sobre a fraternidade e a amizade social será divulgada neste domingo, pouco depois do meio-dia de Roma (11h em Lisboa), após a oração do Angelus na Praça de São Pedro. Logo a seguir, o 7MARGENS publicará vários textos sobre o novo documento papal, incluindo um comentário do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
O nome não deixa margem para dúvidas: “Fratelli tutti” (ou “Todos irmãos”), é uma carta do Papa aos fiéis sobre a fraternidade. Trata-se da sua terceira encíclica (depois da publicação de “Lumen Fidei”, em 2013, e “Laudato Si’”, em 2015), e Francisco decidiu assiná-la na cidade de Assis, no próximo dia 3 de outubro, precisamente a véspera da festa de São Francisco, que nasceu na pequena cidade italiana.
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONUA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memóriaNo próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
[Arquipélago Jerusalém]
Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].
“Viola Lei”
Comissão da Liberdade Religiosa condena presença do patriarca em bênção de escola públicaA Comissão da Liberdade Religiosa considera que a presença do patriarca Rui Valério na cerimónia de inauguração de uma escola pública de Cascais onde estiveram o Presidente da República, primeiro-ministro e ministro da Educação “viola claramente” a Lei da Liberdade Religiosa” e o princípio da não confessionalidade”.
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