As Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) são um “cató-pride” dos jovens que participam, “porque manifestam um certo orgulho, afirmando pacificamente a sua identidade, cantando e tomando conta da cidade” onde decorrem. Um ano depois da JMJ de Lisboa, esta é uma das ideias do sociólogo francês Charles Mercier, 46 anos, professor na Universidade de Bordéus












