São uma ínfima minoria, mas diz o imã Murad Suleimanov da mesquita do Centro Cultural Islâmico de Lviv (Ucrânia): “Nós [muçulmanos] fazemos parte deste país” e, por isso “devemos fazer algo”. Esse “algo” tem consistido em resistir à ocupação russa e participar no esforço de guerra. Mesmo se, na Rússia, os responsáveis oficiais das comunidades muçulmanas apoiam Putin.










